sexta-feira, 25 de abril de 2014

Facebook cria manual com 10 boas práticas para marcas na rede social

Nesta semana, o Facebook Brasil vai lançar um guia com 10 boas práticas para marca na plataforma. O objetivo é ajudar agências e empresas de todos os portes a gerar resultados de negócio usando a rede social, que possui hoje 83 milhões de usuários ativos por mês no país.

Desenvolvido pela Creative Shop, divisão de criação do Facebook Brasil, o manual traz 10 recomendações centrais, todas apresentadas por meio de uma afirmação e ilustradas com cases nacionais e estrangeiros. “Peço que questionem esta lista, que duvidem de mim. Testem, meçam resultados e, se algo não estiver dando certo, sejam ágeis: mudem”, disse o estrategista criativo da rede social Cris Dias à Proxxima.
“Move fast” (Mova-se rapidamente) é sua resposta para a pergunta que está na cabeça de todos os gestores atualmente: qual será o futuro das marcas no Facebook? O alcance orgânico na plataforma caiu, o mercado sentiu o golpe e reclamou. “As marcas terão de pagar para aparecer no Facebook, como em qualquer outra mídia”, afirmou Dias. “Mas, mesmo pagando, se não criarem um conteúdo excelente, não vão atingir 83 milhões de pessoas. Os usuários simplesmente irão ignorá-las.”

De acordo com o Facebook, de um ano para cá, 50% a mais de páginas foram curtidas no mundo. E a concorrência pela atenção do usuário só vai aumentar, projeta o estrategista: “a cada dia, as pessoas fazem mais amigos e curtem mais páginas na rede. A quantidade de tempo passado no Facebook não vai acompanhar esse crescimento.”

Ele também ressaltou que mais da metade do tempo destinado à plataforma acontece no news feed – este deve ser, portanto, o principal ringue de toda estratégia de marca.

Abaixo, as 10 práticas para marcas recomendadas pelo Facebook, com comentários do estrategista.

Uma marca é um ponto de vista: “Não tente agradar todo mundo. Quando uso uma camiseta da Nike ou um celular da Apple, as pessoas olham e entendem o que eu quero transmitir sobre mim. Dove, por exemplo, é a marca que enaltece a beleza interior da mulher. Por isso, todos os posts de Dove devem ressaltar esse ponto de vista”.

Conte histórias, não apenas fatos: “Ninguém pega o celular antes de dormir e assim que acorda por causa de marcas. No news feed, as marcas competem com histórias reais, com amigos e família. Mas a boa publicidade sempre soube contar boas histórias e, no Facebook, não é diferente. Certas coisas nunca mudam”.

Gatos: use apenas se você vende ração para eles: “As marcas não estão no Facebook para ganhar likes, e sim para gerar resultados de negócio. Todo mundo faz post baseado em datas especiais, mas todo dia do ano é dia de alguma coisa. Faça apenas se a data for importante para a sua marca ou crie uma nova data comemorativa”.

Explore o poder das imagens: “Isso é essencial. Além disso, nunca faça um banner no Facebook – é o pior tipo de banner que existe, porque ele nem se mexe. Ao longo do tempo, nós fomos treinados para ignorar banners, e nosso algoritmo penaliza gravemente quem é marcado com um "Não quero mais ver isto". Faça uma imagem linda, marcante, ou invista em fotos que seus amigos poderiam ter feito. Ben & Jerry faz isso com consistência e muito bem”.

Textos curtos: “Um estudo mostrou que o post de uma pessoa comum tem, em média, 16 palavras. O post mais compartilhado da história, comemorando a reeleição de Barack Obama, trazia uma imagem maravilhosa, que a equipe guardou para aquele momento, e apenas três palavras: "Four more years" [Mais quatro anos]. É legal deixar espaço para a imaginação”.

Mobile ready? Mobile best: “Hoje, o Facebook tem 58 milhões de usuários ativos mensais em mobile no Brasil. Mas as marcas devem pensar no device usado, porque nosso algoritmo também decide se vai mostrar algo ou não pelo por ele. Em feature phone, não dá para mostrar imagem. Sugiro ainda fazer vídeos nativos – eles têm alta taxa de play. Se você jogar o cara para fora, ele pode ter de pagar para ver o vídeo. Também recomendo segmentar post: por exemplo, só quero exibir para quem estiver no Wi-Fi”.

Criador e curador de conteúdo: “Não se trata apenas de criar conteúdo. Muitas marcas fazem um ótimo trabalho de curadoria, com uma equipe que procura e edita histórias de pessoas reais envolvendo a marca. O Instagram de Coca-Cola é só curadoria, é 100% feito por consumidores”.

Consistência, consistência, consistência: “Não conte uma história apenas uma vez. Seja consistente, senão a mensagem não fixa. Harley Davidson sempre coloca uma mulher em suas imagens, e vai repetindo aquilo. Desse jeito, a mensagem que ela quer passar acaba entrando no imaginário dos consumidores”.

Arte + ciência: “Numa plataforma tecnológica, você pode usar as ferramentas disponíveis para entender o seu público. Também pode testar, entre poucas pessoas, qual post causa mais impacto. Só mudar as cores usadas já faz toda a diferença: para vender mais, os players de e-commerce fazem testes o tempo todo. E, é claro, você deve segmentar os seus posts. O X-Tudo da Rocinha não tem verba para anunciar na Globo, mas pode impactar toda a sua comunidade com um bom conteúdo no Facebook”.


Entregue o conteúdo certo às pessoas certas: “É errado falar com 83 milhões de pessoas do mesmo jeito. Nessa plataforma, você pode falar para nichos ou fatiar o seu público. As mães não são todas iguais: um post para uma mãe de bebê deve ser totalmente diferente de um post para a mãe de uma criança de até três anos. E para mãe de adolescente, mais ainda! Fatiando a audiência, também é mais fácil deixar o usuário com aquela sensação: "Este post foi feito para mim!", o que é excelente para a marca”.

FONTE: CorpTV

quinta-feira, 24 de abril de 2014

10 hábitos chocantes sobre os internautas brasileiros


Analisando algumas pesquisas recentes sobre os internautas brasileiros, observamos uma série de fatos surpreendentes que podem ser úteis para profissionais de marketing digital e agências de publicidade.

No. 1 – Os brasileiros usam mais a internet do que qualquer outro povo
Segundo um relatório da agência We Are Social, os brasileiros passam 6,1 horas por dia na internet, a maior média global. Isso significa, essencialmente, que o Brasil lidera o ranking mundial de uso da internet. A África do Sul ficou em segundo lugar, com 5,6 horas por usuário por dia. Alguns mercados-chave de internet ficaram pouco atrás do Brasil em termos de tempo passado na internet, entre os quais os da China (4,5 horas/dia), dos Estados Unidos (5,2), Reino Unido (4,2) e Canadá (4,9).

No. 2 – A maioria dos brasileiros passa muito tempo em shoppings
Enquanto 20% vão a um shopping uma vez por semana e 31% uma vez por mês, 10% dos internautas brasileiros vão a shoppings todos os dias. A pesquisa também selecionou 16 categorias de produtos, como roupas, móveis, ferramentas, calçados, eletrodomésticos, produtos eletrônicos, celulares e produtos de tecnologia e perguntou aos brasileiros entrevistados se eles compram produtos dessas categorias em shoppings ou na internet. A maioria esmagadora respondeu que os compra em shoppings. Por exemplo, 96% compram roupas em shoppings, contra apenas 13% que as compram na internet. Produtos de tecnologia, celulares, produtos eletrônicos e livros são os itens mais procurados pelos brasileiros para serem comprados pela internet.

No. 3 – A maioria dos entrevistados tem planos de viajar para a Europa
Uma pesquisa da CONECTAí revelou que 44% dos internautas brasileiros preferem passar suas férias na Europa, enquanto 27% preferem passá-las na América Central e do Sul e apenas 14% optam por passá-las na América do Norte.

No. 4 – A maioria dos brasileiros pesquisa produtos on-line antes de comprá-los off-line
Segundo uma pesquisa da comScore realizada como parte do evento Proxxima, a se realizar brevemente em São Paulo, 74% dos internautas brasileiros pesquisam produtos na internet antes de comprá-los em uma loja física. Quase metade (48%) deles pesquisam produtos na internet usando um dispositivo móvel enquanto visitam fisicamente uma loja. Esse percentual é significativamente mais alto que o registrado em 2012, quando 37% dos internautas brasileiros afirmaram que adotavam essa prática.

