sexta-feira, 31 de julho de 2015

Atendimento: melhore sempre a experiência do cliente


Recentemente foi realizada a primeira entrega feita por Drone. Ela aconteceu nos EUA, e o drone foi usado para entregar medicamentos em uma área de difícil acesso. Serão os drones ferramentas que vão alterar o futuro da logística? Ainda não dá para saber. Mas o que sabemos é que é muito importante que o cliente sinta que o atendimento que está recebendo é diferenciado e que a empresa está comprometida em resolver o problema do cliente de verdade.

Segundo ranking da Shopper Experience, elaborado em parceria com o Centro de Inteligência Padrão, traz um levantamento sobre as empresas que os consumidores consideram que mais os respeitam. De acordo com o material, em primeiro lugar, o que mais define uma empresa que respeita o cliente é oferecer produtos de boa qualidade (resposta dada por 23% dos pesquisados). Em seguida estão critérios como funcionários solícitos, disponíveis e ágeis em qualquer canal de contato (16%), ter agilidade em qualquer canal de contato (9%), e bons preços. Tudo a ver com um bom atendimento ao cliente, não?

O estudo considerou 10.308 avaliações de 1.718 entrevistados em diferentes regiões do país, coletadas durante o mês de setembro(2014). Eles foram convidados a avaliar até seis segmentos com os quais tiveram contato nos seis meses anteriores.

O Google, por exemplo, não tem um telefone fixo, ou seja, não quer interagir com a maioria dos seus usuários. O McDonald’s não te oferece um guardanapo de linho. Os atendentes da Fedex antes atendiam o telefone assim que tocava, agora levam em média 81 segundos para atender uma ligação. Nenhum desses comportamentos é necessariamente ruim, apenas exemplos de possibilidades de alinhamento (ou falta de alinhamento).

Você ganha muito quando atende bem o seu cliente
“É um erro concluir que qualquer exemplo seja automaticamente bom ou ruim. Uma empresa pode gastar quase nada com atendimento ao cliente e ainda assim ser bem sucedida em alcançar seus objetivos” afirma Seth Godin, no artigo Para que serve o atendimento ao cliente?. No texto ele apresenta alguns bons motivos para você investir em um bom atendimento ao seu cliente.

Para ele, você deve investir no atendimento da sua empresa para aumentar a expectativa do consumidor, entregando muito mais do que é esperado, e isso já é um grande diferencial.

Outro motivo apontado pelo especialista: para reduzir o boca-a-boca negativo. Nas palavras do especialista: “Muitas grandes organizações recorrem a isso, a última etapa de uma triste jornada. Assim que a engrenagem começa a ranger, eles colocam óleo. Mas isso é tudo o que eles fazem, a não ser que sejam muito pressionados. O problema é que muitos dos clientes estão ocupados demais para ranger, então eles simplesmente vão para o concorrente, e os que de fato rangem e você finalmente tenta ajudar já estão tão p* da vida que é tarde demais”.

Além disso, quando você investe nesse campo, atendimento, também está construindo uma relação de confiança e tratando de forma “diferenciada”aqueles clientes que são, de fato, especiais. “Uma forma de recompensar seus melhores clientes é tratando os que são absolutamente melhores de forma superior à que você trata outros – a notícia vai se espalhar, os outros clientes vão querer se juntar ao grupo e os que já estão nele hesitarão antes de te trocar por um concorrente. Mas se você fizer essa promessa, você precisa superá-la consistentemente, melhorando sempre a maneira que você trata seus favoritos”, explica.

Dicas para alcançar a excelência no atendimento

No artigo A excelência no atendimento, Daniel Bezerra, CEO da Exection, aborda o tema de maneira bastante prática e traz para o empreendedor dicas de práticas que ele adotou para melhorar o atendimento na empresa que comanda.

1: Pergunte para o seu cliente de que forma ele gostaria que o produto ou serviço fosse entregue. Pode parecer bobagem, mas com uma simples pergunta você pode conhecer melhor o seu cliente e detectar pontos que poderiam ser melhorados, que ninguém tinha pensado antes. Essa pergunta também te ajuda a entender as necessidades e expectativas do seu cliente.

2: Transforme a resposta do cliente em metas a serem alcançadas e modifique o processo para atendê-lo. Esse passo é até mais importante do que o outro. Afinal, é preciso transformar conhecimento em ações para se chegar a algum lugar. Algumas perguntas te ajudam no momento de estabelecer essas metas:

- Avalie se as necessidades foram alcançadas e percebidas. Cada um tem uma forma de medir a excelência na entrega, qual é a sua?

- A essência do seu negócio, área, processo, departamento está transcrita nas atitudes do dia-a-dia? De que forma? Conseguiria medir essa presença?

- Qual é a sua atitude quando necessita corrigir a rota para alcançar uma meta ou um objetivo? Ela condiz com o que você se propôs enquanto empreendedor ou gestor?

Que tal assistir a uma aula de atendimento?

No vídeo a seguir você encontra um aulão somente sobre a importância de investir no atendimento e formas de alcançar essa meta.


A importância da excelência ser um valor da empresa


Outro ponto muito importante: a qualidade de atendimento precisa ser um valor incorporado na cultura da empresa, caso contrário, você estará sempre nadando contra a corrente ao tentar implementar mudanças que imputem nesse setor. Pense sobre isso. observe a forma como seus gestores se comportam em relação à essa ideia – eles precisam incorporar, assim como você – esse comportamento.

Você conhece a ferramenta CorpHelp da CorpTV? Nesta ferramenta sua empresa terá uma central de atendimento virtual em áudio, vídeo e chat, sendo que o usuário precisará apenas de seu navegador de internet para acessar, com interação de forma rápida e humanizada. CLIQUE AQUI e saiba como a tecnologia pode ajudar no relacionamento com o seu clientes.

FONTE: CorpTV

 

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Primeiro estagiário do Facebook cria startup que já vale US$ 1 bilhão


Autora: Júlia Miozzo

O primeiro estagiário da história do Facebook, Darian Shirazi, começou sua carreira por conta própria aos 15 anos, quando começou a revender componentes de computador no eBay. Hoje, ele possui uma startup que já recebeu oferta de compra de US$ 35 milhões do Google.

Ainda na época em que vendia os componentes, ele acabou se tornando um estagiário do próprio eBay por dois verões seguidos por conta do sucesso que fez. Como conta o Business Insider, em pouco tempo Darian foi capaz de criar contatos no Vale do Silício e acabou sendo contratado pelo Facebook, quando a empresa ainda tinha apenas 12 funcionários. Na época, ele trabalhava diretamente sob as ordens de Mark Zuckerberg e ficou cerca de dois anos, até demitir-se para ir à faculdade.

Em seguida, ele criou a startup Fwix, um agregador de notícias que pesquisava na internet por notícias locais e conteúdo relacionado, construindo uma base que as empresas de mídia normalmente usam para conseguir gerar leads.

Foi em 2011 que o Google se ofereceu para compara a startup por US$ 35 milhões, mas Darian recusou a oferta e começou a mirar em todos os tipos de negócio, ao invés de apenas empresas de mídia – o que fez da Fwix uma empresa de softwares de marketing “profético” chamada Radius. Seu software analisa milhões de dados para identificar potenciais consumidores, enquanto ajuda as campanhas de marketing a adquiri-los e analisar sua performance.

