segunda-feira, 30 de julho de 2012

Teletrabalho (home-office): estratégia ou faz de conta?


O teletrabalho não vem merecendo publicamente a importância que merece: as empresas simplesmente mudaram o local de trabalho de seus funcionários para suas residências, e ignoram o impacto público/coletivo/político da medida.

O uso do teletrabalho avança lentamente no Brasil, embora de forma irreversível: mesmo grandes empresas e, principalmente no nosso setor de TI, já se valem da redução de custos em instalações fixas, que resulta da possibilidade de não precisar ter mesas, cadeiras, telefones, pontos de rede, café etc. etc. para todos seus funcionários ao mesmo tempo (sendo que na prática nunca estamos todos na empresa ao mesmo tempo).

Não são apenas as empresas que se beneficiam com o teletrabalho: a redução do tempo perdido pelos funcionários com o deslocamento de suas residências para o trabalho e vice-versa (que nas grandes cidades do país facilmente chega ao absurdo de quatro horas por dia!) também é imediata. O teletrabalho também facilita a inclusão no mercado de trabalho, daqueles trabalhadores que possuem dificuldades de locomoção, sejam eles portadores de alguma deficiência, ou apenas moradores de localidades distantes de grandes centros.

Mais ainda, a análise coletiva do impacto do teletrabalho sobre a sociedade, propicia vários outros benefícios, como por exemplo, a redução pela demanda da ampliação do sistema viário e/ou dos sistemas de transporte público (que por sua vez implicam em frear o crescimento da emissão de poluentes).

A instalação de home-offices (onde antes não existiam) também torna a tecnologia disponível de forma mais completa para as famílias dos funcionários.

Em alguns países, como por exemplo, no Chile, diante desses benefícios, o teletrabalho já faz parte da política do Estado, incentivando empresas e funcionários a adotá-lo. No Brasil, diversos projetos de Lei sobre o tema tramitam no Congresso há anos (veja p.ex. o PL 4505/2008, de autoria do dep. Luiz Paulo Vellozo Lucas – ES). Entretanto, as últimas propostas apresentadas, com apoio do Poder Executivo, só podem ser classificadas de ‘estapafúrdias’: por exemplo, sob pretexto de garantir os direitos da CLT para os teletrabalhadores, pretende-se autorizar o Poder Executivo a construir Centros de Teletrabalho (ao estilo dos Telecentros)!

Esse formato de teletrabalho não somente anula quase todos os benefícios do teletrabalho para os cidadãos (que continuarão a se deslocar para o trabalho!) e para a sociedade, como ainda cria um novo espaço para a atuação da burocracia, a ser subordinada a algum Ministério, que deverá investir dinheiro público na construção e manutenção de centros de teletrabalho, para poder passar a controlar a frequência dos empregados ao seu teletrabalho.

Com muito menos dinheiro público, os trabalhadores que não dispõem de instalações de teletrabalho em casa (e/ou seus empregadores), poderiam ser agraciados com um subsídio (p.ex. nos juros) em financiamentos para a aquisição dos equipamentos necessários.

FONTE: CorpTV

Brasileiros fazem fortuna com novas ideias na internet


Os brasileiros que fizeram mais sucesso no exterior entre os nascidos nos anos 70 talvez tenham sido os atletas Ronaldo Nazário, o Fenômeno, e Gustavo Kuerten. Eles ainda são de uma época em que para ser jovem, famoso e rico era preciso ser ídolo em algum esporte, integrar uma banda de rock ou atuar em novelas.

Tudo mudou com a nova geração, nascida no final dos anos 80 e começo dos 90, que praticamente se alfabetizou depois de a internet ter se popularizado. Entre esses jovens, dois brasileiros fizeram uma fortuna que estaria nos sonhos até mesmo de craques do Barcelona.