No. 5 – O Brasil é líder no uso de redes sociais
O relatório da We Are Social indica que o Brasil ocupa a quinta posição no ranking mundial de tempo passado em redes sociais. Os internautas brasileiros passam 3,1 horas por dia em redes sociais, número superado pelos internautas da Argentina (4,3), México (3,8), Tailândia (3,7) e Emirados Árabes Unidos (3,3).

No. 6 – Eles passam mais tempo na internet do que assistindo televisão
Um estudo recente do IBOPE revelou que os brasileiros passam 3 horas e 39 minutos na internet todos os dias, 3 horas e 29 minutos por dia assistindo televisão, 3 horas e 7 minutos por dia ouvindo rádio e 1 hora e 5 minutos por dia lendo jornais.

No. 7 – Um dos três maiores mercados do Facebook no mundo
Com 86 milhões de usuários ativos do Facebook, o Brasil é o terceiro maior usuário do site do mundo, atrás apenas da Índia (90 milhões) e dos Estados Unidos (178 milhões). Dados recentes do próprio Facebook indicam que 30 milhões de brasileiros acessam o site usando dispositivos móveis e que eles passam, em média, 12 horas por mês no site.

No. 8 – A cerveja e o vinho são suas bebidas favoritas
Um estudo realizado pelo IBOPE no final de 2013 indicou que 72% dos internautas brasileiros consomem álcool. A cerveja ficou no topo da lista de suas bebidas favoritas: 70% dos internautas brasileiros afirmaram que preferiam beber cerveja, enquanto 42% disseram que o vinho era a sua bebida preferida.

No. 9 – A maioria assiste TV e usa a internet ao mesmo tempo
A pesquisa da comScore mencionada acima destacou que 73% dos brasileiros assistem TV enquanto usam a internet. O comportamento dos internautas parece variar de acordo com o dispositivo que usam para acessar a rede enquanto assistem TV. Mais da metade (54%) dos brasileiros que usam notebooks para entrar na internet enquanto assistem televisão dizem que se envolvem em atividades na rede não relacionadas ao que estão assistindo, enquanto 48% dos que usam smartphones e 47% dos que usam os tablets afirmam o mesmo. É importante também registrar que um estudo realizado pela eCGlobal Solutions em novembro de 2013 revelou que 86% dos internautas brasileiros entram em mídias sociais para postar comentários sobre programas de TV, sugerindo que soluções como o Shazam podem ser úteis para algumas marcas.

No. 10 – A maioria tem animais de estimação

Um estudo realizado pelo IBOPE em setembro de 2013 indicou que 80% dos internautas brasileiros têm animais de estimação. Os cachorros são o animal de estimação mais popular até o momento, já que 63% dos internautas brasileiros são donos de um cão, contra 27% que têm gatos. A maioria dos internautas brasileiros relatou gastos mensais de R$ 30 a R$ 75 (US$ 13 a 34).

FONTE: CorpTV

4 truques para produzir anúncios em vídeo que atraem cliques

Todo empreendedor já deve ter ouvido falar que a propaganda é a alma do negócio. Para aqueles que pretendem aumentar o engajamento da sua marca, não há dúvidas: os anúncios são uma ótima forma para conquistar o publico e fidelizar clientes. Dentre as várias mídias publicitárias existentes hoje, entretanto, os vídeos online tem se mostrado uma ferramenta com resultados cada vez mais expressivos, principalmente pelo efeito “viral” que podem gerar e pela mudança de hábitos do consumidor em geral.

No Brasil, por exemplo, esse mercado está aquecido. Em 2013, o consumo de vídeos online pelos brasileiros apresentou um aumento de 18% em relação à 2012, de acordo com dados da comScore. Além disso, esse formato de divulgação tem se mostrado como uma opção com custo acessível, que pode ser melhor segmentado de acordo com o seu público-alvo. Produzir conteúdo online exige a adoção de certos critérios para que o impacto junto ao consumidor seja satisfatório. Por isso, elaboramos a seguir 4 dicas para conseguir resultados melhores com seus vídeos atraindo cliques!


Produza vídeos de curta duração

É muito importante ter em mente que os usuários podem pular o seu anúncio na maioria das plataformas de streaming. Por isso, vale a pena criar aberturas que sejam chamativas e que passem a mensagem principal do seu vídeo já nos primeiros 5 segundos. Dessa forma o usuário pode ser levado a querer explorar mais sobre o que está sendo exibido e clicar para seguir adiante. Não se esqueça também que as taxas de reprodução caem bastante após 45 segundos de exibição. Portanto, o limite de duração do vídeo deve ficar em torno desse intervalo.


Crie CTAs para conseguir conversões

As CTAs (Call to Action) são a melhor forma para atrair os consumidores para um material mais rico, que fale melhor sobre o seu produto, serviço ou até para engajá-los a uma campanha de marketing institucional que esteja sendo elaborada pela empresa.

O vídeo não precisa ser autossuficiente, podendo ser apenas um condutor para que o consumidor tenha acesso à sua página ou algum outro tipo de conteúdo que você queira abordar (como uma promoção, por exemplo). Deixe pistas na tela (como banners na parte inferior do vídeo) ou verbalize esses links, em número pequeno para não sujar o anúncio.


Atente-se: conteúdo de internet é diferente de conteúdo de TV

É relevante lembrar que a linguagem para internet é diferente da televisão. Para que o vídeo gere cliques, duas posturas diferentes podem ser assumidas. A primeira delas é a de apostar em um conteúdo direto, como já dito anteriormente, que faça o consumidor clicar no seu anúncio já nos primeiros segundos.

Há também aqueles que apostam em formatos mais elaborados, através de uma boa storytelling ou um conteúdo bem-humorado. Desenvolver um bom roteiro pode ser uma forma de cativar um publico fiel, que busca cada vez mais conteúdo de qualidade na internet, melhorando também a percepção da marca.


Utilize boas imagens de abertura

Muitos vídeos dependem de cliques para serem abertos. Nesses casos, é importante dar atenção à imagem que será exibida como chamariz. Nesse contexto, é recomendado que sejam usadas imagens limpas, que não sejam diretamente comerciais.


Dessa forma, o espectador pode ficar mais interessado e curioso para saber o conteúdo que será exibido, já que ele procura por informação e não por um vendedor.

FONTE: CorpTV

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Estratégias para tornar a videoconferência mais eficaz

Autor: Christian Barbosa

Em um mundo no qual as pessoas têm cada vez menos tempo para executar suas atividades, as reuniões corporativas acabaram se tornando um grande ladrão de tempo. Nossas pesquisas estimam que apenas 1/3 das reuniões são realmente eficazes e o restante são horas desperdiçadas e dinheiro perdido.

Neste cenário, a tecnologia de videoconferência serve como um aliado fundamental para ajudar na redução de custos e aumentar a eficácia corporativa das reuniões. Os benefícios para quem adota este recurso são inúmeros, mas sem comportamentos adequados nas reuniões via videoconferência, elas podem acabar nas mesmas estatísticas das reuniões presenciais.

Adotar uma tecnologia de alta performance, que garanta a qualidade de transmissão de imagens e voz é essencial para uma reunião.

Como qualquer outro tipo de reunião, a videoconferência também passa pelo processo de 03 fases da reunião: planejamento, ação e acompanhamento. A fase de planejamento na videoconferência merece destaque e atenção redobrada.

O planejamento acontece antes da reunião e precisa definir o que será discutido na mesma. A melhor forma de tornar a videoconferência produtiva é minimizar ao máximo o número de objetivos da reunião, tornando-a mais rápida e focada. É preciso que esteja bem claro o que deve ser atingido ao término da reunião e que este objetivo seja divido em tópicos com tempo definido para a realização de cada um. Envie este planejamento para os convidados que realmente devem estar presentes no dia da reunião.

Cheque os equipamentos previamente e crie uma atividade com antecedência para verificar a infra-estrutura, acertar câmeras, microfones, apresentações e quaisquer outros itens que possam interferir no processo. É viável também pensar em um plano B, caso aconteça algum problema de infra-estrutura que atrapalhe o processo.

Na próxima fase, ação ou condução da reunião, é preciso estipular regras de conduta para que a videoconferência ocorra conforme o planejado. Convém que cada ponto a ser tratado na reunião e o apontamento de boas práticas sejam passados logo no início da mesma:

- Defina quem irá conduzir a reunião, de forma a focar no objetivo proposto e evitar que a reunião se disperse em conversas paralelas;

- Posicione as pessoas que terão uma participação mais ativa no centro da mesa e próximos da câmera, isso ajuda na participação e colaboração dos menos participativos e evita feudos de reuniões paralelas;

- Faça um acordo para não existir conversas paralelas e que apenas uma pessoa fale por vez. Quem quiser a palavra deve pedir e esperar o término para iniciar.

