terça-feira, 30 de setembro de 2014

Brasileiros passam oito horas por dia usando várias telas


Autora: Cristina De Luca

Em média, o consumidor latino-americano passa cerca de sete horas por dia usando várias telas – 5% a mais do que a média global, revela o mais recente estudo comportamental AdReaction LatAm, da Millward Brown. E no Brasil, a média é ainda maior do que nos demais países latino-americanos pesquisados. Os consumidores brasileiros ficam quase oito horas por dia em frente a alguma tela. O smartphone é o líder nessa estatística, atraindo a atenção dos brasileiros por cerca de duas horas e meia, diariamente. Nos tablets, a média diária cai para pouco mais de uma hora.

Veja outros dados do Brasil.



Os resultados do AdReaction Latam são parte de uma pesquisa global da Millward Brown com consumidores entre 16 e 44 anos de idade, buscando averiguar como as pessoas consomem mídia em telas diversas – laptop, TV, tablet e smartphone, em 37 países. Envolveu mais de 12 mil consumidores. A pesquisa completa será apresentada pela Millward Brown no Festival of Media LatAm, que acontece em Miami, de 1º. a 3 de outubro.

Em países como Argentina, Colômbia, Brasil e México, o consumidor multiscreen gasta em média cerca de 2,7 horas em seus smartphones e menos de uma hora em um tablet. O tempo gasto em laptops fica em segundo lugar nestes países, com o consumidor dispendendo pouco mais de duas horas por dia, em média, neste dispositivo. A televisão, considerada como um dos eletroeletrônicos mais populares da América Latina, ocupa apenas o terceiro lugar, com pouco menos de duas horas a cada dia. Em comparação com a média global, os consumidores latino-americanos permanecem 10% a mais em seus smartphones e gastam um tempo 13% maior em em seus laptops.

Os dados do estudo AdReaction revelam ainda que a maior parte do tempo gasto em multiscreen na América Latina é para o envolvimento, em telas diferentes, com conteúdos diversos, não relacionados entre si – fenômeno comportamental conhecido como “empilhamento”.

A alternância entre dispositivos e o uso não simultâneo de telas durante o dia, também foram analisados no estudo. Trinta e sete por cento dos consumidores globais iniciam uma tarefa em um aparelho de TV e dão continuidade a ela, separadamente, em um smartphone. Mexicanos e argentinos são mais propensos a ter este mesmo comportamento, (48% e 47%, respectivamente), enquanto um em cada três consumidores brasileiros fazem o mesmo.

O estudo AdReaction também revela quais telas tem maior impacto sobre os consumidores, no que se refere a mensagens de marca. A televisão tradicional mantém o seu poder: mensagens de marca transmitidas através deste canal alcançam favorabilidade de 47% na América Latina, resultado ligeiramente superior à média global de 41%. A favorabilidade para anúncios em smartphones alcança o segundo lugar, com 33%. Os anúncios em tablets possuem a menor taxa de favorabilidade entre os latino-americanos, com a média de 24%.

“Os dados do estudo AdReaction revelam como o uso múltiplo é uma parte importante do cotidiano dos consumidores na América Latina, destacando as muitas oportunidades que daí decorrem para as marcas que precisam passar mensagens consistentes em várias telas, levando em conta comportamentos diversos e diferentes momentos de cada dia”, comenta James Galpin, chefe de mídia e soluções digitais para a América Latina, da Millward Brown.

“As marcas precisam ser consistentes e criativas ao mesmo tempo para garantir que suas mensagens funcionem de acordo com os comportamentos multiscreen, especialmente visto que o "empilhamento" tornou-se uma tendência proeminente”, completa. Atlas

Não por acaso o Facebook acaba de anunciar a Atlas, plataforma de medição e ad serving baseada em dados de pessoas reais e ações reais e não em cookies, já que eles não funcionam nos dispositivos móveis e, na opinião da rede social, também falham em outros aspectos. ” Os cookies superestimam o alcance e subestimam a frequência, além de perder alguns aspectos de conversão e não ser tão precisa em target demográfico”, afirma o Facebook.

Segundo a rede social, com o marketing baseado em “pessoas” (ou people-based marketing) os anunciantes poderão:
- alcançar as pessoas certas na hora certa independente dos aparelhos;

- medir o impacto verdadeiro no crescimento das vendas;

- compreender a “jornada do consumidor”, do primeiro contato à venda final, seja online ou off-line.

Em outra palavras, a missão da plataforma Atlas é resolver o problema do cross device por meio da segmentação, oferecendo serviços e mediação em todos os dispositivos. O Facebook promete conectar campanhas online a vendas off-line, provando de fato o impacto real que as campanhas digitais têm no aumento do alcance em novas vendas.

Segundo o Facebook, a plataforma foi reconstruída a partir de um código inteiramente novo, com uma interface de usuários desenhada para as necessidades de planejadores de mídia e analistas de tráfego. Capacidades de segmentação e medição estão incluídas e assim como ferramentas para avaliar o desempenho de campanhas de marketing cross device. A intenção é facilitar a otimização das decisões e tornar os investimentos com mídia mais eficientes.

“Da mesma forma como a segmentação de ads funciona no Facebook atualmente, o Atlas não precisa compartilhar seu nome ou informações de contato com anunciantes. Os anunciantes apenas saberão o tamanho da audiência-alvo, combinada com as informações demográficas básicas sobre as pessoas que eles atingem (para fins de medição)”, explica a rede social.

Importante: o Atlas funciona como uma entidade separada do Facebook. A plataforma não está incluída nas mídias do Facebook e é vendida separadamente.


E ainda que o Atlas entregue medição baseada em pessoas para os anunciantes, a rede social continuará a utilizar cookies. “Fazemos isso para honrar o padrão da indústria para opt-out nos anúncios baseados em comportamento, conforme descrito pela Digital Advertising Alliance. Deste modo, estamos constantemente avaliando novas formas de oferecer às pessoas controles adequados sobre sua experiência com anúncios, incluindo navegadores com controles como o “Não rastreie”, baseados em dispositivos e baseados em pessoas, aplicados a múltiplos dispositivos e navegadores”, afirma a equipe do Facebook.

FONTE: CorpTV

Reuniões e treinamentos virtuais otimizam serviços das empresas


Em busca de economia de tempo e dinheiro, empresas têm lançado adotado a comunicação via web, aplicativos e softwares para dinamizar as conversas com clientes, parceiros e funcionários. Com praticidade e segurança, esses recursos digitais permitem rapidez na comunicação para o ambiente interno ou externo, conectando pessoas para reuniões, conferências e treinamentos à distância.

Ferramentas de Videoconferência têm sido cada vez mais decisivas em companhias cada vez mais integradas em redes ou segmentos de negócios ou ainda que tenham muitas filiais ou clientes geograficamente distantes. Elas permitem encurtar distâncias, concretizar acordos, treinar mão-de-obra e atualizar e unificar estratégias corporativas, tudo isso de forma prática, acessível e produtiva.

Os recursos unem imagem, voz, texto e permitem a gravação dos dados, formando um acervo digital de valor inestimável para a empresa. Os próprios participantes podem compartilhar entre si os arquivos usados nas apresentações. Além disso, com a evolução dos processadores e das próprias ferramentas, as reuniões virtuais estão cada vez mais sincronizadas e interativas.

A maior vantagem, no entanto, reside no aspecto financeiro. Além de otimizar o tempo dos participantes, as reuniões virtuais economizam milhares de reais em termos anualizados para a empresa, que seriam gastos em passagens aéreas, acomodações, alimentação, entre outros. Os treinamentos virtuais, por sua vez, eliminam a necessidade de auditórios físicos e possibilitam a participação simultânea de centenas de pessoas.

Na Globaltec, por exemplo, os treinamentos das equipes são feitos por meio da plataforma de Videoconferência. O conteúdo fica armazenado numa área restrita do site e pode ser acessado por colaboradores em vários estados, sempre que tiverem alguma dúvida.

“Um único consultor vindo do Sul do país para apenas um dia de treinamento em Goiânia, onde fica a sede da empresa, custaria cerca de R$ 4 mil com viagens, hospedagem, locomoção, entre outros. Além disso, temos outros custos com apostilas, aluguel de espaços para eventos maiores e outros itens”, explica Viviane Ferreira, gerente de relacionamento da Globaltec. Já o custo médio da ferramenta digital varia, dependendo do número de licenças, qualidade da transmissão e usuários conectados.