Logo a Radius tornou-se uma das empresas de software de marketing mais populares do mundo. Nesta quarta-feira (29), Darian anunciou uma rodada de investimentos de US$ 50 milhões para a startup.


Segundo ele, o valor da empresa está entre US$ 500 milhões e US$ 1 bilhão. Até hoje, já recebeu um total de US$ 125 milhões em investimentos. Todo o valor deve ser revertido em construir seu time de vendas, já que o empreendedor tem como meta fazer com que mais empresas da lista Fortune 500 passem a usar seu produto.

FONTE: CorpTV

O perfil dos espectadores de vídeos publicitários na web


Quem nunca parou alguns minutos o que estava fazendo na web para assistir a um vídeo? Atualmente, grandes empresas estendem vídeos publicitários produzidos para a TV para o ambiente online. Essa estratégia possibilita às marcas atingir a audiência que está predominantemente no meio digital, além de ampliar o alcance da campanha com custo menor. O TVxtender, veículo de distribuição de mídia digital para campanhas de vídeo pertencente à ROIx, analisou o perfil dos espectadores desses vídeos na web.

Segundo o estudo, que contou com base de dados abrangendo mais de 94 milhões de brasileiros, o maior volume de pessoas que assistem a vídeos publicitários tem entre 28 e 47 anos. Destes, 21% são considerados "mouse potatos", perfil que passa grande parte do seu dia no ambiente online, consome notícias e redes sociais, gosta de interagir e está sempre em busca de novas descobertas. Já outros 30% dos usuários não possuem hábito de ficar muito tempo navegando, mas assistem a campanhas de vídeo.

Em relação ao sexo, o levantamento mostra empate de visualização entre homens e mulheres. Entre as regiões com pessoas que mais visualizam as campanhas está a Sudeste, com 58% dos usuários, seguido do Nordeste, com 12%.

A pesquisa ainda mostra a classe C como a maior faixa de audiência dos filmes publicitários, com 38,7%. Em seguida vem a classe B, com 35%. Considerando a base pesquisada, 59,3% do público apresenta grande afinidade com o mobile e outros 22% são pouco ligados à tecnologia.


"Com o crescimento da internet, a forma de consumir mídia está mudando. Acreditamos que cada meio tem seu ponto alto e promovemos a interação entre todos, mas a internet está ganhando cada vez mais espaço, principalmente porque seu poder de penetração é móvel e muito competitivo com a TV", explica Sérgio Kligin, diretor Comercial do TVxtender.

FONTE: CorpTV

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Brasileiros estão conectados cerca de 5 horas por dia


Uma recente pesquisa realizada pelo Ibope Conecta, a pedido da Dell – uma das maiores fornecedoras de soluções de TI do mundo – mapeou os hábitos de uso e de compra de computadores e tablets no Brasil. O levantamento, realizado em junho de 2015, com mil internautas de todo o país que possuem computador e/ou tablet, identificou que os brasileiros têm, em média, 1,9 computador por domicílio e que as pessoas gastam cerca de 5,3 horas diárias na frente do PC ou do tablet doméstico.

Quanto ao principal computador utilizado em casa, a maioria dos entrevistados (56%) cita o notebook, seguido pelo desktop (31%), tablet (7%), notebook 2 em 1 (2%), All-in-One (2%) e outros (3%). E 95% dos brasileiros consultados indicam que utilizam o equipamento doméstico para acesso à internet.

Quando questionados sobre os principais usos do computador e do tablet, 85% dos entrevistados afirmam que preferem o PC para assistir filmes e séries, 74% para navegar na internet, 73% para acessar e-mails, 60% para ler notícias. O tablet é tão preferido quanto o computador pelos usuários para conversa com amigos e familiares e também para acessar redes sociais.

A pesquisa aponta ainda que Dell e Apple são as marcas preferidas de computadores entre os brasileiros, ambas citadas por 22% dos entrevistados. Entre os homens, a Dell desponta como líder de preferência, com 25% das citações.

Os atributos que tornam a Dell a marca preferida de computadores entre os brasileiros segundo a pesquisa são a qualidade superior dos equipamentos, para 81% dos respondentes da pesquisa, seguido pelo melhor custo-benefício 28%.

Quase metade dos entrevistados quer comprar um novo computador

O estudo aponta que 34% dos entrevistados comprou o principal computador de uso doméstico há mais de dois anos e 46% pretendem adquirir um novo equipamento nos próximos seis meses. O levantamento constata que ¼ dos brasileiros que já possuem computador planeja comprar um notebook no período.

Quanto aos principais atributos buscados em um novo computador estão: processador (57%), marca (22%) e memória RAM (8%). Ainda segundo o estudo, 78% consideram o Suporte em Domicílio como um diferencial importante no momento de decisão de compra. "A Dell foi pioneira nesse tipo de suporte no Brasil e, ainda hoje, é uma das únicas empresas de computadores a oferecer essa facilidade no varejo", destaca Luis Gonçalves.

Sobre as ferramentas utilizadas para analisar a compra de um novo computador, a internet representa o principal influenciador: 33% dos entrevistados pela pesquisa afirmam que utilizam lojas online para avaliação, 29% se baseiam em análises na web e 1% usam opiniões nas redes sociais. Além disso, 19% vão a lojas físicas, 13% buscam a indicação de amigos e conhecidos e 1% procuram matérias na imprensa.

Quando questionados sobre quais os formatos de computadores que sobreviverão em longo prazo, 55% citam o notebook, 44% o notebook 2 em 1, 31% o tablet, 27% o All-in-One e 18% o desktop.

Mais de 70% acessam o email profissional no computador pessoal

Outra importante conclusão do estudo é a de que entre os entrevistados que trabalham (77%), 57% têm permissão da empresa para uso do computador pessoal no ambiente profissional. Além disso, 76% afirmam que acessam o e-mail profissional do PC ou tablet pessoal e 46% têm acesso a arquivos e documentos da empresa. Por outro lado, 15% admitem que a companhia na qual trabalham não está ciente desse uso do equipamento próprio para acessar informações corporativas.


"Esse uso dos equipamentos pessoais no ambiente profissional, também conhecido como BYOD (Bring Your Own Device), representa um caminho sem volta e as empresas precisam estar preparadas para isso. Para facilitar esse processo, hoje a Dell oferece computadores e tablets com recursos que permitem uma fácil integração à rede corporativa, bem como outras soluções que facilitam a gestão e a segurança das informações", afirma Luis Gonçalves, Presidente da Dell Brasil. "O portfólio inclui não só equipamentos voltados a atender esse conceito de BYOD quanto software, serviços e acessórios para facilitar o compartilhamento e o controle de uso doméstico e corporativo", reforça.

FONTE: CorpTV

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Cursos online gratuitos do MIT, Harvard e Stanford ensinam programação


Como o avanço das tecnologias da informação no dia a dia das pessoas, saber programar virou uma atributo de suma importância para o futuro. A habilidade pode ser muito útil no trabalho e você pode aprendê-la ou aperfeiçoá-la de graça nos cinco sites listados abaixo. 