O condutor da reunião deve anotar as tarefas que deverão ser executadas pós-reunião e deve repeti-las para garantir o entendimento e a atribuição da responsabilidade de execução.

No caso da utilização de apresentações em Power point, o adequado é a distribuição do arquivo para que todos possam acompanhar ou caso não seja possível, fazer a leitura dos tópicos a cada slide.

Reuniões com duração de até 90 minutos são possíveis na videoconferência, mais do que isso é bem provável que os participantes percam o foco e as conversas paralelas tomem conta.

Após a condução da reunião chega o momento da sua finalização formal, que inclui o envio da ata da reunião e das atividades a serem executadas pós-reunião. Não sou favorável a atas formais, apenas em reuniões que exigem tal protocolo. Um simples e-mail com o objetivo e os pontos que foram acertados já é mais que suficiente. O que deve ser reforçado são as atividades com datas de término e seus responsáveis claramente definidos.

Caso sua solução de videoconferência possua o recurso de gravação, você pode anexar o arquivo de áudio e/ou vídeo no e-mail junto com a ata e as atividades. É recomendado também que você utilize os recursos do seu sistema de correio eletrônico para enviar as tarefas e acompanhar a execução.

Uma boa reunião depende muito mais do treinamento e comportamentos envolvidos nas três fases da reunião do que o meio envolvido. A videoconferência pode ajudar a reduzir custos e ainda, devido sua necessidade de agilidade e colaboração, tornar todo o processo mais produtivo, desde que sejam observados os bons hábitos para a sua realização.

Para finalizar, trago um dado levantado pela Telesul Sistemas, que representa a Aethra Networks, citada acima. A empresa vem registrando grande procura por sistemas de videoconferência de missão crítica desde a época do chamado “apagão aéreo” no Brasil. De acordo com pesquisas da companhia, este problema serviu para que as empresas começassem a perceber que as vantagens da videoconferência vão muito além da questão do descolamento e redução de custos com viagens. Hoje as empresas buscam otimização de tempo e, conseqüentemente, maior produtividade dos seus executivos.

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FONTE: CorpTV

Mitos sobre internet que os empreendedores ainda seguem

Cada vez mais promissor, o marketing digital pode fazer com que pequenas empresas atinjam um alcance enorme, sem gastar fortunas com publicidade. Mais democrático, os especialistas enxergam este como o meio de divulgação mais poderoso dos próximos anos. O problema é que, como quase tudo na internet, a informalização e o jeitinho reinam.

Com isso, muitos empreendedores não dão a devida importância e acabam criando ações improvisadas, sem métricas nem objetivos bem definidos. Para acabar com os mitos sobre marketing digital, os especialistas Thiago Costa, professor de comunicação e mídias sociais da Faap, e André Siqueira, diretor de marketing e sócio-fundador da Resultados Digitais, falam sobre as principais ideias equivocadas sobre o assunto que muita gente ainda tem.

E-mail marketing sempre compensa
Durante muito tempo, os empresários fizeram um uso indiscriminado do e-mail marketing. Enviando mensagens a muita gente, sem objetivos nem métricas de resultado. Alguns defendem que a era desta ferramenta está quase no fim e pode não valer a pena investir. “Se a gente pensar, já temos uma geração que nem lê e-mail mais. Dependendo do seu público-alvo, não faz sentido ter esse tipo de atividade”, indica Costa. Alguns empresários, no entanto, ainda estão comprando listas de e-mails e enviando mensagens sem critérios.

Para Siqueira, a estratégia com e-mail marketing pode ser boa, desde que bem pensada. “A gente vê muita gente achando que não funciona mais, que as pessoas estão nas mídias sociais. A gente sempre acreditou em mídias sociais, mas o e-mail marketing ainda é uma mídia poderosíssima, com taxas de cliques mais de 10 vezes maior que as mídias sociais”, diz Siqueira. A conclusão é que a ferramenta pode ser boa, se o seu público quiser receber as mensagens e tiver afinidade com este tipo de comunicação.

Sem dinheiro, não tem como ter presença online
Outro mito comum é de que as coisas só funcionam para empresas que investem muito dinheiro. É fato que o retorno pode ser proporcional ao investimento, mas é possível se destacar com estratégias bem elaboradas. “A gente ouve muito que o micro e pequeno tem dificuldade de orçamento, não tem dinheiro para fazer grandes ações, mas isso não significa que ele não vai poder fazer alguma coisa de forma profissional. Têm fornecedores no mercado que podem suprir necessidade de acordo com o recurso disponível”, explica Costa.

Vale mais a pena incluir este investimento no planejamento da empresa do que deixar a tarefa nas mãos de alguém que supostamente entende do assunto, como um parente ou colega sem capacitação. “Tem que dedicar o mínimo de tempo e dinheiro pra fazer bem, nem que sejam ações pontuais. Para e pensa, ou vai jogar dinheiro fora e gerar uma demanda que não vai conseguir atender depois”, diz o professor.

Na internet, tudo é de graça e rápido
Assim como é um equívoco pensar que toda estratégia de marketing digital custa caro, também não é verdade que o resultado acontece sem investimento. Mesmo investindo pouco, é preciso ainda investir tempo na produção de conteúdo relevante. “Aí se mistura um pouco o grátis com fácil, algumas empresas acham que por ter uma conta no Facebook já sabem fazer marketing digital. Existe um investimento em capacitação que é necessário. Se não for bem feito, não dá resultado. Se for bem feito, não é grátis”, indica Siqueira.

O importante é fazer barulho online
Quando uma campanha ganha status de viral, muita gente é impactada e o retorno tende a ser bastante lucrativo para a empresa. O problema está em gerar todo este buzz sem ter capacidade de atender a demanda. “O empreendedor precisa ter consciência de que há uma possibilidade boa de gerar demanda grande e ver se ele está pronto para atendê-la”, diz Costa.


Segundo ele, não há nada pior do que dizer ao cliente que não pode solucionar sua necessidade por falta de estoque. “Isso acaba com a credibilidade”, afirma. Isso acontece também quando o empresário busca vaidade e volume ao invés de qualidade e resultado. “Não adianta ter um milhão de pessoas e só falar de besteira, cosias que não têm a ver com o negócio. É preciso construir resultados”, afirma Siqueira.

FONTE: CorpTV

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Investimento inicial para abrir um e-commerce é de até R$ 1 mil

O micro e pequeno empreendedor digital trabalha sozinho, em casa, até três horas por dia, investiu até R$ 1 mil para iniciar seu e-commerce e 60% se declaram mais felizes após abrir uma loja virtual. Estes são alguns resultados da pesquisa “Quem é o micro e pequeno empreendedor digital brasileiro”, divulgada pela plataforma de e-commerce Loja Integrada, eque entrevistou 1806 lojistas virtuais no Brasil.

“Com a facilidade das tecnologias de e-commerce, há um movimento enorme em direção ao comércio na internet”, diz Adriano Caetano, diretor da Loja Integrada. “Antigamente era preciso ter muito dinheiro para começar uma loja virtual. Hoje, qualquer pessoa com acesso à internet pode tornar-se um empreendedor. Nosso objetivo com a pesquisa era conhecer quem são as pessoas que estão investindo na rede”, explica o executivo.

A pesquisa mostrou que 73% dos lojistas virtuais têm até 40 anos, 67% são homens e 74% ingressaram na faculdade. Mais de 63% estão se aventurando pela primeira vez no e-commerce e 42% têm conhecimentos básicos em informática. “A pesquisa mostra que não é mais preciso ser um programador ou designer para investir na internet”, explica Caetano.

A principal motivação para abrir uma loja virtual é o sonho de ser empreendedor e, para 47%, o e-commerce é seu primeiro negócio próprio. Um em cada três também mudam totalmente de área na loja virtual e 80% conciliam a loja virtual com outros negócios ou emprego. “A loja virtual pode ser uma transição entre um emprego e a vida de empreendedor. Como exige baixo investimento inicial e poucos riscos, permite que o lojista experimente antes de se dedicar exclusivamente. Percebemos que a loja virtual começa como uma alternativa de renda e, com o crescimento, torna-se a fonte de renda principal”.

Vendas e Marketing
Sobre o faturamento, 70% está otimista em relação às vendas em 2014. A rede social é a estratégia de marketing que mais dá retorno, seguido do e-mail marketing. Inclusive, investir em mídia e marketing é a principal dificuldade apontada pelos entrevistados, além de concorrer com grandes empresas. Para 2014, a grande maioria irá investir mais em marketing.