Informações da Empresa: a CorpTV é uma empresa especializada na tecnologia Streaming (Transmissão de dados - vídeo/áudio) para a criação de soluções de comunicação corporativa à distância e transmissão de eventos corporativos e comerciais via internet ou intranet(Videoconferências Ponto-a-Ponto ou Multiponto, Webconferência, Webcast, etc).

FONTE: CorpTV

Marketing Digital: Reservas através de tablets e smartphones crescem 188% no Brasil


A Criteo, empresa de tecnologia especializada em publicidade digital, rastreou as tendências do tráfego em mais de mil sites de viagens em todo o mundo, durante o primeiro semestre de 2014, para elaborar um relatório de análise da indústria de viagens online, o Travel Flash. “O objetivo é trazer dados capazes de mostrar como a publicidade de performance no marketing digital pode alcançar o seu público de forma mais eficaz”, destaca Alessander Firmino, diretor-geral da Criteo.

Para elaborar o relatório, foram analisadas 300 milhões de reservas no valor de mais de US$ 150 bilhões. Os dados abrangem fornecedores de viagens e agências de viagens online em todas as categorias, o que permite verificar o uso dos dispositivos móveis por viajantes, sua ação e o valor das reservas geradas a partir de cada dispositivo para as companhias aéreas, hotéis, locadoras de automóveis, agências de viagens online, apartamentos, cruzeiros, e os operadores ferroviários.

Os dados mostram que os tablets e smartphones representaram o maior crescimento da indústria de viagens online em todo o mundo, em todas as categorias e mercados. Nos primeiros seis meses de 2014, as reservas móveis cresceram 20%. A média do valor das reservas para viagens aéreas foi 21% superior e 13% maior para aluguel de carros em dispositivos móveis que em desktops. Feitos em um smartphone ou tablet, o aluguel de apartamentos aumentou 34% e as reservas de hotéis 21%. E isso não inclui as vendas em aplicativos, que somam uma parte significativa do incremento nas reservas feitas em dispositivos móveis - cerca de 12% das conversões móveis em junho. Estes dados, combinados com o aumento das reservas, significam uma maior receita gerada por meio dos dispositivos móveis.

Além disso, as tendências sazonais e variações regionais influenciam as taxas, como aconteceu com a Copa do Mundo, que impulsionou as vendas do setor de viagens em 42% na América Latina.

No Brasil, o crescimento sazonal de reservas em dispositivos móveis, no primeiro semestre de 2014, cresceu 188%. Em contrapartida, o crescimento sazonal de reservas em desktops, no primeiro semestre de 2014, aumentou 44%.

“Dentro deste mercado altamente competitivo, a publicidade estratégica e os custos de aquisição devem basear-se em uma inteligência específica, em vez de nas tendências do todo. Portanto, é mais importante do que nunca criar uma estratégia diferente para se conectar diretamente aos viajantes e clientes, no momento certo”, diz Firmino.

Como conclusão, a Criteo recomenda que os dispositvos móveis sejam usados para a conquista de novos clientes, novas vendas e toda experiência online deva ser otimizada neste formato, para incentivar as conversões em todos os dispositivos. Os gastos das empresas entre desktop e anúncios para dispositivos móveis deve ser fluida, com adaptações das estratégias de marketing em tempo real, para aproveitar as oportunidades, quando elas acontecem.

Os resultados globais:
• As reservas móveis estão crescendo mais rápido do que em desktop: 20 % contra 2 % durante os primeiros seis meses de 2014.

• Smartphones e tablets são responsáveis por 21 % das reservas de hotel.

• O aluguel de apartamento é a categoria com maior penetração móvel (34% globalmente)

• O valor das reservas móveis está aumentando em todas as áreas, exceto para o alojamento. O valor da reserva média foi de 21 % mais elevada para o transporte aéreo, 13 % mais elevada para aluguel de carros, mas 30% menor para reservas de hotéis em dispositivos móveis do que em desktops.

• In-app contabiliza 12 % do total de reservas móveis.

• O valor das reservas de dispositivo varia em todas as categorias: há uma média de mais de US$ 600 gasto a mais com pacotes registrados no iPad em comparação com aqueles reservado através de qualquer dispositivo Android. No entanto, o valor das reservas de voos Android supera todos os outros dispositivos móveis.

Informações da Empresa: a CorpTV é uma empresa especializada na tecnologia Streaming (Transmissão de dados - vídeo/áudio) para a criação de soluções de comunicação corporativa à distância e transmissão de eventos corporativos e comerciais via internet ou intranet(Videoconferências Ponto-a-Ponto ou Multiponto, Webconferência, Webcast, etc).

FONTE: CorpTV

Tecnologia: O que considerar ao comprar um dispositivo inteligente


Autor: Fernando Mercês

No ano passado, foi possível observar um número crescente de ataques a dispositivos domésticos inteligentes, como câmeras de babá eletrônica, televisores e lâmpadas. Isso é uma consequência mais do que esperada da transformação das nossas casas em ambientes mais inteligentes. A lógica é a mesma da lei da oferta e da demanda: quanto mais amplo for o número de objetos adeptos à Internet das Coisas, mais ampla será a gama de oportunidades para ataques cibernéticos.

Para evitar ameaças e ataques dos cibercriminosos, é necessário que o consumidor esteja atento a alguns detalhes, antes de decidir comprar um dispositivo inteligente.

Aqui, o foco serão os objetos de uso doméstico, que não possuem opções de soluções de segurança, portanto, não estão incluídos tablets, smartphones e computadores.

1. Autenticação
É essencial verificar se o dispositivo inteligente exige, por exemplo, um nome de usuário ou uma senha de acesso. Muitos dispositivos inteligentes não têm meios de fornecer autenticação, mas um objeto inteligente bem projetado necessita ser capacitado com algum tipo de autenticação que permita ao proprietário controlar adequadamente o acesso a ele.

2. Alteração na configuração padrão
O dispositivo inteligente, normalmente, vem com credenciais de acesso padrão. Durante a instalação inicial, ele precisa solicitar que o usuário mude o nome de usuário e senha. Fazer essa alteração ajuda a evitar que um invasor acesse o dispositivo.

3. Senha forte
O usuário deve se certificar de que sua senha não seja fácil de adivinhar. Boas senhas devem ter uma complexa combinação de, pelo menos, oito caracteres alfanuméricos (letras maiúsculas e minúsculas, números, sinais de pontuação, símbolos matemáticos e afins). Além disso, é fundamental evitar a reutilização de senhas ao longo do tempo e o uso da mesma senha para outros dispositivos.

4. Atualização
As atualizações do dispositivo o mantem funcionando corretamente e com segurança, mas a maneira de receber essas atualizações podem ser um desafio. A atualização de um dispositivo, atualmente, é tanto responsabilidade dos fabricantes, quanto dos consumidores. O consumidor precisa considerar se o processo de obter a versão mais recente do sistema do produto irá ser muito complexa ou tomar muito do seu tempo.

5. Bateria
É importante que o hub inteligente consiga monitorar o nível da bateria e consiga notificar quem utiliza o dispositivo de que ela precisa ser trocada ou carregada. Quando um dispositivo inteligente ficar sem bateria, ele pode parar de funcionar e abrir os consumidores a riscos físicos.

6. Vulnerabilidades
As vulnerabilidades de um dispositivo podem permitir que um cibercriminoso o acesse e explore suas informações. Por isso, é essencial saber quantas vulnerabilidades já foram publicadas e se o fabricante já lançou atualizações com as devidas correções. Como os fabricantes e fornecedores se propõe a revolver esses problemas podem salvar ou expor o usuário a riscos.

7. Segurança dos dados armazenados
Ao armazenar dados do usuário, é interessante que haja opção de criptografia. Dessa forma, o acesso a esses dados é dificultado em caso de perda ou roubo. Mas uma boa senha já ajuda neste cenário. Ainda, é importante se certificar que a comunicação externa é feita de forma criptografada, diminuindo as chances de um atacante conectado à mesma rede ter acesso irrestrito às informações que trafegam ali.