Eduardo Saverin foi o primeiro deles, ao transformar-se em cofundador do Facebook. Segundo a revista Forbes, ele integra a lista dos bilionários mundiais. Outro novo milionário do mundo digital é o brasileiro Mark Krieger, que estampou as capas do New York Times e do Wall Street Journal na semana passada, depois de vender o Instagram, um aplicativo de compartilhamento de fotos no celular, justamente para a gigante rede social.

Por ter 10% da empresa, Krieger, criado num condomínio de Alphaville, ou brasileiro "by birth", como ele se descreve no Twitter, tem agora cerca de US$ 100 milhões entre dinheiro e ações do Facebook, a nova proprietária do Instagram.

Em comum, os dois estudaram em algumas das universidades mais renomadas do mundo. Saverin se graduou em Harvard, onde fundou o Facebook com Mark Zuckerberg. Krieger é de Stanford, na Califórnia. Ele ainda vive no Vale do Silício, onde o cofundador do Facebook também já viveu.

Muitos brasileiros dessa nova geração têm se mudado para os Estados Unidos em busca do sonho de conseguir o mesmo sucesso de Saverin e de Krieger. Como os dois, também ingressam em universidades de renome e acabam indo para a Califórnia não para surfar ou ser artista de cinema, como os jovens do passado, mas para tentar ser o próximo prodígio do mercado tecnológico, criando um produto que encante o mundo.

No topo dessa lista está a brasileira Bel Pesce, que nasceu em uma família de classe média de São Paulo e estudou no colégio Etapa. Foi aceita no MIT e, de cara, precisou lidar com o seu primeiro problema: pagar a anuidade de cerca de US$ 40 mil. Como seus pais não podiam ajudá-la, ela trabalhou em empresas como Google, Microsoft e Deutsch Bank, além dos departamentos de Matemática e Economia do MIT e no prestigioso Media Lab.

Hoje, Bel vive no Vale do Silício e comanda o Lemon, um aplicativo para celulares que serve para organizar os gastos. "Observamos que os smartphones mudaram o comportamento das pessoas de muitas maneiras", disse Bel. Ela exemplifica: "Não há mais necessidade de carregarmos uma câmera, mas, por outro lado, ainda carregamos carteiras cheias de recibos, cartões e muito mais, por isso acreditamos que o celular poderá se transformar em uma carteira inteligente, com muito mais recursos".

FONTE: CorpTV

Mercado mundial de mídias sociais deve crescer 43% neste ano


O mercado mundial de mídias sociais vai movimentar US$ 16,9 bilhões em 2012, cifra que representa um aumento de 43,1% em relação ao ano passado. A previsão é do Gartner, que alerta as empresas para ficarem mais atentas ao desenvolver suas estratégias de negócios para sempre levar em conta as redes sociais e a mobilidade.

Neste ano, a propaganda teve a maior fatia desse segmento, com US$ 8,8 bilhões. Entre 2010 e 2011, a receita de jogos sociais mais que dobrou e deve chegar aos US$ 6,2 bilhões até o final de 2012.

Segundo o instituto, o uso das mídias sociais está amadurecendo o mercado brasileiro. Estima-se que mais de um bilhão de pessoas ao redor do mundo use estas ferramentas nos próximos meses. O número de pessoas que utilizam as redes sociais cresce em um ritmo moderado. Novas formas de mídia e entretenimento irão atrair, ainda, novos usuários e farão com que os existentes continuem interessados nas mídias sociais. A crescente concorrência entre os players, cada um disputando o tempo de lazer e a atenção dos consumidores, levará ao aumento das novas formas de mídias sociais (baseadas em web e móveis).

Empresários estão direcionando uma grande porcentagem de seus orçamentos de publicidade para estes novos modelos de negócios. Segundo a análise, esse fator é impulsionado, principalmente, porque os sites oferecem uma ampla gama de usuários engajados que gastam muito tempo conectados – isto aumenta as taxas de cliques potenciais. As redes sociais permitem que as empresas direcionem anúncios a segmentos distintos de consumidores, desbloqueando as estruturas de dados interconectados dos usuários, que inclui listas de amigos, seus comentários e mensagens, fotos, suas conexões sociais, informações de contato e mídias associadas.