1. Code Academy (CLIQUE AQUI) 

Só se aprende fazendo. Essa é a premissa do Code Academy, que dá pouca ênfase à teoria, mas possui diversos tutoriais interativos para incentivar a experiência prática. Seus cursos incluem: HTML & CSS, JavaScript, jQuery, PHP, Python e Ruby. 

2. MIT open courseware (CLIQUE AQUI) 

O MIT oferece muitos de seus cursos de graça na web, mas os de programação são exemplares. Para um bom começo, faça o Introduction to Computer Science and Programming, que ensina os fundamentos da prática. 

3. Khan Academy (CLIQUE AQUI) 

O site foi projetado não só para estudantes de diversas idades, mas também para pós-graduandos, recorrendo a jogos, desenhos e outros recursos para ajudar no aprendizado. Entre outras coisas, a aula de programação ensina HTML & CSS e JavaScript, que também pode ser aprofundado em umc urso especializado na linguagem e SQL. 

4. Coursera (CLIQUE AQUI) 

A plataforma disponibiliza cursos de algumas das melhores universidades do mundo, como Stanford, Princeton, Brown e University of Michigan. A ciência da computação se destaca entre uma variedade de cursos, com centenas de opções de aulas. Iniciantes podem começar seus estudos pela Computer Science 101 from Stanford. 

5. edX (CLIQUE AQUI) 

Assim como o Coursera, esse site também oferece cursos de grandes universidades, incluindo Harvard, MIT e Cornell. Ele possui mais de 100 opções em ciência da computação e programação, sem contar as aulas em tópicos relacionados. Para iniciantes, o curso Introduction to Computer Science de Harvard é uma boa pedida. Já programadores mais avançados podem se interessar pelo Introduction to Mobile Application Development using Android, da Hong Kong University of Science and Technology.

FONTE: IDG NOW

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Brasil rejeita acordo mundial para isenção de tarifas sobre importação de eletrônicos


Autor: Honorio Kume

O Acordo de Tecnologia da Informação (ATI), assinado inicialmente por 29 países em 1996, eliminou as tarifas aduaneiras de computadores e acessórios, semicondutores e equipamentos para sua fabricação, aparelhos de telecomunicação, aparelhos e instrumentos de medida, partes e componentes, com o objetivo de aumentar o comércio e a difusão desses bens.

Os produtos contemplados no ATI apresentam três características específicas que os diferenciam dos demais bens: primeiro, são utilizados por todos os setores da economia; segundo, o progresso técnico é acentuado e rápido; e terceiro, seu uso propicia a criação de novos produtos. Assim, esses bens têm fortes implicações sobre a competitividade da economia. Para ilustrar essa afirmação, considere que a eliminação das restrições às importações de computadores, ao reduzir o preço interno, estimula o uso mais intensivo desse bem no setor de serviços, eleva a sua produtividade e diminui os custos e os preços dessa atividade. Com isso, os demais setores que utilizam serviços no processo produtivo se tornam mais lucrativos. Esse resultado seria equivalente ao de uma desvalorização real da taxa de câmbio.

As exportações mundiais dos bens de tecnologia da informação aumentaram de US$ 548 bilhões em 1996 para US$ 1.406 bilhões em 2010, e a participação dos atuais países signatários do ATI passou de 90% para 98% nesse período. Algo similar ocorreu com as importações. Portanto, o comércio desses bens é praticamente dominado pelos países membros do ATI.

Aqui, merece destaque a mudança na participação dos principais países exportadores nesse mercado. Em 1996, 66,7% das exportações eram efetuadas por Estados Unidos, Japão e União Europeia (UE), enquanto, em 2010, essa parcela caiu para 32,9%. Esse quadro resulta, em grande medida, do aumento da participação dos países asiáticos nessas exportações (principalmente da China, cuja participação alcançou 27,5%), favorecidos pela formação de cadeias regionais de valor.

Pelo princípio da nação mais favorecida, as tarifas nulas nos países membros do ATI beneficiam também as exportações de todos os países da Organização Mundial do Comércio (OMC). Porém, os que não participam do Acordo impõem custos mais elevados nas importações desses bens. No entanto, os países podem reduzir esse ônus por meio de medidas unilaterais de redução tarifária ou, mais usualmente, por meio de acordos bilaterais ou regionais de liberalização comercial com os principais países exportadores, trocando a redução das tarifas desses bens por maior acesso a mercado dos bens de seu interesse.

Atualmente, entre os 159 membros da OMC, 78 participam do ATI, o que corresponde a 90% do produto interno bruto (PIB) total dos sócios da OMC (2012). Ainda, a possibilidade de ampliar a lista de produtos beneficiados está em avaliação.

O Brasil decidiu não aderir a um acordo estabelecido entre os países da Organização Mundial do Comércio (OMC) para zerar tarifas de importação sobre diversos itens eletrônicos. A lista inclui 250 produtos, como aparelhos de ressonância, GPS, smartphones e videogames. Cerca de 80 países adentraram o acordo.

O Brasil sequer cogita a possibilidade de se tornar membro do ATI e tem renovado medidas restritivas à importação de bens de tecnologia da informação. Em 2014, o governo sancionou a prorrogação da lei, vigente desde 1991, que concede reduções do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os bens de tecnologia da informação fabricados localmente até 2029, como parte do acordo que estendeu os benefícios tributários vigentes na Zona Franca de Manaus.

Com o acordo, os países signatários terão acesso facilitado a tecnologias essenciais ao desenvolvimento, como aparelhos médicos, medidores para engenharia e computadores de precisão. O acordo igualmente permitirá ter preços reduzidos em artigos de entretenimento. Empresas como Samsung e Intel.

O Brasil rejeitou o acordo devido à sua tradição de proteger a indústria eletrônica nacional. Derivada do regime militar, essa proteção busca defender a indústria nacional de “tecnologias sensíveis”, consideradas importantes à segurança do país. Outro objetivo da rejeição é o de atrair indústrias para o território nacional. A estratégia tem imposto ao Brasil defasagem tecnológica, como ilustra a década de 1980.

Conhecido como ITA (sigla em inglês para Acordo para Tecnologias de Informação), o acordo foi assinado dia 20 de junho em Genebra, capital da Suíça. Os signatários representam 97% do comércio mundial de eletrônicos. Espera-se que o acordo entre em vigência até 2016.

Comparando as políticas adotadas pelas principais economias
Considerando as 30 economias com maior PIB, que juntas respondem por 88,2% do PIB total dos membros da OMC, apenas quatro países – Argentina, Brasil, Nigéria e Venezuela – não permitem a entrada de bens de tecnologia da informação sem pagamento do imposto de importação.

Por que as economias maiores optaram, de forma predominante, por liberalizar a importação dos bens de tecnologia da informação? Os países desenvolvidos (como Alemanha, Canadá, Estados Unidos e Japão) que têm vantagem comparativa nesses produtos não precisam manter restrições às importações, e o ATI ampliou os mercados para suas exportações. Outro grupo – formado por África do Sul, Arábia Saudita, Austrália, Áustria, Chile, Colômbia, Índia, Rússia, Turquia, entre outros – reconhece que não tem vantagem comparativa e considera improvável que venha a ter no futuro, de modo que também não tem interesse em restringir as importações desses bens.