Obviamente, esses são apenas alguns pontos que o consumidor deve levar em consideração na hora da compra de um dispositivo inteligente. Existem outros fatores que também são de grande importância, como o tempo de garantia do produto e o preço. Mas, se o usuário estiver preocupado com a sua segurança, levar em consideração os itens descritos acima ajudará a minimizar, consideravelmente, a possibilidade de ataques a sua casa.

FONTE: CorpTV

Windows 9: o que já sabemos sobre o sistema operacional da Microsoft


Autor: Jared Newman

Windows 9. Threshold. Ou só Windows. Qualquer que seja o nome que a Microsoft finalmente escolha para seu próximo sistema operacional, o produto está sendo projetado para ser uma grande mudança se comparado com os Windows que vieram antes dele.

A diferença é que desta vez, ao invés de assustar, a Microsoft está se preocupando em cooptar a base de usuários - especialmente os corporativos - para abraçar a novidade. Se os boatos e vazamentos forem corretos, a empresa deverá desfazer algumas das mudanças drásticas assumidas pelo Windows 8, ao mesmo tempo que vai estrear uma grande transformação, já há muito tempo devida, para o Windows.

As novidades deverão ser reveladas nesta terça-feira, 30/09, num evento para jornalistas marcado para as 13h00 (horário do Brasil) em San Francisco (Califórnia). Confira a seguir, o que sabemos sobre as mudanças e correções:

Desfazendo estragos
As grandes mudanças do Windows 9 estão direcionadas para o grupo de usuários de desktop que nunca se recuperou do redesenho dramático da interface inaugurado pelo Windows 8. Isso quer dizer que eles vão ter volta o menu Start clássico surgindo do canto esquerdo inferior da tela, ao invés de ter de percorrer a tela inteira como acontece no Windows 8. Um vídeo que vazou na internet mostra como está montada a nova interface.

Convergência isolada
A Microsoft não abriu mão por completo do plano de ter um só Windows para diferentes dispositivos como smartphones, tablets e PCs. Mas com o Windows 9 a empresa vai modificar a visão oferecendo uma versão separada para smarphones e tablets que enfatiza a interface moderna e as apps da Windows Store.

Parece que voltamos à fase do Windows RT, mas com diferenças importantes: essa versão vai funcionar em smartphones e em tablets e deverá ser compatível com dispositivos de arquitetura ARM ou Intel Atom, segundo publicou a ZDNet. Mais importante que isso, essa nova versão não vai incluir o desktop, eliminando a confusão que fez do Windows RT um fracasso logo de cara.
A única questão é como ficam os dispositivos híbridos como o Surface Pro 3 e o ThinkPad 10 da Lenovo. É pura especulação, mas aparentemente os híbridos baseados em arquitetura Intel - especialmente os modelos maiores - vão ganhar versões do Windows centradas no desktpo com a opção de ativar recursos específicos de tablets.

Renovando o software do desktop
Está claro que a Microsoft pretende criar uma distinção entre dispositivos touch e os PCs tradicionais controlados por mouses, teclados e trackpads. Mas o que vai manter todos juntos será a Windows Store e seus apps.

Com o Windows 8 a Microsoft lançou a Windows Store apostando numa nova safra de software para tablets e telas sensíveis ao toque, mas o esforço não gerou o resultado esperado. Ensanduichada entre a adoção lenta dos tablets Windows e o interesse mínimo dos usuários tradicionais de PCs pelos apps, a Windows Store foi rapidamente ignorada pelos grandes desenvolvedores e ficou cheia de lixo. A Microsoft só recentemente começou a limpar a bagunça.

O Windows 9 representa uma segunda chance para a empresa, na medida em que a Microsoft faz um grande esforço para levar os apps da Windows Store apps para o desktop. Os usuários poderão executar esses apps dentro de uma janela ou em modo de tela cheia, e eles terão ícones ao longo da barra de tarefas como qualquer outro programa.

Mais enfeites, é claro
Se o Windows 9 fosse apenas para combater os estragos do Windows 8, ele não seria tão atraente para os usuários do Windows 7 que estão satisfeitos com o produto. Portanto é de esperar que a Microsoft coloque um pouco mais de cor e novos recursos no produto para chamar a atenção de todos.

Conforme os vazamentos recentes, os desktops virtuais serão uma das grandes novidades do Windows 9. Semelhantes ao recurso de Workspaces do Ubuntu Linux, eles permitem que os usuários possam espalhar seu trabalho por múltiplos desktpos, liberando-os de confusão na hora de mudar de uma tarefa para outra. Os desktops virtuais deverãi ser controlados por meio de um ícone de janelas no lado esquerdo da barra de tarefas, para que os usuários possam mudar de um workspace para outro com um par de cliques.

A Microsoft também poderá trazer vários recursos do Windows Phone para o lado do PC, incluindo o assistente virtual Cortana e uma central de notificações que aparece do lado direito da barra de tarefas do desktop. Os recursos de Wi-Fi Sense e Storage Sense também poderão migrar do Windows Phone, facilitando a vida dos usuários que querem entrar online ou que querem liberar espaço extra de armazemanamento.

Um novo começo para “Windows”
Até agora a Microsoft não tinha dado um nome específico para a nova versão do Windows. Seu nome código é "Threshold” e “Windows 9” é meramente um identificador que a mídia e os especialistas têm usado para se referir ao novo sistema operacional.

Há uma teoria de que a Microsoft vá abandonar números e passar a chamar o sistema operacional simplesmente de “Windows.” A idéia é que o Windows 9 não seria apenas um upgrade, mas sim o marcador final de um ciclo de upgrades de Windows da forma como conhecemos até agora.

Ao invés de distribuir grandes atualizações a cada dois ou três anos, a Microsoft poderia mudar para uma longa lista de updates gratuitos, seguindo o mesmo caminho adotado pela Apple com o iOS eo Mac OS X, e pela Google com o Android e o Chrome OS.

O presidente da Microsoft na Indonésia afirmou recentemente que o Windows 9 será gratuito para os usuários do Windows 8, uma informação que a Microsoft já tinha mencionado inicialmente durante sua conferência Build, no início do ano.

Embora essa mudança de modelo possa representar uma pequena perda na receita de licença do Windows, de outro lado ele pode evitar um próximo "XPocalypse" e criar um ecossistema menos fragmentado para a Microsoft gerenciar.

Em última instância, há sinais de que a Microsoft planeja simplificar suas marcas. O mais recente Windows Phone da HTC foi oficialmente batizado de HTC One (M8) com Windows, e os vazamentos recentes continham apenas as palavras “Windows Technical Preview” no desktop.


Com um novo CEO e um novo mantra, está claro que a Microsoft está interessada em limpar a lousa para recomeçar. Nào se surpreenda se o nome e o modelo de negócios que forem anunciados amanhã sejam uma nova iniciativa para distanciar a Microsoft do seu passado, mesmo que o produto esteja fazendo as pazes com os usuários tradicionais de PCs.

FONTE: CorpTV

Startupês: os significados de 20 termos comuns no mundo das startups


Autora: Livia Maria

Hoje, não apenas no Brasil, estamos vivendo um momento extremamente promissor e frutífero para os desenvolvedores de startups. Em plena expansão, esse mercado oferece grandes oportunidades para os empreendedores e investidores. E, ao mesmo tempo, traz também todo um universo de novos termos que podem não ser muito familiares a que está chegando à área agora.

Para dar uma ajudinha, separamos 20 termos que consideramos mais comuns no mundo das startups e explicamos os significados.

Confira:

Pitch
O pitch é uma apresentação com duração de 3 a 5 minutos, com o objetivo de conquistar investidores para um negócio. É o momento em que o empreendedor vai buscar convencer o investidor ou potencial cliente de que sua ideia é mais que uma ideia e tem uma proposta de valor.

Elevator Pitch
O elevator pitch tem o mesmo conceito do pitch, porém de forma mais rápida: a apresentação deve durar o tempo médio que permanecemos em um elevador - entre 30 segundos e 1 minuto.

Pivotar
O termo "pivotar" vem do verbo em inglês to pivot ("mover" ou "tirar do eixo") e significa uma mudança radical no rumo do negócio. Ou seja, quando alguém "pivota" uma ideia, significa que ela está mudando os planos e estratégias que foram pensadas anteriormente para o negócio, que podem não ter dado os resultados esperados.

Investidor-anjo
Um investidor-anjo é um profissional com experiência na área e capital disponível que resolve investir em alguns empreendimentos. Em troca, ele, geralmente, passa a ter um percentual da empresa em que investiu.