As redes sociais vão mudar radicalmente a forma como as empresas interagem com seus clientes e funcionários. O estudo registrou um aumento na demanda por informações a respeito do tema e por sistemas que engajem as pessoas para temas de interesse das empresas.

"Os sites de mídias sociais continuarão a incorporar técnicas de jogos em suas redes, influenciados pelas oportunidades de lucro que essas ferramentas apresentam. A venda de bens virtuais continuará a ser fonte primária de faturamento. Os principais criadores de jogos para console entraram, recentemente, na "arena" dos jogos sociais e estão fortalecendo a indústria", diz Van Baker, diretor de pesquisas do Gartner.

Essas tendências sugerem que as vendas de serviços de consultoria de alto valor, como relações públicas e gestão de reputação a marcas, estão crescendo e devem continuar neste ritmo. Os pagamentos feitos para os anúncios nas mídias sociais aumentarão, proporcionando mais oportunidades para os sites servirem como plataforma de transações de conteúdo digital, jogos sociais, ou pagamentos entre pessoas. Novas oportunidades para faturamento nas mídias sociais também devem crescer com a interação das plataformas móveis e de TV como um serviço essencial. A curto e médio prazos, as redes sociais devem implantar técnicas de dados analíticos e, ao mesmo tempo, continuar a explorar outros canais de faturamento, como propaganda móvel e social commerce.

FONTE: CorpTV

Regulamentação do Profissional de TI

Há mais de 30 anos tramitam no Congresso Nacional, diversos projetos visando à regulamentação das profissões de TI, mas apesar do grande volume de projetos, não existe ainda um consenso, muitos são contras e muitos outros são a favor.

O site Vida de Suporte fez a seguinte enquete: Você é a favor da regulamentação das profissões de TI? E mais de 80% dos votos mostram que as pessoas são favoráveis a regulamentação da profissão.

Vejamos alguns pontos que devem ser debatidos:
A SBC (Sociedade Brasileira de Computação) posiciona-se CONTRA o estabelecimento de uma reserva de mercado de trabalho, geralmente instituída pela criação de um conselho de profissão em moldes tradicionais (como CRM, CRC, CREA), pois pode levar a uma indevida valorização da posse de um diploma em detrimento da posse do conhecimento, pois muitos dos profissionais de TI não têm curso superior na área (análise de sistemas, ciência da computação, processamento de dados ou engenharia de software) e com isso não teriam méritos para estar na função.

Todos os projetos de regulamentação fixam um prazo de experiência mínima (cinco anos, em vários casos) para permitir que estes profissionais continuem na profissão após a entrada em vigor da nova lei. Mas questiona-se: e os outros profissionais? Para onde vão? Serão demitidos? Sem contar que existem no Brasil várias empresas onde praticamente todos os profissionais não se enquadram neste perfil, neste caso o que iria acontecer? Terão que fechar as portas?

Mas existe sim a necessidade de uma regulamentação da profissão, pois as mais diversas profissões estão sendo regulamentas, como a de sommelier que foi regulamenta recentemente. A própria SBC é a favor da regulamentação desde que se observem os seguintes pontos:

- O exercício da profissão de Informática deve ser livre e independente de diploma ou comprovação de educação formal;

- Nenhum conselho de profissão pode criar qualquer impedimento ou restrição ao princípio acima;

Segundo o Analista Osmar Antônio D. Junior, “Nossa profissão de Analista de Sistemas está no descaso, o que vem prejudicando a muitos como eu e outros que estudamos e trabalhamos todos os dias sem o reconhecimento merecido. O que reinvidicamos é a regulamentação da profissão, que no mundo corporativo é o carro chefe no controle e disponibilização das informações da empresa, pois neste mundo o trabalho fica inviável sem informações mineradas e bem organizadas. O fato é que alguns colegas não perceberam que a reserva de mercado é feita pela seleção natural onde os bons são acolhidos e os maus profissionais ficam na repescagem, deixados à margem. Diante do exposto o que queremos é que o mercado naturalmente procure profissionais com registro em conselhos, capacitados, com formação acadêmica, com ética. E quanto aos prodígios serão naturalmente selecionados pelo seu talento e genialidade. Hoje podemos ter um cargo de auxiliar administrativo, técnico em eletrônica, e outros exercendo funções de programador ou analista. Onde está o valor do conhecimento acadêmico, horas e horas de estudo de prática?”