“Para ampliar as vendas, o micro e pequeno empreendedor não deve concorrer com os mesmos produtos de grandes empresas. Ele deve trabalhar com produtos de nicho, que poucas empresas vendem. Outro diferencial do pequeno é a proximidade com o cliente, por isso ele deve investir no atendimento, para incentivar a recompra e o boca a boca. Nossa dica é: cuide de seu cliente, envie um mimo, peça feedback, agradeça e se errou, peça desculpas”, explica Caetano.

Para o diretor, é preciso aproveitar também as oportunidades de divulgação que a internet oferece: redes sociais, otimização em sites de busca, integração com comparadores de preços, marketplaces, como o Mercado Livre, e-mail marketing. “Apenas 30% das pessoas que têm acesso à internet compram online. Isso significa que há um enorme mercado para o lojista nos próximos anos com novos consumidores digitais”, explica.

Quem é o micro e pequeno empreendedor digital?
• 73% têm até 40 anos;

• 56% pertence à classe B1;

• 74% ingressaram na faculdade;

• 67% são homens e 33% mulheres;

• 71% investiu até R$ 1 mil;

• 42% têm conhecimentos básicos de informática;

• O sonho de empreender é a motivação principal para abrir uma loja virtual e, em segundo lugar, aumentar a renda familiar;

• A loja virtual é o primeiro negócio próprio para 47% deles e 63,5% investe em seu primeiro e-commerce;

• Para um em cada três, a loja virtual não tem relação com sua área de atuação;

• 25% produz o produto que vende;

• Apenas 20% se dedica exclusivamente a loja virtual;

• 60% trabalha sozinho e 77% na própria casa;

• Ter um negócio próprio é a principal alegria do lojista virtual e investir em marketing e mídia a principal dificuldade;

• Mídia Social é a estratégia que mais traz resultados em vendas, seguida de e-mail marketing;

• 70% estão otimistas com o futuro financeiro;


• Para 2014, maioria quer investir mais em marketing.

FONTE: CorpTV

Mercado de música digital atingirá US$ 9 bilhões em 2014

O mercado de música digital cresceu 9% em 2013, e deve alcançar US$ 9 bilhões globalmente em 2014, impulsionado pela expansão das marcas de música internacionais e regionais, e pela popularização de smartphones, principalmente em regiões do Sudeste Asiático, Índia e África, que têm crescimento anual de 20%, informou uma pesquisa da Mahindra Comviva, conduzida pela Ovum Consulting.

O estudo ainda prevê que mercados emergentes da Ásia-Pacífico podem gerar US$ 450 milhões e os da América Latina, US$ 200 milhões esse ano.

Para Atul Madan, chefe de serviços digitais da companhia, a indústria da música tem passado por mudanças dinâmicas nos padrões de consumo, por causa da crescente adoção de smartphones. “O estudo reafirma a nossa crença de que o futuro da música digital é baseado em reforçar o envolvimento, experiência musical 360 graus e atender às necessidades dos mercados sensíveis a preços. Conteúdo localizado e customizado terá um papel maior em seduzir os consumidores.”


Nos mercados pesquisados (emergentes e desenvolvidos), os dispositivos usados para ouvir, comprar ou baixar músicas mudou em 2013, se comparado a 2010. O compartilhamento de músicas por PCs caiu 14%, enquanto por smartphones e tablets cresceu 15%.

FONTE: CorpTV

Internet no Trabalho: Mais ou menos produtividade?



A pergunta nem é mais entre deixar os funcionários acessarem redes sociais ou não, estamos falando de algo muito mais amplo. Na sua empresa, você pode acessar o Youtube, Facebook e/ou email pessoal em horário de trabalho? Tem internet “livre”?

Para quem está no comando é muito difícil saber lidar com a liberdade de uso da internet. Até onde é saudável, do ponto de vista da empresa, deixar que os seus funcionários acessem seu email pessoal, redes sociais em geral ou qualquer site da internet? Para quem está trabalhando em frente ao computador, no dia-a-dia, sabe que pode ser muito interessante ter pequenas distrações dentro da internet, mas como saber até onde é saudável?

Os mitos da produtividade
O primeiro ponto a ser esclarecido, antes de aprofundar nesta discussão, é sobre o efeito que a liberdade dentro da internet tem na produtividade de cada funcionário.

Uma pesquisa de 2009 realizada pela Universidade de Melbourne (Austrália) pelo Dr. Brent Coker, que estudou os hábitos de 300 trabalhadores, trouxe informações interessantes sobre a relação entre produtividade e navegar na internet.

Neste estudo o professor trouxe a “regra dos 20%”, pois, segundo seus estudos, aqueles funcionários que gastavam até 20% de seu tempo do trabalho navegando na internet para fins pessoais tinham uma taxa de produtividade maior do que aqueles que nunca davam aquela “escapadinha”.

Mas isso não quer dizer que você deve navegar o dia todo, já que a mesma pesquisa mostrou que aqueles que usavam mais do que 20% do seu tempo para fins pessoais tinham uma produtividade pior do que aqueles que nunca navegavam. Se é para navegar para fins pessoais, deve-se fazer com moderação.

“Pessoas precisam sair um pouco para conseguir se concentrar novamente. Pequenas pausas, como uma navegada na web, ajudam a mente a descansar, levando a pessoa a ter mais concentração na sua tarefa posteriormente, aumentando assim, a sua produtividade". Tradução adaptada da fala do Dr. Brent Coker

É claro que existem muitos níveis de concordância e discordância com esta pesquisa, pois trata-se apenas de um estudo. Nem todos os países do mundo vivem na mesma realidade da Austrália.

Para trazer ainda mais embasamento para esta pesquisa, outro estudo, dessa vez da Harvard Business School, de 2011, realizada pelos pesquisadores Bucciol, Houser e Piovesan, trouxe a ideia de que resistir a navegar livremente pela internet tem um impacto maior (negativamente) na produtividade do trabalhador, maior do que ele ter a liberdade de navegar, por exemplo.

A sugestão dos pesquisadores é abrir espaço para que o funcionário utilizem a internet para assuntos pessoais, mesmo que alguns minutos a cada hora, mesmo que seja necessário reduzir (ou renegociar) outros intervalos, como o do almoço, por exemplo.

Resumindo, não adianta forçar a barra. As pessoas não rendem por tempo determinado, portanto, pequenas pausas (para navegação na internet ou não) sempre ajudam a melhorar a produtividade e até mesmo o bom humor dos trabalhadores. Qualidade de vida também é importante, ainda mais a longo prazo.

Lembre-se que funcionários com mais qualidade de vida e menos stress rendem mais a longo prazo, pois tendem a ficar menos doentes ou procurar outros empregos.

Redes sociais não são o problema
Hoje em dia encontramos tudo que podemos imaginar dentro da internet e culpar o acesso a redes sociais pela falta de produtividade é simplificar demais todo o potencial que a internet tem ou mesmo fugir da responsabilidade do gestor em entender a falta de produtividade de seus subordinados.

Facebook é o segundo site mais visitado dentro do Brasil, mas bloquear ele apenas livra você daquelas pessoas que querem ver as fotos do final de semana ou conversar com os seus amigos através do chat. Sem Facebook, existem outras milhares de redes sociais para a pessoa aprender a usar.

Se você bloquear todas as redes sociais, ainda assim, não irá impedir a pessoa de acessar o G1, UOL, Yahoo, Blogspot, Live e outros que estão na lista dos 10 mais acessados dentro do Brasil.

Bloquear completamente a internet pode ser o seu único caminho, mas no final apenas conseguirá ter trabalhadores possivelmente mais ansiosos e limitados a não poder usar a internet. Você sabe a importância de uma simples busca no Google?

As pessoas que veem a internet apenas como um tempo gasto muitas vezes não param para pensar que o mundo real também é cruel. Sem internet (uma distração), as pessoas podem facilmente procurar por outras distrações, que incluem desde uma pausa maior para o cafézinho até a necessidade de ir no banheiro regularmente.

A maioria das empresas não percebe que os trabalhadores não vão conseguir ser produtivos por 8 horas ininterruptas, as pessoas precisam de pausas, precisam respirar. As pesquisas que trouxe nesse post inclusive corroboram isso. Nosso cérebro precisa descansar.

Se os seus funcionários não são produtivos a culpa não é da internet, mas do local onde elas trabalham ou do exemplo que eles têm.