Incubadora
As incubadoras são projetos ou empresas que visam ajudar na criação ou desenvolvimento de pequenas empresas, apoiando-as nos primeiros estágios de vida. Em muitos países, as incubadoras são financiados pelo governo como parte da estratégia de desenvolvimento econômico.

Aceleradora
As aceleradoras são a versão mais moderna das antigas incubadoras, mas que, diferentemente destas, são financiadas por empresas sem fins lucrativos ou por capital privado. Em troca, as aceleradoras podem receber ações das empresas que ajudou.

Modelo de negócio
É a forma pela qual uma companhia adiciona valor e potencial de atração para os seus principais públicos-alvo, ajudando a observar os diversos elementos que compõem todas as formas do empreendimento.

Plano de negócio
Geralmente escrito por empreendedores quando desejam iniciar um negócio, o plano de negócio especifica, de forma escrita, a ideia do empreendimento. Além de reunir informações sobre a estruturação da empresa no início da mesma, pode ajudar a informar sobre o empreendimento a investidores de risco.

Produto viável mínimo (MVP)
É a versão mais simples do produto que sua empresa deseja lançar, desenvolvido com uma quantidade mínima de esforço e tempo. O MVP ajuda os empreendedores a iniciarem o processo de aprender da forma mais rápido possível, pois, diferentemente do protótipo, ele não é concebido apenas para testar design ou especificidades técnicas, mas estratégias fundamentais para o negócio.

Coworking
É um modelo de trabalho baseado no compartilhamento de espaço e recursos de escritório. Surgiu como uma alternativa para solucionar os problemas do home office, reunindo pessoas que não trabalham necessariamente na mesma empresa em um espaço produtivo.

Mentor
Os mentores são empreendedores de sucesso, especialistas e outros profissionais do mercado, com experiência e conhecimento sobre empreendedorismo. Eles apoiam os projetos de novos empreendedores, direcionando-os para o bom desenvolvimento da companhia.

Private equity
É um modeo de atividade financeira onde investidores atuam como financiadores de empresas que ainda não estão listadas na bolsa de valores, visando alavancar o seu desenvolvimento.

Venture capital
São investimentos realizados em empresas já estabelecidas no mercado, mas de pequeno e médio portes. Com foco em empresas inovadoras de tecnologia, os recursos são usados para financiar as primeiras expansões das companhias.

Rodada de negócios
As rodadas de negócios são eventos que reúnem comunidades, associações, empresários e cooperativas visando a compra e venda de produtos. Os eventos são ótimas oportunidades para as empresas apresentarem seus produtos para compradores que ainda não conhecem e estabelecerem novos vínculos comerciais.

Startup
Uma startup é uma empresa com histórico operacional limitado, geralmente recém-criadas ou em fase de desenvolvimento, que contam com projetos inovadores e promissores para o mercado em que desejam atuar. Um detalhe importante: precisam ser de alto impacto.

Lean startup
A lean startup ou startup enxuta é aquela que se foca em desenvolver protótipos rápidos e testá-los no mercado, contando, para isso, com grande participação da clientela com seu feedback. Uma startup enxuta tem forte compromisso com a máxima redução de custos e trabalho para atingir seus objetivos, evitando desperdícios e otimizando recursos.

Tração
A tração é o impulso que uma companhia ganha à medida que progride no mercado, medido através da resposta dos clientes e das finanças, embora não haja nada específico para medir esse sucesso.

Founder
O founder é o empresário que criou o negócio, o fundador. A palavra originalmente significa “aquele que forja o aço”. Assim, da mesma forma, o founder de uma empresa está forjando a nova companhia.

Co-founder
O co-founder é alguém que, em conjunto com uma ou duas outras pessoas, é fundamental para iniciar um negócio ou empresa. Cada pessoa envolvida na criação da entidade é considerada um co-founder.

Sumário executivo
O sumário executivo é a primeira seção do seu plano de negócios, com detalhes e informações que irão despertar o interesse do possível investidor a prosseguir com as negociações. Deve ser a última parte do plano a ser redigida e deverá ser escrita em diferentes versões para atender a diferentes funcionalidades (financiamento, parceiros, clientes etc).

Aporte
O aporte pode ser uma ajuda financeira para as empresas que estão, na maioria dos casos, ainda sem caixa, ou para alavancar empreendimentos já estabelecidos. Entretanto, o termo pode designar outros tipos de ajuda também, como "aporte de conhecimento".

Business Model Canvas

Inicialmente proposto por Alexander Osterwalder, o Business Model Canvas é uma ferramenta de mapeamento de todas as áreas de uma empresa. É utilizado para o gerenciamento estratégico, permitindo esboçar e desenvolver modelos de negócios novos ou já existentes.

FONTE: CorpTV

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

O futuro das buscas e SEO no mobile


Autor: Jill Kocher

Com os dispositivos móveis se aproximando e até ultrapassando o desktop, as tendências de busca orgânica estão mudando rapidamente, assim como alguns buscadores, como o Google, indicaram que a busca mobile poderia alcançar a busca do desktop em volume até o final de 2014.

Segundo o relatório “Mobile Path to Purchase”, 53% do tempo gasto na internet vêm dos smartphones e tablets. E os usuários dos dispositivos móveis tendem a usar seus smartphones e tablets para buscas mais complexas, como comparar preços e produtos e buscar pelo endereço das lojas.

De acordo com o Google, 80% dos usuários de smartphones buscam assuntos que influenciam a decisão de compra e 94% buscam por informações de localidade.

O próprio Google está trabalhando para melhorar a experiência de busca mobile. Mudanças contínuas de design e funcionalidades nos serviços web partem da importância da busca mobile, assim como o recente update do algoritmo Pigeon que reformula os resultados da busca local.

Por quê a busca Mobile é diferente?
A busca mobile é diferente porque os dispositivos mobile são diferentes. Eles estão conosco em todos os lugares e geralmente estão ligados aos broadcastings e sinais de localização por onde quer que vamos. Esses sinais de localização levam a uma grande diferença na busca mobile – a possibilidade de personalizar os resultados de busca com informações específicas de determinadas localizações.

Ao mesmo tempo, a portabilidade e mobilidade dos dispositivos mobile leva a outra diferença – as telas e teclados pequenos. Isso impõe mais desafios ao digitar em um teclado pequeno, e quem está digitando tende a usar frases mais curtas durante a busca, além de depender mais de ferramentas de sugestão como o Google Suggest.

Fornecedores de ferramentas de busca e dispositivos móveis investem em peso nas funcionalidades de reconhecimento de voz (ou busca por voz). Por exemplo, a busca do Google Mobile no App funciona em 38 línguas e pode detectar até cinco línguas automaticamente do mesmo usuário.

Já no buscador por voz, o usuário está mais propenso a falar naturalmente, usando frases mais longas e complexas. Essa tendência se encaixa com o update do Google Hummingbird, que no ano passado aprimorou a velocidade e a precisão, respondendo de forma direta mais questões sem a necessidade de ir para a outra página.

Os usuários mobile também preferem usar Apps, de acordo com a comScore. Segundo o“Relatório de Mobile App”, usuários gastam mais de 80% de seu tempo em smartphones e tablets usando apps ao invés de browsers mobile.

Felizmente os Apps agora podem ser otimizados por buscas tanto no Google quanto no Bing. Como resultado dessas diferenças, a busca mobile requer atenção especial em estratégias de SEO para converter buscas em vendas.

Busca Mobile e E-commerce
A busca mobile geralmente é uma confusão para os sites de e-commerce. Os chamados pure-play e-commerce geralmente têm taxas mais baixas de conversão na busca mobile se comparados às buscas em desktop.

Mas assim como os dispositivos mobile estão se tornando cada vez mais frequentes e os consumidores se sentem mais confortáveis ao usá-los, os sites de e-commerce precisam estar prontos para suprir essas experiências mobile e converter buscas em vendas.

O primeiro passo é otimizar o site mobile. Um site com design responsivo garante que a mesma página de conteúdo seja exibida corretamente, independente do tamanho da tela do consumidor. O design responsivo é fantástico para o SEO porque todo o tráfego do link para a página de conteúdo passa pela mesma URL ao invés de dividir o conteúdo entre o mobile e a versão desktop.