O curso superior é sim um diferencial e o próprio mercado define a necessidade de curso superior ou não, o que se deve buscar com a regulamentação é criar um conselho com a finalidade de definir e manter um Código de Ética e aplicá-lo no setor de Informática, visando a proteção da sociedade e a defesa dos profissionais. Mas obrigar todo profissional de TI a ter nível superior na área, não é um caminho que se deve buscar, pois muitas das inovações que vemos na área são desenvolvidas por pessoas sem nível superior, mas com alto grau de conhecimento da área.

Segundo estimativa do Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo (Sindpd), há cerca de 600 mil profissionais de tecnologia no país, e este número não deve parar de crescer.

FONTE: CorpTV

E-commerce e os desafios do crescimento


14 bilhões de reais. Esta é a estimativa de movimentação para o mercado de E-commerce apenas este ano no Brasil segundo o E-bit. Nada mal para quem atingiu a casa dos bilhões há apenas sete anos e dobrou de tamanho nos últimos três. Considerando que o Brasil ainda tem um longo caminho a percorrer para popularizar a internet e que quase 80% dos internautas ainda não são consumidores online, podemos esperar que o mercado de comércio eletrônico siga em crescimento acentuado por um bom tempo, possivelmente traçando uma subida ainda mais íngreme nos próximos anos.

Este cenário mostra que ainda há um espaço considerável para o crescimento dos players atuais assim como também aponta para uma grande lacuna, que está a cada dia sendo preenchida por novas lojas, ou seja, entrantes de mercado que muitas vezes concorrem com grandes empresas por conseguirem trazer diferenciais, sejam de preço, prazo, logística ou até mesmo design. Uma vez que o empresário esteja realmente disposto a entrar neste mercado ele verá que não é difícil e nem tão caro conseguir algum retorno, ele verá com alegria e otimismo as primeiras vendas serem feitas de uma nova maneira, aparentemente fácil, barata e indolor. Passada a empolgação inicial é natural que o empreendedor queira alavancar suas vendas online, e aqui começa o verdadeiro desafio, o desafio de crescer na internet.

Construindo os alicerces
Para que a loja virtual consiga um crescimento consistente é preciso que ele ocorra simultaneamente em todos os setores que possam gerar gargalos na sua produtividade, fazendo com que os valores básicos como desempenho do site, tempo de entrega e qualidade de atendimento não sejam comprometidos na medida em que os acessos vão aumentando. O investimento feito em publicidade online como banners e AdWords ditarão a quantidade de acesso, que por sua vez refletirão em vendas e que por fim implicarão nos tais gargalos. Sem esquecer das ‘datas quentes’ do comércio, quando mesmo sem muitos investimentos ocorrem picos de acessos. Elencamos alguns dos principais gargalos: Qualidade e quantidade do parque de servidores, link e infra-estrutura
Isto mesmo, até mesmo uma loja virtual de pequeno porte não pode se dar ao luxo de operar em servidores compartilhados ou em planos de hospedagens genéricos, afinal o uptime e a qualidade de banda são vitais para o e-commerce. O mercado conta hoje com bons serviços nesta área, que é bem competitiva, por isso pesquisar e não abrir mão de uma boa negociação pode ser fundamental para o êxito na contratação desses serviços.