Uma pesquisa de 2013 que coletou dados por mais de dois anos, realizada pela Microsoft, demonstrou que o uso de mídias sociais em horário de trabalho pode ajudar na produtividade. A pesquisa foi feita com 9.908 trabalhadores em 32 países.

“Não apenas esta premissa está errada [de que uso de mídais sociais inibe a produtividade] – nós também estamos aprendendo que as políticas de bloqueios e banimento são ineficientes, dando aos supervisores mais tradicionais um falso senso de controle que, na realidade, está se esvaindo” Nancy Baym, pesquisadora

Os tempos mudaram, temos novos líderes
Pessoas mais velhas tendem a não entender a importância da internet na vida das pessoas e é muito comum ver empresas onde os gestores nem email tem, quanto menos uma conta em alguma rede social. O resultado são pessoas que não usam a internet e não conseguem ver problema em bloquear ela para todo o resto de sua empresa.

Mas isto está mudando, hoje temos novos líderes, pessoas que já cresceram usando a internet e também gostam de gastar alguns minutos navegando na ~rede mundial de computadores~. Você acha justo você não ter Facebook, mas o seu chefe acessar ele o dia todo? As pessoas querem direitos iguais.

As novas gestões estão atentas e sabem que a internet pode ser uma grande ferramenta para qualquer trabalhador, por isso, não conseguem enxergar ela como um inimigo, mas como um aliado.

O desafio não é mais como impedir que as pessoas acessam a internet, mas como elas a usarão de forma racional, de forma que não afete gravemente a sua produtividade.

Você pode tirar a minha internet, mas não o meu telefone… ou pode? Outro fator que está mudando completamente a visão que temos sobre acesso a internet em horário de trabalho são os smartphones. 

Apesar de os dados mostrarem que pouco menos de 1/3 da população tem um smartphone, sabemos que praticamente todo mundo ao redor da gente tem um.

Se a pessoa não pode acessar o Facebook no seu computador do trabalho, o que impedirá ela de o fazer em seu smartphone?

As empresas podem criar regras internas que proíbam o uso do celular ou deixem claro quais as limitações sobre o uso dessas ferramentas dentro do local de trabalho. E sim, o desrespeito destas regras podem levar a demissão por justa causa.


Em uma matéria sobre o assunto, há uma entrevista com a advogada Kelma Carrenho, que atua na área cívil e trabalhista e afirma:

“Se houver no local de trabalho a proibição do uso de celular e todos os empregados tiverem conhecimento dessa proibição e mesmo assim o empregado insistir em fazer o uso do aparelho em ambiente e horário de trabalho, o empregador poderá advertir o empregado. E se este empregado insistir na utilização do celular o empregador poderá aplicar a pena de suspensão. Caso não surta efeitos e o empregado insista na conduta, poderá o empregador demitir por justa causa este empregado por ato de indisciplina e insubordinação.” Kelma Carrenho, advogada

É claro que tudo isto precisa estar muito claro para o funcionário, tanto na hora da contratação como em avisos dentro da empresa.

No final, podemos dizer que o limite de acesso e liberdade em relação a internet (e podemos colocar os smartphones aqui também) dependem bastante de cada posto de trabalho. Um trabalho físico, fora do escritório, é muito diferente do trabalho dentro de um escritório. A exposição de cada um a internet tem diferentes níveis. Mesmo quem trabalha dentro de escritórios tem níveis diferentes de exposição a internet.


A dica que posso deixar, pensando de forma ampla sobre todos os postos de trabalho que existem, é que não tranquem seus trabalhadores em jaulas como se fossem animais, mas também devemos cuidar para não dar liberdade demais para aqueles que não conhecem seus limites.

FONTE: CorpTV

Gestão de dados mestres no mundo digital

Autor: Daniel Lázaro

No mundo digital, os principais objetivos de negócios das empresas líderes estão relacionados aos clientes: é preciso entendê-los, interagir melhor com eles, fornecer-lhes boas informações, produtos e serviços, e, também, rentabilizá-los. A eles e à sua rede de relacionamento.

Além disso, essas organizações não estão esperando que novas tecnologias tornem-se completamente “maduras” e livres de erros. Assim que seu desenvolvimento atinge um ponto de relativa suficiência, começam a ser utilizadas em projetos internos, pilotos e estudos.


Outro aspecto importante das líderes é que identificam quando seus dados estão disponíveis mais rapidamente e com mais nível de detalhe para os negócios:


Existem fortes alavancas de benefícios de negócios que suportam este posicionamento de liderança, as quais são tipicamente tratadas por processos e tecnologias de Gestão de Dados Mestres (“MDM – Master Data Management”):



Como os Negócios Digitais podem se beneficiar de MDM?

ANÁLISE DE MIDIA SOCIAL
Considere um cenário onde uma organização decida analisar as mídias sociais para entender o sentimento dos clientes e vender mais produtos. Ela pode usar tecnologia de Big Data para entender a intenção de seus usuários, criando potenciais novos "clientes".

Mas, os mesmos prospects podem - ou deveriam - já saber de suas intenções. Para realizar uma análise direcionada e relevante, o ponto de partida deveria ser entender os clientes existentes através de MDM.

O FATOR "VERDADE"
O hub de MDM pode armazenar o tradicional "golden record" de informação certificada, lado-a-lado com uma visão "menos-formal" da mesma pessoa ou produto, baseado em análises de big data.

Estas duas visões podem ser combinadas para gerar uma visão mais ampla, mas também podem ser tratadas em separado em casos onde o negócio não possa tomar decisões com base em fontes "não certificadas".

PONTO DE PARTIDA PARA ANÁLISES DE CLIENTE/PRODUTO
O hub de MDM pode já informar uma organização quem são seus clientes e prospects, e este conhecimento ser usado nos demais elementos de Big Data para melhor entende-los.

Com isso a empresa pode focar em seus "produtos mais rentáveis" ou "clientes com maior margem" – utilizando a inteligência derivada do MDM.

ANÁLISE DE MÍDIA SOCIAL vs. ANÁLISE AGREGADA
O MDM pode entregar definições mestres de clientes, domicílios, relacionamentos, produtos e hierarquias para Big Data.

Quando os requisitos partem de análises agregadas (sentimento do mercado sobre uma empresa) para análises específicas (quais clientes têm intenção de comprar o produto X), torna-se necessário dispor de dados mestres para guiar as análises em Big Data.

Como MDM pode se beneficiar de Negócios Digitais?
Usando MDM como ponto de partida para definir um cliente ou produto, uma organização pode analisar fontes de Big Data (geralmente conteúdo não estruturado) em relação a novos dados para capturar relacionamentos, hierarquias, intenções, sentimentos, etc.

Um hub de MDM é onde uma organização já mantém a visão mais completa de seus clientes, produtos ou contas. Conforme vai descobrindo novas informações sobre estas entidades, o hub é o local mais adequado para armazenar estes novos insights.


Quais são os aspectos que as empresas precisam considerar?
• 1 - As organizações precisam criar, processar, analizar, interpretar e agir sobre ativos de informações coletadas de fontes emergentes, como mídias sociais e uma variedade de canais audiovisuais e plataformas móveis;

• 2 - Minerar volumes massivos de dados e seus relacionamentos pode fornecer uma enorme inteligência ao negócio;

• 3 - Com uma força de trabalho móvel cada vez mais usando mecanismos de acessos a dados mais novos e diversos – tablets, smart phones e afins, há uma demanda por dados em tempo real em campo;

• 4 - Conforme os desafios de gestão de dados vão se acumulando, há uma necessidade de estratégias mais inteligentes de gestão das informações, com menores investimentos resultando em retornos mais rápidos e mais efetivos;

• 5 - Estratégias convencionais de transformação demandam muito tempo e recursos;

• 6 - Altos custos de reengenharia e maior "time to market" impactam o ROI de forma negativa;

• 7 - Sistemas de MDM tradicionais "on-premise" que sejam intensivos em tempo e recursos, não são sustentáveis em longo prazo;

Ou seja, para big data, qualidade de dados e princípios de gestão de dados são os mesmos que, historicamente, foram usados para dados tradicionais.


Mas as prioridades devem ser mudadas. E certos processos de gestão dos dados (metadados, integração, padronização e qualidade), devem receber a devida e reforçada ênfase.

FONTE: CorpTV

Os benefícios da Videoconferência - Padrão ou em Alta Definição?

Autor: Douglas Miranda

Videoconferência é um pouco como a utilização do telefone - a não ser pela vantagem de poder ver em alta definição e ouvir bem a pessoa que você está chamando. É possível ver expressões, linguagem corporal e as reações às suas idéias. Você também pode trabalhar em conjunto na mesma planilha, ou qualquer documento de outro PC. É como estar na mesma sala que a pessoa que você está chamando, trabalhando face-a-face.