É possível melhorar a performance de SEO adotando um site mobile separado, mas é muito provável que a performance do SEO seja prejudicada acidentalmente. Por exemplo, o Google serve como alerta para as buscas mobile se o seu site mobile redireciona a busca para a página da home.

Se você usar um site separado, certifique-se que está seguindo as guidelines do Google para construir um site otimizado para smartphones.

Para garantir um resultado consistente na busca local, sites de e-commerce que possuem lojas físicas precisam otimizar ambas localizações em suas páginas e sua distribuição de dados para o site local através da web. Estes dois aspectos de otimização de busca local são muito vastos.

Otimizar as páginas de localização da loja envolve horas de desenvolvimento, mais que a otimização usual de conteúdo.

Garantir uma boa experiência mobile é importante, mesmo para os lojistas de e-commerce que não vêem o mobile hoje como prioridade. De acordo com o “Mobile Playbook” (relatório do Google), 57% dos usuários dizem não recomendar uma empresa que tenha uma experiência pobre em mobile e 40% migraram para um site concorrente por causa da experiência ruim em mobile.


Se você não planejou a experiência mobile do seu e-commerce ou tem um site com uma experiência mobile ruim, esteja consciente que as pessoas que buscam via mobile vão preferir o desktop, abandonar a compra ou mesmo formar uma opinião negativa sobre a sua marca.

FONTE: CorpTV

O novo perfil do profissional de recrutamento e seleção

Autor: Marcelo Vianna

As mídias sociais já mudaram a forma de consumir conteúdo e produtos. Boa parte das empresas tem investido em estratégias para engajar pessoas e aumentar a visibilidade da sua marca no digital.

A mudança tem impactado diversas áreas, entre elas a de Recrutamento e Seleção, e o "caçador de talentos" do futuro precisa estar conectado e antenado às mudanças no universo digital, cuidar da sua imagem na rede e ser heavy user, pois isso pode ajudar no processo de Hunting de profissionais.

Antes, os profissionais que atuavam nessa área sonhavam com ferramentas que permitissem acompanhar o dia-a-dia, desempenho, e que pudessem traçar perfis de candidatos. Hoje, essa realidade está mudando em algumas empresas, que entenderam a importância das ferramentas para otimização do tempo.

O recrutador deve ser meio "Geek", pois ele terá disponíveis mais informações de inteligência para apoiar a tomada de decisões, e saber trafegar muito bem no universo digital. Ele não pode ficar restrito apenas ao Facebook, WhatsApp e Twitter, mas entender bem de plataformas de networking e Staffing, como LinkedIn e Glassdoor, e estar por dentro das mídias que podem ser a próxima "onda" na rede.

Para esse profissional, estar antenado ajuda a traçar perfis de candidatos e escolher o mais adequado para determinada vaga. Mas, calma, essa busca nem sempre precisa ser feita manualmente, há tecnologias que ajudam a otimizar o tempo do profissional de hunting.

Big Data a favor do "caçador de talentos"
Com a facilidade do big data, que permite a análise de dados em tempo real em níveis cada vez mais avançados, é possível adotar soluções capazes de acompanhar as atualizações dos usuários nas redes sociais, encontrando os profissionais com maior relevância em relação aos critérios de busca da empresa contratante – o que ajuda a otimizar o tempo do recrutador com uma seleção mais assertiva e rápida.

É fato que a busca por aumento de produtividade também tem levado muitas empresas a apostar em recursos tecnológicos e aplicações que permitam melhorar a gestão do tempo como Videoconferências e Webconferências, pelo menos para realizar a primeira etapa do processo, como entrevistas e seleção de perfis. Aos poucos, empresas começam a entender que os sistemas tecnológicos, as mídias sociais e aplicações móveis devem ser usados a favor do negócio.


Informações da Empresa: a CorpTV é uma empresa especializada na tecnologia Streaming (Transmissão de dados - vídeo/áudio) para a criação de soluções de comunicação corporativa à distância e transmissão de eventos corporativos e comerciais via internet ou intranet(Videoconferências Ponto-a-Ponto ou Multiponto, Webconferência, Webcast, etc).

FONTE: CorpTV

Em qual Carreira de Tecnologia da Informação (TI) atuar?


O grande desafio de todo profissional em inicio de carreira (em qualquer área, não somente TI) é definir qual o rumo se deve seguir entre tantas opções, tais como: infraestrutura, desenvolvimento de softwares, segurança da informação, análise forense, administração de banco de dados, gestão de TI, gerente de operações, analista de help desk, analista funcional entre outras.

Primeiro, saiba que esta preocupação não é apenas de quem está no início de carreira. Como o mercado de trabalho evoluiu, hoje muitos profissionais vem repensando suas áreas de atuação devido às ações de outsourcing de TI.

Segundo, indiferente da remuneração paga pelo mercado, o profissional tem que ter consciência que para progredir na carreira ele deve ter interesse pelo assunto, pois ele vai passar boa parte do seu tempo colhendo informações em revistas, livros, vídeos, palestras, portais entre outros para evoluir profissionalmente.

Sendo assim, jamais escolha uma profissão apenas pelo critério remuneração, porque a motivação financeira dura pouco tempo e a pessoa necessitará mais do que isso para se sobressair e evoluir. Caso não acredite nesta informação, valide, pois este dado pode ser coletado em qualquer livro sobre motivação ou mesmo pela sua experiência de vida ou experiência de amigos/conhecidos.

Pare um minuto, reflita e tente resgatar suas conquistas pessoais. Talvez, sua motivação surgiu inicialmente por uma questão ou interesse financeiro, mas seu estímulo não se manteve apenas no dinheiro, com certeza tinha outras fatores que o estimularam por um tempo, tais como: ser reconhecido como referência daquele determinado assunto, ter o senso de responsabilidade apurado e/ou se sentir desafiado em resolver o problema que ninguém conseguia – entre outros fatores sociais.

Lembre-se: a vida é curta. Faça o que deseja e tente ser o melhor naquilo que acredita! Muitos vão dizer que você não vai conseguir, mas somente o tempo poderá lhe dizer isso. Existe mercado para todo bom profissional que ama aquilo que faz e acredita, existem salários de profissionais de suporte funcional, por exemplo, maiores que de analistas de redes ou de outras funções de renome.

De fato talvez seja a minoria, mas isso existe em toda profissão. Somente se destacam aqueles que de fato gostam do que fazem e que aprenderam outras competências para se destacar no mercado dos profissionais que possuem as mesmas qualificações de quem lê este texto.

Se você sabe o seu valor e acredita que está ganhando pouco, pare de se lamentar e faça por merecer e conquistar aquilo que deseja!

Caso esteja na dúvida em qual área seguir, faça entrevistas com profissionais que atuam na opção pretendida e faça cursos de extensão para ver sua aptidão e interesse, posteriormente dedique-se, profissionalize-se e certifique-se.


“Entre a força e a técnica, vence a técnica. Se a força e a técnica forem iguais, vence o Espírito”. Miyamoto Musashi

FONTE: CorpTV

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

5 dicas para escolher uma solução de videoconferência para sua empresa

Autor: Felipe Rampinelli

Com o exponencial avanço tecnológico dos últimos anos, nós vivemos hoje cercados de tecnologia por todos os lados. Uma das tecnologias que vêm ganhando cada vez mais espaço são as videoconferências.

Em casa já temos acesso a diversas ferramentas que fazem vídeo chamadas, como o Skype, o Facetime da Apple, Facebook, Oovoo entre muitos outros. No mundo corporativo este tipo de solução também já ganhou muito espaço, já é uma realidade para muitas empresas e possui grandes players para atender esta demanda.

Aliás, o benefício desse tipo de solução é evidente. A empresa reduz significativamente os custos de deslocamento, com passagens e hospedagens por exemplo, além de "economizar" o tempo de seus profissionais, sem perder na qualidade da comunicação com seus clientes, parceiros e fornecedores.

Pensando nisso, selecionamos 5 dicas para você escolher uma solução de videoconferência para sua empresa. Confira!

1. AVALIE A CAPACIDADE DA SUA REDE E AS SUAS NECESSIDADES
É preciso ter claro que soluções de videoconferência exigem certa quantidade de banda da sua rede. Antes de tomar uma decisão sobre usar esta tecnologia, é preciso avaliar qual será o impacto deste tráfego na sua rede e se ela comporta de forma adequada. Uma rede não preparada pode estragar todo o projeto da implantação de videoconferência.