Um terceiro grupo de países (que inclui China, Irlanda, Malásia, México, República Tcheca e Tailândia) considera que pode se tornar competitivo em determinadas tarefas na cadeia global de valor desses bens, ao reduzir o custo das importações, seja por meio do ATI ou por medidas unilaterais, como a criação de zonas de processamento às exportações.

Restam então países como o Brasil, que, apesar do impacto negativo que as restrições impõem sobre a economia como um todo, acredita que o setor de tecnologia da informação apresenta vantagens comparativas dinâmicas. Tal conduta apoia-se na ideia de que essas vantagens decorrem de economias externas e retornos crescentes, que reduzem os custos provocados pelas curvas de aprendizagem e, assim, propiciam benefícios no longo prazo que superam os custos temporários da proteção.

A princípio, o estímulo à produção doméstica dos bens de tecnologia da informação pode ser baseado no subsídio à produção de modo a não onerar os consumidores que continuariam a ter acesso a esses bens a preços internacionais. No entanto, geralmente devido à falta de recursos fiscais, o procedimento padrão é restringir as importações por meio de tarifas aduaneiras.

O Brasil incentiva a produção por empresas domésticas por meio de uma combinação de tarifa aduaneira e isenção parcial dos impostos indiretos – IPI, Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e Programa de Integração Social e Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (PIS-COFINS). Em contrapartida, exige o cumprimento do processo produtivo básico em que determinadas atividades do processo de produção devem ser realizadas localmente e o investimento de pelo menos 4% do faturamento em pesquisa e desenvolvimento. Por exemplo, no caso de microcomputador portátil produzido no país que atende esses requisitos, o conjunto desses incentivos propicia uma proteção nominal contra importações de aproximadamente 50%, o que gera um ônus excessivo aos compradores. Vale destacar que a tarifa aduaneira é de 16%, contribuindo com apenas um terço da proteção total, enquanto o restante é proporcionado pela isenção dos impostos indiretos.

Em resumo, ao contrário de muitos países maiores em tamanho ou com renda per capita alta ou média-superior que participam do ATI ou adotam medidas de liberalização das importações desses bens, o Brasil insiste em manter um programa de incentivos à produção doméstica que tem forte impacto sobre os consumidores desses bens, afetando a competitividade da economia.

Considerações finais
Diante da necessidade de melhorar a produtividade da economia, o Brasil tem pela frente quatro políticas alternativas para os bens de tecnologia da informação: 1) tornar-se signatário do ATI; 2) buscar acordos de liberalização comercial bilateral ou regional com os principais países exportadores de bens de tecnologia da informação e eliminar o tratamento discriminatório dos impostos indiretos segundo a origem do produto; 3) manter os incentivos à produção interna dos bens de tecnologia da informação, mas mudar os instrumentos, adotando medidas que não penalizem os consumidores, tais como o subsídio direto à produção e o financiamento de longo prazo a taxa de juros favorecida; ou 4) caso o custo fiscal da alternativa anterior não seja suportável, tornar mais seletiva a lista dos produtos beneficiados, mas recorrer a instrumentos que não penalizem os compradores.


Qualquer que seja a escolha, uma mudança na política comercial brasileira será fundamental para permitir que os bens de tecnologia da informação contribuam para a elevação da produtividade e para um crescimento econômico sustentável.

FONTE: CorpTV

segunda-feira, 20 de julho de 2015

5 fatos e curiosidades sobre marketing digital


Se por um lado é meio óbvio dizer que a tecnologia, o universo virtual e as redes sociais mudariam a maneira como convivemos com a informação, por outro lado, ainda há tendências e caminhos pouco conhecidos e explorados pelas marcas. Neste cenário caótico, análises, dados e projeções são sempre interessantes. Um estudo interno da Serasa Experian Marketing Services, por exemplo, identificou algumas das principais novidades de marketing digital que podem ajudar no desenvolvimento de ações criativas e funcionais.
Confira:

1) Cada vez mais mobile – de acordo com uma pesquisa da Duke University com 288 diretores de marketing, as empresas destinarão quase 12% de seus orçamentos para análises na Internet até 2018. O mesmo estudo constatou que a publicidade móvel corresponde a 3,2% dos investimentos de marketing atualmente, mas deve alcançar os 9% nos próximos anos.

2) Me segue no Instagram – Por conta de atributos visuais em vídeo e imagem, a Nike ultrapassou a marca de 12 milhões de seguidores nas redes sociais – dez meses antes, eles contabilizavam um terço desse total. A tendência é que mais marcas invistam em canais digitais como o Instagram – a plataforma deve gerar uma receita de US$ 5,8 bilhões em 2020.

3) Eu sei o que você procura – Ultimamente, o Facebook passou a investir mais em anúncios baseados em compras. De acordo com a pesquisa do Adobe Digital Index, 20% dos links de busca do Google para varejistas estavam no Shopping Ads.

4) Não basta baixar, é preciso usar – As pessoas deletam seus apps com frequência. Mas a Ibotta reverteu esse quadro dando recompensas em dinheiro aos usuários – uma espécie de sistema de cashback. Mais da metade de seus 25 milhões de usuários mensais abriram o app 25 vezes em janeiro.


5) A nova geração é mais flexível – Uma pesquisa da MindBodyGreen com 6 mil pessoas constatou que 83% dos millennials estão abertos à recomendações de marcas sobre cultura ou conscientização, comparados a 74% dos baby boomers. Já 84% dos representantes da geração Y afirmaram que se sentem "inundados" pelas mídias sociais.

FONTE: CorpTV

Qual a diferença entre webcast, web conference e webinar?


Autora: Lilian Beloto

Webcast é transmitido para muitas pessoas através da internet e só é possível ouvir e assistir o que está sendo transmitido, sem interagir. Um exemplo são as apresentações para os acionistas ou potenciais investidores que podem ser acessadas posteriormente.

Web Conference é uma conferência totalmente interativa, realizada através da internet em tempo real, com aplicações diferentes que permitem exibir e compartilhar informações, como áudio, vídeo e desktop.


Webinar é uma transmissão ao vivo com apresentação de slides. Além de fazer o acesso através de um computador, os participantes também podem acessar de seus telefones, como uma chamada de audio conferência. Através do telefone, o apresentador discute a informação transmitida na tela dos participantes, que podem fazer perguntas em tempo real através do telefone. 

Informações da Empresa: a CorpTV é uma empresa especializada na tecnologia Streaming (Transmissão de dados - vídeo/áudio) para a criação de soluções de comunicação corporativa à distância, transmissão de eventos corporativos e comerciais via internet ou intranet (Videoconferências Ponto-a-Ponto ou Multiponto, Webconferência, Webcast, etc) e criação de canais de TV e Rádio via internet (WEBTV e WEB Rádio).