A videoconferência ajuda as pessoas a trabalhar de forma mais eficaz, pois a comunicação visual é talvez a forma mais natural de comunicação. As pessoas entendem mais rapidamente e se lembram mais do que é mostrado ao invés de apenas ouvir, especialmente quando o assunto é em si uma ideia visual.

Algumas soluções de videoconferência são projetadas para permitir que vários grupos de pessoas em vários locais possam participar de uma reunião. Outros sistemas são projetados para apenas um par de pessoas para discutir projetos em suas mesas de trabalho ou home office. Em ambos os casos, é possível ver e ouvir claramente o que está sendo dito, e ter a sensação de estar juntos. Desta forma, a videoconferência cria um ambiente onde as decisões são tomadas mais rapidamente, e onde idéias, conhecimento e inspiração podem fluir de colega para colega, aumentando produtividade, agilizando a tomada de decisão uma vez que responsáveis tornam-se mais acessíveis.

O resultado é fortalecer o trabalho em equipes com um objetivo mais focado - e tudo sem a necessidade de viajar.

Os benefícios da videoconferência
Talvez o benefício mais evidente seja a economia que proporciona através com a redução de despesas de viagem e economia de tempo. Sem a necessidade de estar a bordo de um avião ou de carro.

Bem como fornecer as reduções de custos tangíveis, isto também contribui significativamente para o bem-estar dos trabalhadores. Com menos tempo perdido com as horas de expediente externo devido à viagem, as organizações podem promover um saudável equilíbrio entre vida profissional, melhorando a produtividade da equipe e motivação.

A videoconferência também é uma alternativa mais verde, diminuindo viagem aérea ou rodoviária - um fator que é particularmente relevante no contexto moderno de atitudes de responsabilidade social corporativa com um quadro crítico de aquecimento global.

A linha de fundo? A videoconferência pode ajudar as organizações a alcançar seus objetivos finais: maior lucratividade e valor a longo prazo, melhorado para todos os interessados.

Por que migrar para videoconferência IP?
Se você é novo no mercado de videoconferência - ou busca atualizar um sistema antigo - há boas razões para escolher uma solução baseada em videoconferência IP. Todos os atuais equipamentos utilizam redes IP - encontrado praticamente em todos escritórios, fábricas, aeroportos, hospitais, empresas.

Como a infraestrutura de rede IP é tão difundida, seu custo é desconsiderado no cálculo do custo de um investimento baseado em conferência IP. Soluções mais antigas de videoconferência com conexões de rede ISDN (em desuso no Brasil), apresentam custos de funcionamento através de tarifas das chamadas pago por minuto de conexão.

Com as redes IP, o custo da chamada é efetivamente escondida no investimento da rede existente. Dimensionada para suportar conexões de circuitos comutados sobre fios de cobre, o ISDN é uma tecnologia obsoleta que só suporta uma taxa de dados de 64 kbps por canal único - insuficiente para fazer em tempo real, nos dois sentidos comunicações de voz e vídeo. Na prática, ISDN canais são agregados para aumentar as taxas de dados e videoconferência de apoio, mas isso aumenta muito os custos de chamar ainda mais quando você está pagando por várias linhas, tipicamente de 6 a 10 linhas(custo de 6x a 10x por minuto de uma chamada convencional de voz).

Padrão ou Alta Definição?
Até agora, todas as soluções de videoconferência disponíveis comercialmente têm sido classificados como Standard Definition. Esta é uma referência de qualidade de imagem, que nos sistemas SD pode ser equivalente a - ou, na prática, inferior a - televisão comum. Isso significa imagens com uma resolução de 740 linhas horizontais, embora a grande maioria dos sistemas de videoconferência apresenta limitações de largura de banda de rede. A utilização de monitores de alta definição (LCD, LED, plasma, etc.) em sistemas padrão prejudica em muito a visualização de imagens em resoluções CIF (352 x 288), resolução esta utilizada em 90% dos sistemas padrão.

As soluções de videoconferência em Alta Definição tiram partido das mais recentes normas de codificação e outros desenvolvimentos tecnológicos (monitores LCD, LED, etc.) alcançando uma resolução de 1080 linhas horizontais com um conseqüente aumento dramático na qualidade da imagem. Alguns modernos sistemas novos oferecem a possibilidade de comunicação com imagens panorâmicas de alta definição e som através de redes IP padrão, incluindo suporte para ponto-a-ponto, assim como de conferências multiponto. E mais importante de tudo, possui um custo acessível. Estes sistemas desmistificam o uso de HD em sistemas de videoconferência, por ser pequeno, simples e econômico.

HD, sem dúvida, vai mudar a face da comunicação remota em tempo real.


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FONTE: CorpTV

Vai viajar no feriado? Veja 4 dicas para proteger seu dispositivo móvel

Com o avanço da tecnologia, é cada dia mais comum os usuários levarem seus dispositivos para onde quer que forem, principalmente quando o assunto é viagem.

Para se ter uma ideia, as vendas de smartphones no Brasil aumentaram 130% entre janeiro e setembro de 2013 em comparação com o mesmo período do ano anterior, de acordo com uma pesquisa realizada pela Comtech, da Kantar Worldpanel.

Estima-se, ainda, que 60% dos brasileiros possuem smartphones e que não conseguem ficar menos de meia hora sem verificar seus aparelhos em busca de novos e-mails, mensagens no Facebook ou Twitter.

Não consegue desconectar? Não tem problema. Mas saiba que as mudanças de ambiente e clima podem afetar os equipamentos eletrônicos. Quer proteger os seus dispositivos mesmo longe de casa? A Intel reuniu algumas dicas:

Escolha capas apropriadas. Em viagens, temos que transportar nossos dispositivos em capas que os protejam de golpes e arranhões. Se são tablets ou 2 em 1, geralmente é melhor guardá-los desligados e recomenda-se transportá-los nas malas de mão para maior segurança.

Não esqueça os adaptadores para recarga. Equipamentos eletrônicos precisam ter as baterias carregadas o todo tempo. Mas como o padrão de tomada brasileiro não é compatível com o de outros países, levar adaptadores é crucial para qualquer viajante. Certifique-se de que está munido de adaptadores para os formatos das tomadas dos países para onde irá viajar. Além disso, um dispositivo com um processador de ponta consome menos energia, garantindo que você tenha entretenimento durante longos voos ou deslocamentos.

Cuidado com as condições ambientais e climáticas. Mesmo com tablets preparados para resistir a condições adversas, areia, poeira e água podem danificá-los se não estiverem bem guardados. Utilizar sacos ou bolsas plásticas para protegê-los contra esses fatores é indispensável para evitar qualquer avaria quando não estiverem sendo utilizados.

A limpeza começa conosco. A maioria dos dispositivos hoje funciona com o toque. E em viagens podemos nos esquecer de manter o cuidado com as mãos. Portanto, antes de pegar o seu dispositivo, é importante lembrar de limpar bem as mãos para não manchá-lo ou arranhá-lo. Quanto à limpeza do equipamento, não use agentes químicos os abrasivos, que podem danificá-lo. Prefira usar panos limpos (microfibra ou algodão) com água limpa.


FONTE: CorpTV

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Sua empresa está preparada para o fenômeno CAMS (Cloud, Analytics, Mobile e Social)?

Autor: Henrique von A. Amaral

Estamos vivendo a era que tem apresentado a maior mudança das sociedades desde que o homem dominou o fogo. Impossível não ver essa mudança acontecendo a cada segundo. Um novo fenômeno conhecido como CAMS - sigla para “Cloud, Analytics, Mobile e Social” - tem favorecido o surgimento de novos modelos de negócios. Mas, como isso ocorre?

Abro este texto com um questionamento que explicarei mais para frente, levando em consideração este novo cenário: Por que os hotéis de Nova Iorque estão tão preocupados?

Vamos começar pelo Social. A ação de se relacionar com o próximo hoje em dia está fortemente embasada nas conhecidas redes sociais. Hoje conseguimos reencontrar nossos colegas de colégio primário que moram em outra cidade pela internet.

Recentemente descobri que minha vizinha de infância em Ipatinga mora no Canadá, é casada e tem dois filhos. Descobri também que, enquanto estamos assando no verão brasileiro, ela não pode sair de casa por conta do frio. As redes sociais se multiplicam.