Evidentemente, os provedores desta de tecnologia lutam ao máximo para deixar esta banda cada vez menor e os últimos modelos já estão bem mais acessíveis para o mercado.

Avalie também qual será a sua necessidade. É preciso que os participantes utilizem smartphones ou tablets? Os usuários estarão disponíveis em seus notebooks e desktops ou será só através de uma sala de videoconferência. É mais comum o uso de vídeo em dispositivos móveis.

2. COMPATIBILIDADE DA SOLUÇÃO
Tecnologias de comunicação são feitas para unir pessoas e facilitar a sua comunicação e colaboração e não deixá-las isoladas. Nós vivemos em um mundo multimarcas e é preciso que o seu sistema se adapte facilmente a outras plataformas.

É importante avaliar o quão (ou difícil!) a solução ofertada se comunica com outras marcas para que você não fique dependente e sem comunicação com outras corporações.

3. FÁCIL DE USAR
Ao escolher uma solução de videoconferência você precisa pensar nos seus usuários. Estas soluções são feitas para serem utilizadas por pessoas comuns, sem grande conhecimento em tecnologia, isto é, é preciso que o uso e a administração destas plataformas sejam intuitivos para se torne ‘popular’ e compense o investimento.

Se o produto for muito complexo e depender da sua equipe técnica até para o uso mais básico, é preciso repensar.

4. SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO
Durante uma videoconferência, existe um tráfego de dados entre os usuários que precisa ser protegido. Para ter certeza que as informações que estão trafegando estão seguras é importante ter certeza que as informações estão sendo criptografadas. O nível de criptografia vai depender do grau de segurança exigido pela empresa e pela confidencialidade do seu tipo de negócio. Atenção!

5. SUPORTE

O apoio de uma equipe de suporte é fundamental para qualquer aquisição de tecnologia. Fique atento à disponibilidade do serviço do seu fornecedor (por exemplo, 24 horas, 7 dias por semana ou somente horário comercial) e procure informações sobre a qualidade do suporte prestado.

Informações da Empresa: a CorpTV é uma empresa especializada na tecnologia Streaming (Transmissão de dados - vídeo/áudio) para a criação de soluções de comunicação corporativa à distância e transmissão de eventos corporativos e comerciais via internet ou intranet(Videoconferências Ponto-a-Ponto ou Multiponto, Webconferência, Webcast, etc).

FONTE: CorpTV

A vídeo colaboração impulsiona produtividade e trabalho mais flexível nas empresas


Autora: Mariane Takahashi

A flexibilidade e independência de como, quando e onde os colaboradores trabalham pode trazer muitos benefícios para as corporações, seja em aumento de produtividade ou até mesmo no que diz respeito à redução de custos. Existem algumas razões históricas para os colaboradores tradicionalmente reunirem-se em escritórios para suas atividades diárias. Esses motivos vão desde a facilidade de acesso aos registros centrais da empresa, como documentos e mais recentemente a rede corporativa, até questões de monitoramento e controle, como uma forma de garantir que o trabalho está realmente sendo executado.

Porém, o trabalho flexível pode e deve sim ser considerado uma alternativa, assim como o home-office. Primeiramente pensando-se como um benefício para o colaborador, proporcionando um melhor equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e ainda reduzindo os custos e tempo com deslocamentos. Sem falar do ponto de vista da corporação, que ganha um enorme benefício para o negócio – ganha na produtividade do colaborador, na economia financeiro e ainda nas questões ambientais. Uma empresa, prestadora de serviço de telecomunicações americana, por exemplo, que adotou um piloto de trabalho flexível com seus 2,5 mil colaboradores, percebeu que cerca de mil horas foram gastas de forma mais eficiente. Além disso, com a iniciativa, deixou de emitir, graças ao fato desses funcionários não se descolocarem, 12,2 toneladas de CO2, o equivalente a 42 mil milhas em um carro a diesel.

Um profissional de recursos humanos implementando uma prática de trabalho flexível deve considerar antes de mais nada seus objetivos: produtividade, redução de custos, retenção de talentos, ou quaisquer outros. Se redução de custos for o objetivo primário, o foco pode ser descentralizar algumas funções específicas e realocar para áreas com menores custos com talentos e situadas em centros dedicados localizados fora de centros com altos custos. Para assegurar a produtividade, os colaboradores vão precisar ter acesso a ferramentas de colaboração e comunicação, como redes corporativas ou VPN.

A vídeo colaboração é a tecnologia que permite às companhias suportar essas inovadoras iniciativas, tornando mais fácil às equipes colaborar face a face e acessar conhecimento remotamente, reunindo os profissionais alocados descentralizadamente. É a tecnologia responsável por superar distâncias e romper barreiras culturais para aumentar a produtividade dos colaboradores. Quase tão eficaz quanto o "estar lá”, a vídeo comunicação oferece os benefícios que surgem a partir da experiência da linguagem corporal, expressão facial e até mesmo do contexto do ambiental onde se encontra o colaborador, seja uma loja, uma linha de produção, um laboratório de pesquisa e desenvolvimento ou uma sala de diretoria.

Em 2010, apenas 26% dos trabalhadores utilizavam a videoconferência. No entanto, a tecnologia está tornando-se cada vez mais disseminada nas empresas em todo o mundo. Uma pesquisa conduzida pela Redshift Research mostra que mais de três quartos dos tomadores de decisões (76%) utilizam atualmente videoconferência no trabalho e, desse total, 56% participam de chamadas de vídeo pelo menos uma vez por semana. No Brasil, esse número aumenta significativamente e a videoconferência é utilizada pelo menos uma vez por semana.

Ainda de acordo com a mesma pesquisa quando questionados sobre quais métodos de comunicação preferirão em três anos, a esmagadora maioria dos brasileiros consideraram a videoconferência seu método favorito de comunicação empresarial em 2016. Cerca de 68% dos brasileiros disseram que esse será seu sistema de colaboração preferido nos próximos três anos, mais do que o dobro do número de respondentes que selecionaram os dois métodos preferidos seguintes: e-mail (38%) e chamadas de voz ou audioconferências (33%).

Em um mundo no qual as expectativas estão crescendo e os orçamentos estão diminuindo e os colaboradores estão tornando-se cada vez mais móveis, inovadoras práticas como o trabalho flexível impulsionadas pela tecnologia de vídeo colaboração continuarão conduzindo significativas mudanças nas práticas e nos ambientes de trabalho até a próxima década. Vale lembrar que quando questionados a respeito de que tipo de dispositivo de videoconferência esperam usar em três anos, 71% dos respondentes brasileiros disseram que utilizariam dispositivos móveis.


A vídeo colaboração afinal permite uma comunicação eficaz com colegas em todo o mundo assim como com fornecedores e clientes, o que pode agregar muito para o valor do negócio. As pessoas podem trabalhar melhor quando trabalham juntas, independente de onde elas estejam. Os limites de localização física estão desaparecendo graças à tecnologia e as empresas que oferecerem essa capacidade , além de reter, irão atrair os melhores talentos. Tudo muito mais rápido do que seus concorrentes. Os colaboradores ficam mais felizes, pois podem ser produtivos mesmo quando estão fora do escritório, seja em casa, em um centro de trabalho inteligente ou até mesmo quando estiverem em cliente.

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FONTE: CorpTV

terça-feira, 16 de setembro de 2014

A videoconferência atende às necessidades do mercado corporativo brasileiro


A utilização da videoconferência como ferramenta estratégica de colaboração para o mercado corporativo está se acelerando em todo o mundo. Enquanto as vendas estão em ritmo forte globalmente, a região de destaque é a América Latina, com ênfase para o Brasil. De acordo com o Business Technology Roundtable, as vendas de sistemas de videoconferência na América Latina e no Caribe quase dobraram em 2011.

Em 2010, o mercado de sistemas de videoconferência na América Latina, incluindo o Brasil, gerou uma receita de 78 milhões de dólares. A consultoria Frost & Sullivan projeta uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 20,9% para a região nos próximos anos. Isso poderá gerar uma receita total de até 294 milhões de dólares em 2017. A maior parte das vendas deverá ocorrer no Brasil, devido às taxas de crescimento anuais superiores a 100% no país.