FONTE: CorpTV

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Cresce interesse por ciência e tecnologia no Brasil


No "país do futebol e do samba", a Ciência também está na lista de interesses dos brasileiros, ainda que os cientistas não sejam lembrados como os jogadores e cantores. Isto é o que indicam os resultados de estudo de percepção pública da Ciência e Tecnologia no Brasil realizado pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) e divulgados durante o primeiro dia da 67ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que está acontecendo no Campus São Carlos da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

A pesquisa foi realizada em todas as regiões do Brasil, entre os dias 22 de dezembro de 2014 e 16 de março de 2015. Dos 1.962 entrevistados, 61% afirmaram ter interesse quando o assunto é Ciência e Tecnologia (C&T). Os dados são positivos, principalmente quando comparados com a União Europeia, onde apenas 53% dos entrevistados em pesquisa semelhante disseram que se interessam por C&T. No Brasil, o tema perde apenas para Medicina e Saúde (78%), Meio Ambiente (78%), Religião (75%) e Economia (68%) e está na frente de assuntos como Arte e Cultura (57%), Esportes (56%), Moda (34%) e Política (27%).

"O objetivo da pesquisa é orientar o posicionamento, iniciativas envolvendo políticas públicas e a própria atitude de um governo capaz de liderar a sociedade na valorização institucional, social, cultural e orçamentária da Ciência e da pesquisa no Brasil", afirmou o Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, na apresentação dos resultados. Para ele, a pesquisa apontou que há grande expectativa por parte da população em relação à Ciência, como também há graves deformações, principalmente quando se trata do nível de informação acerca das ações e iniciativas na área. "Precisamos valorizar os dados apontados por essa pesquisa e corrigir as deficiências", complementou.

No total, os entrevistados responderam a 105 perguntas. Dos resultados vale destacar que: 54% acreditam que a Ciência traz mais benefícios que malefícios para a Humanidade; 50% veem os cientistas como pessoas inteligentes que fazem coisas úteis à Humanidade; a TV é o veículo por meio do qual as pessoas mais se informam sobre C&T; e 78% opinaram que os investimentos em C&T devem aumentar. Um dado relativamente positivo é que 12% dos entrevistados disseram ter visitado museus de Ciência e Tecnologia nos últimos 12 meses, porcentagem que era de 4% em 2006 e 8% em 2012.


Porém, o interesse por C&T ainda não significa que os brasileiros conheçam os pesquisadores e instituições responsáveis pela produção de conhecimento. Apenas 13% dos participantes da pesquisa disseram conhecer alguma instituição de pesquisa e 93% não lembram do nome de nenhum cientista.

FONTE: CorpTV

Internet móvel não está "matando" o uso de desktops


A tese segundo a qual as plataformas mais tradicionais como os desktops serão substituídas por dispositivos móveis cada vez mais potentes para acessar conteúdos online se tornou praticamente um consenso no mercado nos últimos anos. Um estudo recente, no entanto, divulgado pela comScore, empresa de medição de audiência digital, não corrobora com esse ponto de vista, pelo menos quando analisado o mercado norte-americano.

Segundo o relatório da consultoria, a parcela do consumo total proveniente de dispositivos móveis está crescendo, mas o uso do desktop para acesso à web não está caindo. Os dados mostram, por exemplo, que o tempo total gasto online por usuários de desktops nos EUA manteve-se relativamente estável durante os últimos dois anos, enquanto o tempo gasto por usuários de dispositivos móveis tem crescido rapidamente (veja gráfico abaixo, onde o tempo de acesso móvel é representado pela linha verde, e o tempo de acesso por desktop, pela linha azul).
Os dispositivos móveis são verdadeiramente absolutos na nova era da web na parte da manhã e à noite, enquanto o tráfego via desktop permanece dominante durante a semana.


O estudo tem implicações importantes para anunciantes e agências de mídia, que muitas vezes alteram seus sites e estratégias para atender ao crescimento da audiência em dispositivos móveis.

FONTE: CorpTV

quarta-feira, 15 de julho de 2015

10 segredos de comunicação dos líderes excepcionais


Autor: Travis Bradberry

Grandes líderes se conectam com as pessoas em níveis emocionais sempre que falam. Suas palavras inspiram outros a atingir patamares que eles mesmos acreditavam ser impossível atingir.

Grandes comunicadores são bem direcionados, e possuem 10 segredos na hora de entregar uma mensagem forte. Coloque essas dicas em prática para melhorar a sua comunicação e veja como sua capacidade influência decolar.

1 - Conheça seu público
Grandes comunicadores não se importam em soar importantes, demonstrar experiência ou alimentar o próprio ego. Em vez disso, eles pensam no que as pessoas precisam ouvir, e como eles podem entregar essa mensagem de forma que as pessoas consigam escutar. Isto não significa que líderes dizem as pessoas apenas o que elas querem ouvir. Pelo contrário, elas dizem as pessoas o que é importante para elas, mesmo que as notícias sejam ruins.

2- Elas são experts em linguagem corporal
Grandes comunicadores estão sempre acompanhando a reação das pessoas às mensagens que elas recebem. Elas são rápidas em captar expressões faciais e corporais, por que sabem que esse é o único feedback que muitas pessoas dão. Grandes comunicadores usam essa expertise para moldar a mensagem e ajustar o estilo de comunicação de acordo com a necessidade.

3 - Elas são honestas
Os melhores líderes sabem que para que a comunicação sejam bem sucedida, ela precisa ser verdade. Não pode ter pessoas analisando cada palavra, tentando separar o que é fato e o que é enrolação. Quando grandes comunicadores não podem dividir certas informações, eles falam a verdade. Por que respostas construídas em cima de meias verdades vão alimentar a desconfiança e ansiedade. Em tempos bons ou ruins, a honestidade é o que constrói confiança.

4 - Eles são autênticos
Grandes comunicadores não tentam ser algo que não são, apenas por que eles ficaram atrás no pódio. Existe um motivo pelo qual Mark Zuckerberg apresentou o Facebook aos investidores vestindo moletom e jeans. Grandes líderes são fiéis à própria essência e as pessoas gravitam em volta das mensagens deles. Eles sabem que o oposto acontece quando líderes dão escândalos.

5 - Eles falam com autoridade
Grandes comunicadores não tentam se encobrir sendo ambíguos, insossos e pouco assertivos. Em vez disso, eles falam diretamente sobre como as coisas e como precisam ser.

6 - Eles falam para grupos como para individuais
Líderes raramente se dão ao luxo de falar com uma pessoa por vez. Em uma mesa de conferência ou em auditórios lotados, grandes líderes sabem como trabalhar para que cada pessoa sinta como se a pessoa estivesse falando diretamente com ela.

7 - Eles tem ouvidos (e sabem como usar)
Grandes líderes sabem que a comunicação é uma estrada via dupla e que escutar é, muitas vezes, mais importante que falar. Quando outra pessoa está falando, grandes comunicadores não estão pensando a frente ou planejando as próximas palavras. Eles estão escutando atentamente e buscando entender a perspectiva do outro.

8- Eles usam frases como “a culpa é minha”, “eu estava errado” e “me desculpe”
Quando grandes líderes cometem um erro, eles admitem rapidamente. Eles não esperam por outra pessoa para encontrar e apontar. Além disso, grandes comunicadores tomam responsabilidade por suas palavras e ações, mesmo quando saem por impulso. E fazem isso sem dramas ou falsa humildade.

9 - Eles solicitam Feedback
Os melhores comunicadores nunca confiam que a mensagem que as pessoas ouviram é exatamente o que eles quiseram entregar. Eles checam para verificar que as palavras foram compreendidas corretamente, e se não, eles não culpam o público. Em vez disso, eles mudam e tentam novamente.