Programação e banco de dados
De nada adianta investir nos melhores servidores, alocando seu site nos data centers mais afamados se a programação não acompanhar seu crescimento. Todo sistema, até mesmo os que são comprados “prontos” podem apresentar problemas quando colocados à prova de alguns milhares de acessos, são momentos em que um cisco pode crescer ao ponto de transformar-se em um caminhão. Muitos são os fatores que podem gerar lentidão em um site sob stress de acessos. Imagens pesadas, falta de compactação de textos, falta ou inconsistência de indexes no banco de dados, imperícia na programação e até mesmo um banco de dados mal configurado no servidor. Para ter segurança neste aspecto torna-se fundamental que o site conte com uma equipe de desenvolvimento experiente e capacitada para enfrentar tais situações e capaz de encontrar prestadores de serviço que possam resolver eventuais imprevistos.

Estoque
Uma enxurrada de acessos imprevistos em seu site pode fazer desaparecer o estoque do mês em alguns dias, portanto o planejamento de investimento em propaganda e a preparação para as datas importantes de seu comercio são cruciais para evitar um apagão logístico em seu site, e este é um ponto em que o internauta não perdoa. A entrega do produto, com qualidade e dentro do prazo é considerada um ponto básico. Quando existirem lojas físicas deverá ser criado um sistema de sincronia de estoque entre o site e a(s) loja(s) para garantir a confiabilidade do estoque.

Capacidade de processamento das vendas
Este é outro setor que não pode ser esquecido, é preciso ter um sistema de processamento ágil para que os pedidos possam ser postados no menor tempo possível, fazendo assim com que os prazos sejam cumpridos. Um dos fatores que mais conquista um cliente de e-commerce é a rapidez na entrega. Dependendo da natureza de seu negócio deve ser planejado, junto com a equipe de desenvolvimento, um fluxo das tarefas existentes no processamento da venda e a geração de relatórios para o acompanhamento dos pedidos em aberto.

Manter a qualidade do atendimento
O atendimento rápido e eficiente é outro ponto capaz de fidelizar seus clientes, por isso também não pode ficar para trás no processo de crescimento de seu e-commerce. Conforme a demanda aumentar também aumentará proporcionalmente a quantidade de devoluções, reclamações e interações com o cliente, isso é natural, o que precisa ser feito é ter em mãos as ferramentas para sempre suprir esta necessidade, o que envolve pessoal qualificado, linhas VOIP, chats entre outros.

Se você está pensando em montar uma loja virtual fique certo que existe espaço no mercado para o seu negócio, saiba também que os desafios do crescimento podem ser superados desde que sejam encarados com profissionalismo e seriedade, afinal, estamos tratando de situações enfrentadas por quem está em crescimento, acompanhando a macro-tendência do e-commerce, logo, o lucro tende a acompanhar este crescimento.

FONTE: CorpTV

Em Londres 2012, uso de Twitter e mobilidade complicam vida da BBC

Os Jogos Olímpicos de 2012 em Londres estão consagrados como os "jogos da mídia social" e da mobilidade. Centenas de milhares de fãs enviam mensagens, fotos e vídeos com seus smartphones. O Comitê Olímpico Internacional (COI) criou um hub oficial de Twitter para seguir os jogos e os atletas. Sites e aplicativos foram preparados por redes de TV e mídia especializada para transmitir notícias, alertas, jogos e provas ao vivo. Mas quando tudo isso acontece ao mesmo tempo, está criado um mega "#fail".

No sábado (27/07) nas provas de ciclismo de rua masculino e feminino, comentaristas da BBC eram incapazes de narrar o avanço dos atletas durante a prova. A culpa, segundo a BBC, foi do Olympic Broadcasting Service (OBS), que não conseguia enviar pela rede os dados coletados por pequenos GPS instalados em cada bicicleta para indicar a posição do ciclista ao longo do caminho. "No escuro", o comentarista Chris Boardman, da BBC, apelou para seu próprio cronômetro para estimar os tempos, disse a BBC ao jornal The Guardian.