Os sistemas de vídeo multiuso para salas de reunião representavam mais da metade do mercado de equipamentos de videoconferência corporativos em 2011 e continuarão a ser o maior gerador de receita entre as soluções corporativas de vídeo em geral. No entanto, em muitas das salas de reunião do crescente mercado corporativo brasileiro - de pequenas e médias empresas a grandes corporações – as soluções profissionais de videoconferência eram até agora muito complicadas e de alto custo de implantação. Além disso, a diferença entre as soluções para o consumidor final e os produtos corporativos deixou uma enorme lacuna no mercado para a qual não havia opções.

Empresas brasileiras conduzindo negócios na velocidade da comunicação digital
Para poderem competir na economia globalizada de hoje, as empresas brasileiras precisam conduzir seus negócios nacional e internacionalmente com a velocidade proporcionada pela tecnologia digital. O ágil processo decisório necessário para entrar rapidamente em novos mercados, muitas vezes, exige uma interação presencial com uma rede complexa de membros da equipe, parceiros, fornecedores e outras partes interessadas localizados remotamente. Nas principais regiões metropolitanas do Brasil, onde o trânsito é imprevisível, fazer várias reuniões presenciais em um único dia é um desafio e até contraproducente para empresas que possuam muitas filiais, parceiros e clientes espalhados por toda a região.

Por exemplo, trabalhamos recentemente com uma empresa de médio porte, cuja rápida expansão por vários escritórios nos EUA e no Caribe criou desafios logísticos para uma comunicação eficaz. As soluções de videoconferência a preços acessíveis permitiram que essa empresa conectasse suas salas de reunião em todas as regiões com um excelente custo-benefício. Geralmente, as solução são interoperáveis ​​com outros serviços de telepresença, videoconferência, VoIP e serviços de nuvem, assim a conectividade não se limita ao interior da empresa. Para as empresas brasileiras que enfrentam graves desafios de trânsito, a eliminação de despesas de viagem e de tempo perdido de seus executivos em deslocamentos oferece um retorno imediato no investimento.

Da Sala de Reunião para a Sua Mesa
Observando as tendências gerais da videoconferência, o ganho mais forte é em videoconferência móvel e na mesa de trabalho. De acordo com estudo do Gartner, até 2015 mais de 200 milhões de trabalhadores em todo o mundo terão acesso à videoconferência corporativa em suas mesas de trabalho. Por que essa grande migração de caros sistemas de telepresença de "sala de reunião" para equipamentos mid-range a preços acessíveis? Em situações de insegurança econômica, as empresas são obrigadas a fazer mais com menos. E a tecnologia anterior de telepresença era muito dispendiosa para as empresas brasileiras de todos os portes.

A CorpTV tem soluções de videoconferência em HD baseadas em salas de reunião que unem experiência de vídeo de alta qualidade com simplicidade e acessibilidade "plug-and-play", o mercado corporativo brasileiro agora poderá otimizar sua infraestrutura geral de comunicação.

As soluções de videoconferência mid-range estão hoje mudando o cenário no Brasil, ao unir todas as peças a um custo limitado. A CorpTV torna a videoconferência um assunto simples, ao mover o melhor software de sua categoria para a nuvem e realizar remotamente o trabalho de TI para os nossos clientes, reduzindo custos e eliminando a necessidade de especialização interna em TI. 

Entendemos que quando os nossos clientes corporativos podem implantar facilmente instalações de qualidade utilizando os mais recentes codecs de vídeo a um décimo do preço, a economia proporcionada pode ser redirecionada para a geração de lucros.

Além disso, as últimas inovações em tecnologia móvel no Brasil ajudam a fortalecer o cenário da videoconferência. Por exemplo, as novas gerações de dispositivos móveis já suportam videoconferência HD. Aplicativos e serviços para compartilhamento em tempo real de conteúdo - de documentos a imagens - desenvolvidos recentemente para dispositivos móveis estão transformando as videoconferências em sessões de trabalho interativas que impulsionam a produtividade.

Olhando para o Futuro
Enquanto a economia brasileira continua a crescer e a economia mundial se recupera, o rápido avanço de redes de banda larga de alta velocidade em fibra ótica é uma indicação de que o mercado brasileiro de videoconferência corporativa deverá continuar em seu impulso atual. O estudo do Gartner também prevê que o mercado mundial de sistemas videoconferência ultrapassará os bilhões de dólares até 2015, resultando em concorrência acirrada no mercado.


Daqui para frente, o Brasil continuará a ser um mercado-chave de videoconferência para a região. A Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, que aconteceram no país, trouxeram um aumento no investimento na infraestrutura de tecnologia da informação e de comunicações no país. O crescimento em geral dos sistemas de videoconferência deverá ajudar a melhorar as redes, impulsionando a produtividade e a mobilidade em todo o mercado corporativo brasileiro.

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FONTE: CorpTV

Videoconferência deve ser melhor ferramenta de comunicação para RH em 2016

A maioria dos respondentes (56%) indicou que o vídeo seria o seu método preferido de comunicação para os negócios, superando o e-mail (49%) e conferências por áudio (32%). Os dados foram coletados a partir de 1.205 tomadores de decisões de negócios em quatro regiões e 12 países: EMEA (Reino Unido, França, Alemanha, Rússia, Polônia, Bélgica e Países Baixos); América do Sul (Brasil), América do Norte (EUA) e APAC (Índia, Singapura e Austrália).

Provando que os benefícios do vídeo para funções de RH são bem compreendidos, o levantamento realizado com os tomadores de decisão em 12 países revelou que quase a totalidade (98%) dos executivos de RH que participaram da pesquisa, acreditam que a videoconferência remove as barreiras da distância e melhora a produtividade entre as equipes em diferentes cidades e países.

A pesquisa também mostrou que o vídeo está tornando-se mais difundido entre as equipes de Recursos Humanos em todo o mundo. Quando solicitado para escolher entre os métodos preferidos de comunicação empresarial atualmente, os entrevistados de RH classificaram a videoconferência como uma das três melhores ferramentas para comunicação, ficando em terceiro lugar (46%), após o e-mail (88%) e as chamadas de voz/conferência (62%). Outros métodos de comunicação empresarial que os executivos de RH afirmaram utilizar incluem conferência via internet, mensagens instantâneas e redes sociais.

Segundo Mariane Takahashi, Diretora de Marketing para o Caribe e América Latina da Polycom, os entrevistados apontaram a preferência pela videoconferência por fatores de economia dentro das equipes e dinamização do trabalho e de processos seletivos.

“Avanços na tecnologia e telecomunicações estão permitindo que grandes e pequenas organizações operem perfeitamente em qualquer lugar”, afirma Mollie Lombardi, Vice-Presidente e Analista Principal de Gestão de Capital Humano do Aberdeen Group. “Os líderes de RH exigem uma nova compreensão de como a tecnologia pode ajudá-los a transpor fronteiras geográficas e repensar suas estratégias de talento para tirar o máximo proveito de um grupo de talentos mais amplo”, afirma.

Vanessa Mauree, Diretora de RH da cadeia de varejo francês Alain Afflelou, já está percebendo os benefícios do uso do vídeo durante o processo de recrutamento. “Entrevisto candidatos para cargos em todo o país e não posso tomar uma decisão a partir de uma entrevista por telefone; preciso ver a pessoa para fazer uma boa avaliação, mas trazer todos os candidatos de avião para Paris é muito caro. 
Entrevistas através de vídeo são ideais e me permitem ver mais candidatos. Uma boa entrevista por vídeo é tão eficaz quanto uma entrevista pessoalmente”, diz Mauree.

Além do recrutamento, o vídeo também está permitindo que as organizações implementem ambientes de trabalho flexíveis. Comprovadamente, isto aumenta a produtividade, reduz o tempo gasto pelos colaboradores no trajeto até a empresa e aumenta a satisfação pessoal e a lealdade, permitindo que os colaboradores tenham mais controle sobre o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

“O vídeo não apenas nos ajuda a melhorar a qualidade do nosso grupo de talentos e a reduzir o tempo de recrutamento e admissão, ele também ajuda a garantir a retenção dos melhores talentos, proporcionando fácil acesso a programas de desenvolvimento e um ambiente de trabalho flexível para os colaboradores”, pontua Daniel Sonsino, Vice-Presidente de Gestão de Talentos da Polycom.