10 - Eles são pró-ativos
Líderes com habilidades em comunicação não perdem tempo. Eles são rápidos em tirar rumores de circulação por compartilhar as más notícias. Também oferecem objetivos claros e boas direções para que as pessoas não se percam.

Unindo tudo

Grandes comunicadores se destacam na multidão. Eles são honestos, autênticos e sabem escutar. Eles são excelentes em comunicação por que valorizam essa habilidade, e esse é o principal passo para se tornar um grande líder.

Informações da Empresa: a CorpTV é uma empresa especializada na tecnologia Streaming (Transmissão de dados - vídeo/áudio) para a criação de soluções de comunicação corporativa à distância, transmissão de eventos corporativos e comerciais via internet ou intranet (Videoconferências Ponto-a-Ponto ou Multiponto, Webconferência, Webcast, etc) e criação de canais de TV e Rádio via internet (WEBTV e WEB Rádio).

FONTE: CorpTV

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Regras para uma apresentação de PowerPoint brilhante


Autor: Seth Godin

O PowerPoint foi desenvolvido por engenheiros como uma ferramenta para ajudá-los a se comunicar melhor com a equipe de marketing e vice-versa. Esta é uma ferramenta excepcional porque permite uma comunicação verbal muito densa. Sim, você poderia enviar um memorando, mas ninguém lê estes documentos mais. À medida que as empresas estão ficando cada vez mais ágeis, nós precisamos de uma forma de comunicar nossas ideias de um grupo para outro. É neste ponto que entra o PowerPoint.

Esta poderia ser a ferramenta mais poderosa do seu computador. Mas não é. Inúmeras inovações falham porque os apresentadores usam o PowerPoint da maneira que a Microsoft quer que eles usem, ao invés de fazerem da maneira correta.

Comunicação é a transferência da emoção

A comunicação se refere à vontade de fazer com que os outros entendam e adotem o seu ponto de vista, para ajudá-los a entender por que você está empolgado (ou triste, ou otimista, ou qualquer estado emocional que você esteja no momento). Se tudo o que você quer fazer é criar um lista de fatos e figuras, então cancele a apresentação e envie um relatório.

Nossos cérebros têm dois lados. O lado direito é ligado às emoções, músicas e mudanças de humor. O lado esquerdo, por sua vez, é ligado à destreza, fatos e a informações de funcionamento do corpo. Quando você vai fazer uma apresentação, as pessoas querem usar as duas partes dos seus cérebros. Então, elas usam o lado direito para julgar a forma com que você está falando e se vestindo, além da sua linguagem corporal. Frequentemente, as pessoas chegam a uma conclusão a respeito da sua palestra a partir do tempo que você gasta no segundo slide. Depois disso, pode ser tarde demais para que as suas listas com marcadores façam alguma coisa para salvar a sua apresentação.

Você pode destruir um processo comunicativo com fatos que não são comprovados ou com raciocínios que não fazem muita lógica. Mas você pode completar o processo com as emoções. Lógica não é suficiente.

Apresentadores devem vender – para audiências internas e para o mundo exterior

Se todas as pessoas que estão na sala concordassem com você, não seria necessário fazer uma apresentação, certo? Você poderia economizar muito tempo imprimindo um relatório de uma página e entregando para cada uma das pessoas. Mas não, a razão pela qual você faz uma apresentação é a negociação, é para defender o seu ponto de vista, para vender uma ou mais ideias.

Se você acredita na sua ideia, venda-a! Faça o seu ponto de vista o mais convincente possível e alcance o que você foi buscar. Sua audiência vai te agradecer por isso, pois, lá no fundo, todos nós queremos ser comprados.

Os 4 componentes de uma apresentação excepcional

1. Faça cartões de memorização: não os coloque em tela, fique com eles em mãos. Você pode usar os cartões como forma de garantir que você diga tudo o que tinha sido planejado.

2. Faça slides que consolidam a sua fala, e não que a repete: os slides devem demonstrar, com provas emocionais, que o que você está dizendo é a verdade.

Se for falar sobre a poluição em Houston, por exemplo, invés de apresentar quatro marcadores sobre dados sobre a saúde ambiental da cidade, por que você não lê os dados e apresenta fotos de vários pássaros mortos, fumaça e uma imagem de pulmões infectados, por exemplo? Isto é trapaça! Não é justo! Mas funciona.

3. Crie um documento escrito: escreva com o máximo de informações e notas de rodapé você quiser. Quando começar a apresentação, diga ao seu público que você irá entregar os detalhes da palestra posteriormente, para que eles não precisem fazer anotações durante a apresentação. Lembre-se, o seu foco deve ser em fazer uma venda emocional. O documento é uma prova para ajudar os intelectuais que estão te assistindo a aceitarem as ideias que você vendeu emocionalmente para eles.

IMPORTANTE:
Não entregue o material escrito no início da palestra! Se você fizer isso, as pessoas vão ler o documento durante a apresentação e vão te ignorar. Invés disso, o seu objetivo é fazer com que eles se sentem na cadeira, confiem em você e aceitem os pontos emocionais e intelectuais que você está apresentando.

4. Crie um círculo de feedback: se a sua apresentação de PowerPoint for para uma aprovação de projeto, entregue para as pessoas um formulário de aprovação do projeto para feedback, para que não tenha nenhum tipo de ambiguidade sobre o que vocês concordaram na apresentação.

A razão pela qual você está fazendo uma apresentação é para realizar uma venda. Então, faça isso!

Pontos são para a escola!

Aqui estão cinco regras que você precisa manter em mente para criar apresentações de PowerPoint brilhantes:

1. Não use mais do que seis palavras por slide. NUNCA. Nenhuma apresentação de PowerPoint é complexa demais para poder quebrar esta regra.

2. Sem fotos amadoras. Use fotos profissionais de bancos de imagem.

3. Não use as transições de slide animadas.

4. Efeitos sonoros podem ser usados em alguns momentos das apresentações, mas nunca use os que já estão presentes no programa. Em vez disso, grave sons e músicas de CD’s e aumente as chances de que as pessoas tenham memória emocional sobre a palestra. Se as pessoas começarem a se mexer para acompanhar o ritmo da música, você os impediu de cair no sono e deixou claro para eles que a sua não é apenas mais uma reunião ou apresentação de PowerPoint qualquer.

5. Não entregue cópias impressas dos seus slides. Eles não funcionam sem você e sua apresentação.
O sucesso é fácil de descrever: você projeta um novo slide de PowerPoint e as pessoas têm reações emocionais despertadas. Elas se sentam direito nas cadeiras e se mostram curiosas para saber o que você tem a dizer a respeito daquela imagem projetada. Então, se você fizer tudo certo, conforme planejado, todas as vezes que as pessoas pensarem sobre o que você falou, eles vão visualizar a imagem, e vice-versa.

Claro, este é um jeito diferente do que o que a maioria das pessoas costuma fazer. Mas todas as outras pessoas estão ocupadas defendendo o status quo (o que é fácil), enquanto você está ocupado apresentando com ótimas inovações, o que é muito mais difícil.