Existem redes de puro relacionamento social corriqueiro, redes de relacionamento profissional, redes de informação e notícias, entre outras. Essas redes criaram um novo canal muito importante para as empresas. É uma nova porta pela qual as empresas podem se diferenciar diante de seus clientes. Conseguir participar ativamente dessas redes pode ser a diferença entre sucesso e fracasso para um negócio.

Colocando uma pitada adicional de tecnologia, é importante lembrar que estamos na era Pós-PC. [Pausa para uma sábia constatação: empresas de TI visionárias saíram deste mercado há quase uma década. Tiro estratégico e certeiro.] Em junho de 2007 foi anunciado o iPhone, primeiro smartphone que revolucionou o mercado, em seguida vieram os baseados em Android. Hoje em dia, a porta principal entre o ser humano e a vida conectada é o smartphone.

O smartphone se conecta à internet e pode enviar qualquer mídia: arquivos, mensagens, fotos, vídeos, localização geográfica… E vem mais por aí. O smartphone somado às redes sociais cria novos sistemas de engajamento. Possibilita que pessoas interajam entre si de forma nunca antes imaginada. É nessa interação que estão surgindo novas oportunidades de negócios que quebram paradigmas e podem levar modelos tradicionais de negócios à bancarrota. Falo mais sobre isso em breve, antes preciso colocar mais tempero nesse molho.

Analytics. Todo e qualquer novo negócio precisa estar totalmente preparado para lidar com grandes quantidades de dados, em sua maioria, desestruturados. É senso comum de que os dados são o ouro do século XXI, e Analytics é o minerador. Quem consegue buscar, tratar e tirar insight dos dados vai ter poder imbatível nos novos sistemas de engajamento, ou seja, em Social+Mobile. Analytics é higiênico hoje em dia. Eu, como consumidor, não suporto acessos ou engajamentos errados relacionados a mim. Mensagem errada e na hora errada é morte para uma empresa em minha opinião.

Última pitada, mas não menos importante, é a tecnologia de Cloud. Essa tecnologia existe hoje devido à evolução que as funcionalidades dos grandes servidores empresariais alcançaram. Em um momento o servidor pode ser dividido em vários servidores. Em outro momento, os aplicativos (iguais àqueles que estão no seu smartphone) puderam mover de um servidor a outro, crescer, diminuir, crescer novamente e, até, se auto-multiplicar em vários servidores.

A capacidade de o aplicativo funcionar a distância como um serviço (SaaS) se juntou a isso e foi possível criar nuvens de serviços de TI. Essas nuvens são capazes de entregar serviços de TI muito rapidamente a preços bastante acessíveis, o que torna qualquer sonhador com uma ideia boa e força de vontade em um possível grande empreendedor.

Pronto! CAMS! Cloud, Analytics, Mobile and Social. Mas e os hotéis de Nova Iorque, o que têm a ver com isso? Tudo! Nas grandes universidades de negócios hoje em dia só se fala em novidades de designs de negócios seguindo novas tendências, e a que mais me atrai é de consumo colaborativo.

CAMS é o caminho já percorrido por empresas que colocaram frente a frente pessoas que nunca iriam se conhecer. Quando pessoas interessadas em colaborar entre si se unem, surgem novos modelos de negócio.
É o caso da AirBnB. Em seu site o slogan é convidativo: “Ache um lugar para ficar. Alugue de pessoas em mais de 34 mil cidades em 192 países”. Trata-se de um serviço no qual você pode ser o host de um estrangeiro, alugando sua casa ou, até mesmo, um quarto.

Encontram-se disponíveis para alugar todo tipo de imóveis, desde apartamento em Manhattan no Upper East Side em frente ao Central Park, até uma casa na árvore no Reino Unido. O site provê segurança às duas partes, tanto ao visitante quanto ao anfitrião. Os preços são muito mais convidativos que os da rede de hotelaria. A experiência provida ao viajante é mais imersiva, permitindo que conheça o dia-a-dia da cidade mais facilmente.

A AirBnB interage com seus clientes através de dispositivos móveis. Seu sistema é uma rede social própria que faz análise de dados para indicar novas experiências de viagens. O AirBnB tem criado uma grande controvérsia, principalmente com a rede hoteleira de Nova Iorque. Estes dizem que é concorrência desleal. A AirBnB se justifica, dizendo ser um novo modelo de negócios. O fato é que não tem mais volta. O mundo mudou, e a cada segundo tem uma nova ideia surgindo, que se baseará em novos sistemas de engajamento e que destruirá modelos de negócios que não se reinventarem.


A boa notícia para as empresas já estabelecidas é que estamos no início desta nova onda. Há tempo para redesenhar processos, reestruturar modelos de negócios e surfar alto nesta onda.

FONTE: CorpTV

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Internet das coisas motivará uso inteligente dos dados

O surgimento de tecnologias sem fio, tecnologias definidas por software e produtos inteligentes tomam um papel central no aumento do volume de dados, que entre 2013 e 2020 pode passar de 4,4 trilhões de gigabytes para 44 trilhões, número que será motivado por aplicações ligadas a sensores, iniciativa conhecida como Internet das Coisas, informou a EMC no estudo sobre oportunidades no Universo Digital.

Segundo a companhia, uma família média cria dados suficientes para preencher 65 iPhones (32gb) por ano, e em 2020 esse número crescerá para 318 iPhones, e compara: “Se um byte fosse do tamanho de um galão de água (cerca de 4,5 litros), em 10 segundos os dados seriam suficientes para encher uma casa média. Em 2020, isso acontecerá em 2 segundos”.

A conexão dará as coisas o poder de receber dados automaticamente e gravar essas informações. Com um sensor no sapato controlando a velocidade da corrida, por exemplo, iniciativas inteligentes podem ser tomadas por indústrias. Em 2013, apenas 22% das informações geradas por dispositivos conectados consideradas úteis, e menos de 5% foram de fato analisadas. Até 2020, mais de 35% de todos os dados poderão ser considerados úteis, mas dependerá das empresas colocá-los em uso.

De acordo com a IDC, o número de dispositivos ou coisas que podem ser conectados à Internet se aproxima dos 200 bilhões, com 7% (ou 14 bilhões) se comunicando pela própria rede. Os dados dos dispositivos conectados representam 2% dos dados gerados globalmente, e a consultoria estima que até 2020 o número de dispositivos alcançará 32 bilhões – representando 10% dos dados mundiais.

Esse fenômeno trás novos métodos de interatividade com os clientes, otimizando ciclos de negócios e reduzindo os custos operacionais, uma oportunidade trilhonária de negócios. Por outro lado, as empresas precisarão gerenciar, armazenar e proteger o volume e diversidade de informações. Por exemplo, a IDC estima que 40% dos dados no Universo Digital exigem um nível de proteção, desde rigorosas medidas de privacidade até dados criptografados, e apenas 20% dessas informações estão atualmente protegidas.

Mercados emergentes
Atualmente, 60% dos dados são atribuídos a mercados maduros como Alemanha, Japão e Estados Unidos, mas até 2020 a porcentagem vai mudar, e os emergentes, como Brasil, China, Índia, México e Rússia motivarão esse aumento.

Em 2014, o Brasil representará 3% do total de volume de dados do mundo, com 212 Exabytes. Até 2020, o volume de informações digitais chegará a 1.600 Exabytes, atingindo 4% do percentual mundial, por causa do aumento continuo de smartphones, internet e redes sociais, e do investimento em TI por parte das empresas latino-americanas para avançar na concorrência com outras regiões emergentes; além da redução no custo da tecnologia que captura, gerencia, protege e armazena informações; e o crescimento da comunicação M2M (maquina a maquina) e das informações sobre informações.

A Internet das Coisas deve contribuir para o crescimento do Universo Digital brasileiro. Os sistemas integrados de tecnologia automática representarão 10% do volume total de dados do país até 2020, qe em 2013 esse percentual foi de 2%. O investimento motivará a criação de novos modelos de negócios, geração de informações em tempo real sobre sistemas de missão critica, diversificação de fluxo de receita, visibilidade global de operações internas, e operações inteligentes e eficientes.

Outro aspecto apontado no Estudo é que mais de 40% das informações do Universo Digital brasileiro, que precisam de proteção, não são protegidos.

A EMC afirma, ainda, que os dados ultrapassam o armazenamento, que tem crescido devaga nesse ambiente. Em 2013, a capacidade de armazenamento disponível comportaria apenas 33% do Universo Digital. Até 2020, ela será capaz de armazenar menos de 15%. A maioria dos dados mundiais é temporária (como fluxos de Hulu ou Netflix, interações em jogos do Xbox ONE, TV digital) e não exige armazenamento.