A colaboração por voz, vídeo e conteúdo está impactando muitas facetas da função de RH, incluindo retenção, engajamento e treinamento. O gerenciamento de videoconferência, gravação de vídeo e ativos de vídeo ajudam as organizações a diminuir os orçamentos para treinamento, minimizar os conflitos de viagem e agenda, além de evitar a perda de conhecimento por meio de atritos e aposentadorias, proporcionando colaboração mais fácil e frequente e acesso sob demanda para treinamento e conhecimento. O cuidado que as empresas devem ter no uso da videoconferência

De acordo com Mariane a Polycom, existem dispositivos que garantem a segurança, “por isso, temos clientes nas áreas governamentais e bancos, grandes usuários da nossa tecnologia, que utilizam tablets e desktops num ambiente realmente seguro”, explica.


É importante saber a procedência dos equipamentos, garantias oferecidas e serviços capacitados para implementação. “Outro ponto a ressaltar é fazer um assesment do ambiente, como verificar qual a capacidade, qualidade e largura de banda de internet do cliente e outros itens que deixam a videoconferência mais confortável e com ótima qualidade, como a iluminação do local e acústica, por exemplo”, conclui.

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FONTE: CorpTV

Comunicação corporativa assume cada vez mais papel estratégico dentro das empresas

“Mais que uma tendência, a integração é uma grande necessidade das companhias”, afirma Marco Antônio Lage, líder de Comunicação da Fiat para a América Latina, durante o último encontro do Comitê de Marketing da Amcham, em 28/01. De acordo com ele, as empresas precisam se relacionar com a sociedade, e isso significa estabelecer canais de diálogo com ela. “Em nosso caso, se mobilidade urbana, por exemplo, é um tema que interessa a todos, é necessário que o setor automobilístico participe desse debate e tome atitudes em relação ao tema”, disse, ressaltando a importância do engajamento das empresas em temas sociais.

A integração entre Comunicação e as demais áreas, como Marketing, Relações Governamentais e Sustentabilidade também é necessidade verificada numa empresa de porte global, como a Embraer. “A Comunicação trabalha em conjunto com o Marketing, como forma de dar apoio ao negócio”, disse Rosana Dias, diretora de Comunicação Externa da companhia. A área é responsável, entre outras coisas, por divulgar novos produtos e informações ao público em geral, o que inclui clientes potenciais.

Além disso, o trabalho de Comunicação também envolve sincronia na divulgação de informações financeiras e de mercado, uma vez que a Embraer é uma companhia de capital aberto. Os comunicados são preparados em conjunto com o departamento de Relações com Investidores.

Todos conectados para fortalecer a marca
“Com todos conectados 24 horas por dia, há mais exigência por transparência”, explicou Michele Colombo, gerente de Comunicação Corporativa da P&G, durante o último encontro. “As expectativas sobre as companhias têm aumentado cada vez mais. As pessoas estão mais informadas e querem saber o que estão consumindo e os impactos da produção.”

Michele diz que uma das estratégias que tem gerado resultados positivos na P&G é contar boas histórias. “Na empresa, todo comunicador precisa ser também um construtor de marca e valor, inspirando as pessoas a contar histórias positivas sobre a companhia”.

Na Syngenta, o departamento de Comunicação surgiu com a necessidade de dialogar com outros públicos. Uma pesquisa global realizada em julho de 2013 mostrou que 79% dos entrevistados acreditava que a agricultura não era feita de maneira responsável. Para mostrar a preocupação da Syngenta com a sustentabilidade do negócio, a equipe de Comunicação organizou a ação The Good Growth Plan, que reuniu em cinco cidades do mundo públicos de interesse, como agricultores, ONGs, acadêmicos, jornalistas, entre outros.


“O diálogo que estabelecemos nos eventos nos proporcionou um conteúdo rico, de ideias e experiências, que nos ajudará a encontrar caminhos e parcerias para enfrentarmos o desafio de alimentar uma população crescente de maneira sustentável”, disse Leandro Conti, líder de Relações Institucionais da companhia e participante do comitê de Marketing da Amcham.

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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

CIOs se sentem despreparados para adotar novas tecnologias como Cloud e Big Data

Autora: Ana Zamper

O mundo em que trabalhamos e vivemos mudou drasticamente. As tecnologias móveis e sociais agora são meios fundamentais para relacionamento e contato com as pessoas. Essa interação online cria fluxos imprevisíveis que dependem de recursos seguros e altamente disponíveis da computação, do armazenamento e de rede para lidar com o volume de dados gerados nos contatos.

Com essas informações, os consumidores e as organizações têm cada vez mais expectativas e enfrentam novos desafios. Os clientes esperam acesso à informação e respostas personalizadas a qualquer hora, em qualquer lugar e na velocidade da luz. Já as empresas demandam que a TI gere mais valor ao seu negócio, como economia e eficiência, assim como tenha a capacidade de converter dados em insights significativos na tomada de decisões e aprimorar a experiência do cliente. Com maior troca, acesso e transparência da informação, aumentam os riscos de segurança e privacidade, tornando essas algumas das principais preocupações atuais dos clientes e das companhias.

Segundo a IDC, a expansão da TI será impulsionada pela "terceira plataforma computacional", que é uma nova tendência tecnológica em que a computação em nuvem, aplicativos e dispositivos móveis, Big Data e redes sociais ditam as formas com que softwares e serviços estão sendo entregues. Até o final deste ano, US$ 175 bilhões (cerca de R$ 422 bi) devem ser investidos neste setor no Brasil.

Para as empresas de TI, esse cenário resulta no seguinte desafio: entregar soluções revolucionárias em Cloud Computing, Analytics, Social e Mobile. Também precisam impulsionar a inovação e o crescimento de negócios, mas os orçamentos estão cada vez mais enxutos. Como isso, a infraestrutura de TI agora faz toda diferença, não apenas para os sistemas e processos das empresas, mas para os resultados finais do negócio.

As conversas de hoje sobre infraestrutura de TI estão mudando. Questões tradicionais sobre velocidade de computação e confiabilidade continuam a ser importantes. No entanto, as inovações para tecnologia em nuvem, dispositivos móveis, mídias sociais e análise de dados estão modificando significativamente a discussão. Novos participantes dessas decisões estão sendo incluídos na conversa e não se restringem mais aos arquitetos de TI e chefes de data centers. Os líderes de negócio passaram a olhar mais de perto essa infraestrutura.

Além disso, com a tecnologia da informação cada vez mais no centro da organização, interrupções do sistema e falhas de segurança tornam-se destaques na imprensa com implicações para a imagem da empresa. Muito mais do que um diálogo sobre o gerenciamento de custos do sistema ou as opções de sistema operacional, a conversa sobre TI agora gira em torno de sucesso ou fracasso no mercado.

Para entender o que está acontecendo, o IBM Institute for Business Value, em conjunto com a Oxford Economics, entrevistou 750 CIOs, CTOs e executivos seniores de 18 países de vários setores para descobrir tendências de infraestrutura de TI. Enquanto os estudos feitos pela IBM com CEOs em 2012 e 2013 identificaram a tecnologia como a principal força externa que impacta a empresa, o estudo atual revela que as organizações de hoje não acreditam que sua infraestrutura de TI se manteve atualizada às crescentes demandas associadas com os avanços tecnológicos. Quase 90% das empresas não acreditam estar totalmente preparadas para adotar novas tecnologias como cloud e big data dentro de suas próprias organizações.

A pesquisa também aponta que mais de 60% dos líderes aumentarão seus gastos em infraestrutura de TI ao longo dos próximos anos. Os motivos para o investimento é reconhecerem que a infraestrutura de TI possibilita vantagem competitiva e que estão mais preparados do que seus pares.


Em tempos de cloud, analytics, social e mobile, a infraestrutura de TI é decisiva na estratégia de negócios, já que o mundo online passou a ser o principal terreno de interação entre empresas e toda sua rede de relacionamento.

Informações da Empresa: a CorpTV é uma empresa especializada na tecnologia Streaming (Transmissão de dados - vídeo/áudio) para a criação de soluções de comunicação corporativa à distância e transmissão de eventos corporativos e comerciais via internet ou intranet(Videoconferências Ponto-a-Ponto ou Multiponto, Webconferência, Webcast, etc).

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