Com o uso das ferramentas como o CorpTraining e o CorpMeeting, que agregam audiconferência e webconferência, as mensagens passam a ser enviadas através de um ambiente online seguro e totalmente interativo, que pode ser acessado a partir de qualquer dispositivo conectado à Internet. Também, a sua apresentação de Power Point pode ser integrada junto com diversas ferramentas de apoio como: CHAT, Espaço para Perguntas, Espaço para Download de Arquivos, Enquetes, Fórum, etc. Entre no site da CorpTV (www.corptv.com.br) e saiba mais detalhes.

FONTE: CorpTV

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Remover um pendrive com segurança faz alguma diferença?


Historicamente, sistemas operacionais tratam discos como objetos que não poderiam mudar de estado repentinamente. Quando o sistema lê ou grava arquivos, ele espera que estes documentos permaneçam acessíveis e não desapareçam repentinamente no meio da leitura ou gravação.

Se um arquivo está aberto, o programa que o lê espera poder retornar a ele para continuar a leitura. De modo semelhante, comandos de gravação podem ser despachados para uma sub-rotina e esquecidos pelo programa principal. Se um disco desaparece durante o período em que uma sub-rotina é chamada e enquanto um arquivo é gravado no disco, o arquivo em questão é perdido para sempre.

Antigamente, existiam processos formais para “montar” e “desmontar” mídias de armazenamento, e o ato físico de montar uma fita ou disco acionava interruptores mecânicos para detectar a presença e a ausência desta mídia. Algumas delas até possuíam bloqueios mecânicos para impedir que fossem ejetadas ou removidas antes que software que a estivesse utilizando terminasse o processo.

O disquete do Macintosh e o disco óptico providenciam exemplos mais modernos de bloqueio físico e bloqueio de software. Um usuário poderia ejetar a mídia apenas por comandos de software, mas esse comando poderia falhar caso algum programa deixasse um arquivo aberto na mídia — e aí entramos no armazenamento por USB.

Não existe bloqueio mecânico em uma conexão USB para determinar a montagem física e a de software. O usuário pode arrancar o dispositivo do sistema operacional a qualquer momento, e xingar o quanto quiser sobre a repentina perda de mídia. “Ei! Eu estava usando isso!”

E os sintomas podem incluir: perda de dados, arquivos corrompidos, programas travando ou computadores solicitando uma reinicialização. Remover o dispositivo com segurança significa a “desmontagem” do software necessária para prevenir que coisas ruins aconteçam caso o programa não tenha mais acesso à mídia.

Remover com segurança faz o seguinte:
- Grava todos os arquivos pendentes no drive USB

- Alerta todos os programas que o drive será removido e que uma ação apropriada deve ser tomada

- Alerta o usuário quando um programa não consegue responder à remoção, com arquivos ainda presos e/ou em uso

Você pode remover um pendrive a qualquer momento, mas você fica à mercê de como os programas irão lidar com o repentino desaparecimento dele.

Em computadores modernos, muitos passos foram dados para evitar problemas durante uma remoção repentina e sem segurança. Por exemplo, o Windows tem um recurso chamado “Otimizar para remoção rápida”, que garante que os dados sejam gravados rapidamente, em vez de agrupados no cache e gravados de forma eficiente.

É muito difícil fazer as pessoas mudarem de hábitos. Caso você esteja apenas lendo arquivos em uma mídia, a remoção com segurança talvez não seja necessária. Agora, se você estiver gravando ou modificando um arquivo, é preciso tomar mais cuidado – você só poderia pular a remoção com segurança caso não tenha modificado nada há algum tempo, ou não esteja fazendo algo como indexar o disco.

Como um amigo meu uma vez disse: a vida é muito curta para remover drives com segurança.

Entretanto, a remoção segura faz diversas ações importantes e é, de fato, a única forma segura de remover um disco. Você provavelmente não vai precisar dela na maioria das vezes, mas é um bom hábito para se manter, uma vez que perder arquivos é sempre um problema.

FONTE: CorpTV

Os 7 hábitos da força de trabalho remota eficaz


Autor: Andre Sharpe

Nosso relatório Gestão à distância revela que quase 50% dos profissionais no mundo agora trabalham remotamente por metade da semana. O trabalho remoto tornou-se padrão para que colegas de trabalho que nunca se viram colaborem um com o outro.

7 metódos para tornar uma equipe remota mais produtiva:

1. Checar a equipe algumas vezes ao dia.
Em qualquer local que o seu time estiver, reuniões diárias mantém todos unidos e trabalhando para o mesmo objetivo. Seu gerente e outros membros da equipe precisam ter confiança e entender o que você está fazendo.

2. Use a tecnologia para estabelecer confiança.
Tente manter um chat em grupo ou uma transmissão via webcam frequentemente. Isso ajuda o seu time a se comunicar como se estivessem lado-a-lado, questionando e tendo idéias. Alternativamente, um sistema de micro-relatórios automatizado permite que todos compartilhem pequenos progressos; quando um membro termina uma tarefa, todo o grupo recebe um aviso. Esse processo mantém todos ativos e lhes permite ter referência de sua própria atividade com os seus pares.

3. Toda a equipe tem a oportunidade de se utilizar de um espaço de trabalho profissional.
Todos precisam de um espaço de trabalho quieto e calmo, o que não é sempre possível em casa. Ter um espaço de trabalho separado e se manter afastado das distrações domésticas vai aumentar a produtividade dos trabalhadores remotos. O Regus BusinessWorld pode fornecer isso com uma fração do custo de um escritório fixo.

4. Mantenha processos e metas rigorosos.
Para pessoas que trabalham remotamente não ficarem isoladas, processos operacionais rígidos são vitais. Procedimentos signoff, pontos de controle de qualidade e objetivos diários devem sempre estar fortemente em foco. Considere a elaboração de novos contratos de trabalho para ajudar as pessoas a compreenderem que estes processos devem ser incorporados em tudo o que fazem.

5. Conheçam-se pessoalmente.
Uma ou duas vezes por ano, reúna toda a sua equipe para uma reunião pessoalmente. Pode ser fora da empresa ou em uma sessão de planejamento estratégico. Encontre o ponto de encontro que é mais conveniente para toda a equipe ao invés de deslocar todos para a sua sede.

6. Construa o espírito de equipe.
Semanalmente, organize uma sessão de jogos online, um quiz via Skype, ou simplesmente socialize via mensagens instantâneas. É crucial que sua equipe remota se conheça.

7. Organize reuniões individuais.
Um dos principais argumentos contra o trabalho remoto é a confiança do gestor: de acordo com o relatório Gestão à distância, 54% dos gerentes não confiam em como seus colaboradores à distância passam o tempo. Organize freqüentes reuniões individuais com seu gerente e seus subordinados diretos para analisar a produtividade, relatar sobre o suas vitórias, ouvir o feedback e definir seu próximo conjunto de metas.


Informações da Empresa: a CorpTV é uma empresa especializada na tecnologia Streaming (Transmissão de dados - vídeo/áudio) para a criação de soluções de comunicação corporativa à distância, transmissão de eventos corporativos e comerciais via internet ou intranet (Videoconferências Ponto-a-Ponto ou Multiponto, Webconferência, Webcast, etc) e criação de canais de TV e Rádio via internet (WEBTV e WEB Rádio).