No entanto, o volume de dados na nuvem dobrará: em 2013, menos de 20% dos dados estavam na nuvem, e até 2020, essa porcentagem chegará a 40%. Dois terços dos bits do Universo Digital são capturados por consumidores e trabalhadores,mas as empresas têm responsabilidade por 85% deles.

FONTE: CorpTV

Existe um melhor dia para envio de e-mail marketing?

Autor: Rodrigo de Almeida

Quando se fala em e-mail marketing, estatísticas são um norte para profissionais do setor. Ajudam a definir estratégias e, ao mesmo tempo, justificar as ações adotadas.

Mas é preciso analisar as estatísticas com senso crítico em vez de aceitar números que, apesar de fazerem sentido dentro do contexto em que estão inseridos, podem induzir a erros de julgamento. A estatística que aponta os melhores dias para se enviar e-mail marketing, por exemplo, é uma grande falácia.

Há alguns anos, fui entrevistado por um conhecido portal de negócios que queria meu aval para a afirmação de que, como terça-feira é o dia de maior venda no e-commerce brasileiro, seria, então, o melhor dia para se enviar e-mail marketing. E, no Brasil, de fato há um fenômeno de concentração de envio de e-mail marketing na terça-feira. Foi difícil, mas convenci a jornalista que ela estava partindo da premissa errada.

Explico. Primeiro, há um consenso entre os profissionais do setor de que não se deve enviar e-mail marketing na segunda-feira, pois seu público estaria retornando do final de semana com muitos e-mails acumulados para serem lidos. Assim, a chance de não lerem e/ou deletarem e-mail marketing seria maior, justificando o envio às terças-feiras. Ora, quem pensa assim está assumindo que sua newsletter é irrelevante. E eu asseguro: se seu conteúdo for realmente relevante e pertinente, pode enviar seu e-mail marketing em qualquer dia que ele vai ter uma boa audiência.

Depois, há um padrão que, invariavelmente, se repete: os dois primeiros dias de uma ação de e-mail marketing respondem por 90% ou mais de toda a audiência obtida, sendo que até 75% de todas as aberturas podem ocorrer no primeiro dia.

A conclusão lógica é a seguinte: terça-feira é o dia que mais se vende no e-commerce brasileiro porque é o dia que mais se envia e-mail marketing. E estudos que mostram o melhor dia para envio de e-mail têm, na origem, a distorção de apenas refletirem o comportamento viciado do mercado.

Minha sugestão é identificar quais os dias de maior movimento na sua empresa, seja nas lojas físicas, no e-commerce ou no seu site institucional. E, a partir disso, reforçar esse comportamento natural com e-mail marketing. Por exemplo: se o site de uma determinada empresa naturalmente tem mais tráfego entre segunda e quartas-feiras, então um e-mail marketing enviado na segunda ou na terça-feira reforçaria esse pico de audiência. Mas, se enviado na quarta-feira, já passa a desperdiçar energia pelo reflexo que poderia causar na quinta-feira, dia de menor movimento no site.

Por outro lado, se o e-mail marketing é sobre o plantão de vendas de um imóvel, e a maior visitação ao estande de vendas de imóveis ocorre em finais de semana, parece lógico que a newsletter seja enviada na quinta ou sexta-feira.

Se você acredita que o que apresentei acima faz sentido, permita-me causar um pouco de caos. Podemos fazer exatamente o contrário: se determinada empresa quisesse reforçar dias de baixo movimento em seu site ou loja, seria uma boa ideia criar um “evento” sazonal para atrair a audiência para os dias mais fracos. Algo como “ofertas malucas de domingo”, com produtos de ponta de estoque a preços realmente agressivos ou, ainda, com algum tipo de benefício concedido apenas nessas datas específicas. Se o conteúdo for relevante e de valor percebido pelo seu público, fatores-chave de sucesso desta estratégia, provavelmente a empresa criará um novo comportamento de audiência do seu e-mail marketing.


Em resumo, aconselho aos profissionais do setor a não repetirem fórmulas e padrões estabelecidos. E-mail marketing é uma mídia e, como tal, poderá gerar mais ou menos resultado conforme a estratégia em que está inserido. E estratégia pressupõe planejamento, raciocínio. Seguir fórmulas prontas e repetir estatísticas pode até ser adequado em algum momento, mas até mesmo para chegar a essa conclusão, é preciso uma visão abrangente, crítica e analítica do seu programa de e-mail marketing. Desta forma, o melhor dia para sua empresa enviar e-mail marketing será a consequência inevitável de planejamento e testes. E não da repetição de um padrão estatístico.

FONTE: CorpTV

2014 – Cloud Computing é tendência para empresas de todos os portes

Autor: Eduardo Carvalho

O mercado torna-se cada vez mais competitivo e as corporações são pressionadas a conseguir mais resultados com menos recursos. Neste cenário, começamos a ouvir já há algum tempo sobre cloud computing. O conceito atraiu a curiosidade dos CIOs pela eficiência e economia e já tornou-se realidade para muitas organizações.

De acordo com a IDC, somente em 2013, o setor de computação em nuvem movimentou cerca de US$ 257 milhões e a expectativa é de que este número chegue a US$ 798 milhões até o final deste ano.
É interessante observar que este modelo atende as necessidades de empresas de todos os portes. As grandes vislumbram na computação em nuvem a oportunidade de conseguir mais eficiência, agilidade e, claro, redução de custos. Já para as pequenas e médias companhias, esta é uma chance para ter acesso a soluções robustas sem demandar altos investimentos – permitindo às PMEs ampliar a competitividade no ambiente em que atuam.

As áreas de Tecnologia da Informação (TI) das empresas conquistaram papel mais estratégico e suas metas passaram a ser alinhadas, também, aos objetivos de negócios. Um dos principais desafios do setor é criar plataformas mais escaláveis para suportar, por exemplo, picos de acesso. Neste sentido, o cloud computing pode ser um importante aliado, já que permite alocação de recursos e total disponibilidade dos sistemas para acesso e armazenamento de informações durante períodos atípicos. O propósito agora é tornar o relacionamento entre as companhias e seus provedores menos transacional e mais colaborativo – para que todos estejam na mesma página. Os gestores de TI devem olhar para a nuvem como uma oportunidade de utilizar a capacidade extra de seus servidores de acordo com a necessidade e sazonalidade da demanda.

Em 2014, a inovação contínua é a palavra de ordem para as empresas que desejam ser ainda mais competitivas e a mobilidade é fator determinante para o aumento da adoção do cloud computing. O email ainda é uma das principais ferramentas utilizadas no âmbito profissional, mas a tendência é de que outros mecanismos sejam incorporados neste meio.

O Gartner aponta que, este ano, cerca de 2.5 bilhões de dispositivos móveis – como smartphones e tablets – serão colocados no mercado. O número equivale ao aumento de 7,6% com relação ao ano anterior. É cada vez mais comum o uso profissional destes dispositivos e a nuvem permite o armazenamento de todos os dados em um único sistema, independentemente de sua plataforma. O cloud computing viabiliza o acesso, com alto desempenho, a arquivos e programas a qualquer hora e em qualquer local.

Apesar de todos os benefícios, algumas organizações ainda receiam colocar suas aplicações e dados na nuvem, mas segurança e privacidade são premissas básicas do cloud computing. A tolerância com relação aos riscos é diferente em cada empresa e a privacidade dos dados pode ser determinada em níveis distintos. Em nuvens privadas, as políticas de segurança já adotadas pela companhia serão apenas atualizadas para um novo modelo, enquanto nas públicas, a privacidade oscila de acordo com os métodos adotados pelo provedor. No entanto, além de flexibilidade e agilidade, ambas as alternativas oferecem desempenho e segurança.

Existe ainda a opção de criar um ambiente híbrido, ideal para empresas que desejam migrar para o novo modelo gradualmente ou sem grandes impactos, de acordo com as regras de segurança da companhia. É possível manter as informações críticas no ambiente físico atual, e, em paralelo, incorporar outros serviços em qualquer tipo de nuvem – seja ela pública ou privada – e de forma integrada para que as aplicações conversem entre si. Assim, as expectativas podem ser gerenciadas e a empresa consegue mais elasticidade, com mudanças e investimentos progressivos.


O modelo de nuvem ainda estimula discussões sobre segurança e confiabilidade, mas sua adoção e as dúvidas com relação ao modelo favorecem a profissionalização dos provedores e aprimoram os serviços de cloud. Nos próximos anos, será impossível pensar em eficiência de processos de TI, sem falar em nuvem.

FONTE: CorpTV