FONTE: CorpTV

Top 6 Big Data: o que fazer e não fazer


Para muitas organizações, esse processo rapidamente se transforma em um exercício irresistível. Com o acesso a fontes de dados mais recentes, como streaming de dados de dispositivos, dados não estruturados de redes sociais e dados transacionais on-line, muitas organizações não sabem por onde começar a procurar respostas, muito menos como fazer as perguntas certas. Segundo um estudo da IDG Research, somente 26% dos entrevistados disseram que suas organizações sabem quais perguntas fazer.

"Os profissionais precisam deixar os dados guiá-los, dessa maneira as questões se tornarão óbvias. Trata-se de uma abordagem old-school, ou seja, começar com uma pergunta e depois encontrar os dados para respondê-la. Isso vai ajudar a impulsionar a organização para o Big Data", diz Scott Chastain, Engenheiro Sênior de Sistemas da SAS.

6 dicas sobre o uso do Big Data:

1. Não suponha que uma abordagem mais ambiciosa trará melhor retorno. As organizações devem começar com projetos pilotos menores, e mais fáceis de serem mensurados. É crucial escolher os projetos certos para testar a capacidade tecnológica.

2. Não concentre os esforços exclusivamente nas necessidades das áreas de negócio. O sucesso é mais tangível quando as organizações pensam globalmente, mas atuam localmente. "Diminuir o risco é, muitas vezes, mais eficaz como um projeto inicial do que focar na melhor compreensão dos concorrentes ou na criação de novas oportunidades," diz Fiona McNeill, Gerente Global de Marketing de Produto do SAS. "Estas últimas tarefas são mais difíceis e demoram mais tempo para serem medidas. O objetivo é encontrar projetos com ROI imediatamente mensuráveis".

3. Não espere que a tecnologia, por si só, garantirá os resultados desejados. Embora a pesquisa mostre que a falta de tecnologia seja o principal obstáculo - especialmente entre as pequenas e médias empresas - a tecnologia está disponível para todos. E, em alguns casos, as organizações podem aproveitar as soluções de código aberto para testar as suas capacidades, a título experimental. Não existe nenhuma solução definitiva para obter sucesso com a análise de dados.

4. Construa a capacidade colaborativa. Usar conjuntos de ferramentas e processos que tornam o Big Data acessível, muitas vezes, é prova instrumental na resolução de alguns dos principais desafios descritos no estudo, explica Chastain. "A capacidade de aproveitar o poder do Big Data exige mais do que tecnologia. Ele exige a colaboração entre as áreas de Negócio e TI. As organizações que promoverem maior colaboração serão as únicas a se beneficiarem, a partir de uma plataforma Hadoop".

5. Tenha uma abordagem passo a passo. Ao invés de cometer o erro comum de tentar resolver problemas desconhecidos com dados desconhecidos, as organizações melhores sucedidas começam por resolver um problema conhecido de uma maneira nova. O próximo passo é então resolver o mesmo problema com os novos dados, e depois passar para a resolução de novos problemas com os novos dados. "As organizações que têm uma abordagem progressiva possuem a maior probabilidade de alcançar o sucesso," diz Chastain.


6. Pense estrategicamente, aja de modo tático. Ao optar por um projeto de Big Data, algumas organizações estão focadas em construir uma plataforma para resolver um problema de negócio específico. Isso geralmente é visto como uma experiência e não há uma continuidade. No entanto, com os objetivos estratégicos bem definidos muitos projetos serão realizados com sucesso. Isto é importante pois, muitas vezes, será através de aplicações contínuas que as empresas perceberão o verdadeiro valor e potencial do Big Data.

FONTE: CorpTV

terça-feira, 7 de julho de 2015

Banda larga móvel cresce três vezes mais rápida no Brasil do que no restante do mundo


A banda larga móvel no Brasil vem se expandindo em um ritmo três vezes mais acelerado do que o restante do mundo. A constatação pode ser feita com base nos dados do relatório da União Internacional de Telecomunicações (UIT). O documento evidencia o mercado de banda larga móvel no mundo como o segmento mais dinâmico das telecomunicações quando se considera a proporção entre o número de acessos e a população.

Isso porque o estudo da UIT mostra que, nos últimos cinco anos, o número de acessos em banda larga móvel no mundo cresceu quatro vezes, passando de 807 milhões em 2010 para 3,4 bilhões em 2015, conforme a previsão da entidade. Nesse mesmo período, no Brasil, o número de acessos cresceu 12,5 vezes, passando de 14 milhões, em 2010, para 180 milhões em abril de 2015.

O Brasil se destaca também na penetração da banda larga móvel, superando inclusive o índice dos países desenvolvidos, segundo a UIT. Pelo relatório, a média mundial é de 46 acessos por 100 habitantes, subindo para 86,7 nos países desenvolvidos e chegando a 88,2 no Brasil. A cobertura 3G no Brasil também está bem acima da média mundial. Enquanto no mundo 69% da população moram em cidades com cobertura 3G, no Brasil esse índice é de 93% da população.

O Brasil, segundo o estudo, tem 49% de domicílios conectados à internet, volume também superior à média mundial, que é de 46%, e ultrapassando, em muito, a média de países em desenvolvimento (34%). O mesmo ocorre com o índice de usuários de internet, que no Brasil é de 51% da população enquanto a média mundial é de 43%. A média de usuários de internet nos países em desenvolvimento é de 35%.

Mesmo a banda larga fixa, que enfrenta obstáculos geográficos e financeiros para se expandir, apresenta um índice de penetração acima da média mundial e dos países em desenvolvimento, com 12 acessos por grupo de 100 habitantes.

Preço - De acordo com o estudo da UIT, os preços da banda larga praticados no Brasil estão bem abaixo da média dos países de seu grupo, considerados em desenvolvimento. Se levarmos em conta o poder de compra (PPP$), o brasileiro paga pela banda larga fixa apenas 22% do preço médio dos países em desenvolvimento. Nesse grupo de países, o valor médio é 74,50 (PPP$), enquanto no Brasil é 16,60 (PPP$). No caso da banda larga móvel, o preço praticado no Brasil (29,51 PPP$) está em linha com a média mundial (30,10 PPP$) e é 16% menor que a média dos países em desenvolvimento (35,30 PPP$).

Os preços praticados no Brasil têm apresentado queda sistemática nos últimos anos, mesmo diante dos cenários de dificuldades econômicas e redução nas margens de lucro. Qualquer comparação de preços com outros países, no entanto, deve considerar a elevada carga tributária brasileira. Segundo levantamento da consultoria Teleco, os tributos no Brasil representam 43% da receita líquida, quase o dobro do segundo colocado, que é a Argentina (26%) e 14 vezes maior que os da China (3%). No ano passado, foram recolhidos R$ 60 bilhões de reais em tributos, incluindo os fundos setoriais, que não vêm sendo utilizados para a sua finalidade original.

A Telebrasil, por sua vez, entende que é necessária a implantação de políticas públicas que sustentem o crescimento dos próximos anos, estimulem investimentos, garantam a continuidade da expansão dos serviços e a diminuição dos preços para os usuários. Também destaca como essencial o estímulo ao uso de tecnologias da comunicação e da informação por um número cada vez maior de brasileiros e na oferta de serviços públicos, para impulsionar o desenvolvimento, a produtividade e competitividade do País.