No meio da confusão e das reclamações de espectadores irados, o diretor de comunicações do COI, Mark Adams, argumentava que a rede de uma das operadoras estaria sobrecarregada pelo excesso de mensagens de texto e updates de tweets enviados ao vivo durante a prova.
"Não queremos impedir as pessoas de se engajarem nas redes sociais, mas talvez elas possam pensar em enviar menos mensagens. Claro que não vamos dizer ou impedir alguém de mandar uma mensagem, mas se a mensagem não é urgente, bem urgente, por favor, peguem leve", disse Adams em entrevista aos jornais e redes de notícias. Ironicamente, por conta da irritação de não conseguir saber nada da corrida pela TV, mais e mais tweets eram disparados pelos fãs para reclamar do problema.

O provedor oficial de serviços comunicação dos Jogos Olímpicos de 2012, BT, disse à Reuters que não viu problemas na rede. A mesma argumentação foi usada pela Vodafone e pela O2 (esta subcontratada pela BT para prover rede móvel de dados para a Vila Olímpica). Segundo a BT, a rede de dados montada para Londres 2012 tem quatro vezes a capacidade dos jogos de 2008 na China e a empresa estendeu cabos de fibra óptica suficientes para ligar Londres a Nova Iorque.

FONTE: CorpTV

Anúncios para dispositivos móveis são efetivos, diz Facebook
O Facebook parece ter respondido pelo menos uma das questões mais aguardadas sobre seu negócio móvel, na quinta-feira (26/7): não tem planos de construir seu próprio smartphone. Mas ainda não está totalmente claro como a rede irá aproveitar sua base crescente de usuários móveis. "A fabricação de um celular realmente não faz muito sentido para nós", disse o CEO Mark Zuckerberg, quando perguntado sobre a estratégia móvel do FB durante uma teleconferência para discutir seu primeiro relatório financeiro como empresa pública.

O número de pessoas que acessa o serviço por meio de dispositivos móveis está se expandindo rapidamente. A empresa obteve 955 milhões de usuários mensais ativos no final de junho, dos quais 543 milhões o fazem a partir de um aparelho móvel. Isso representou um aumento de 67% em comparação ao mesmo trimestre do ano passado.

Mas o Facebook continua a enfrentar um problema estabelecido em suas previsões pré-IPO: a empresa faz menos dinheiro quando usuários acessam seu serviço por meio de um dispositivo móvel do que quando o fazem de um desktop. Esse fato contribuiu para o fraco desempenho da oferta pública inicial da rede.

Ainda na quinta-feira, a companhia disse que sua base de usuários cresceu mais rapidamente no último trimestre do que o número de anúncios, já que os usuários passam mais tempo acessando a rede por meio de dispositivos móveis. Isso reflete o fato de que o site exibe menos publicidade para esses usuários.

De qualquer forma, o FB mostrou os primeiros indícios de que a publicidade introduzida irá aumentar sua receita móvel. Suas análises iniciais sugerem que as Histórias Patrocinadas (Sponsored Stories, em inglês) em dispositivos móveis estão indo relativamente bem. Segundo a empresa, até o final de junho, elas estavam gerando em torno de 1 milhão de dólares por dia, sendo metade desse valor proveniente desses dispositivos.

As Histórias Patrocinados aparecem no feed de notícias. Se um ou mais amigos de uma pessoa "curtiu" uma determinada marca, o usuário vê um item sobre essa ação em sua página. Anunciantes e analistas afirmam que os anúncios ganham mais destaque no feed do que em outros conteúdos.

Estudos realizados por terceiros também indicaram que a publicidade móvel foi bem sucedida. Um relatório divulgado na terça-feira (24/7) pela AdParlos, uma empresa que cuida das campanhas de marketing do Facebook, disse que as Histórias Patrocinadas, de fato, funcionam melhor em dispositivos móveis que em computadores de mesa.

O relatório dizia que, em dispositivos móveis, os usuários são 11 vezes mais propícios a clicar nesse tipo de publicidade. No entando, aqueles que clicam são 20% menos suscetíveis a dar um "like" nas marcas promovidas. Histórias patrocinadas em dispositivos móveis ainda assim são um mercado comprador - com anunciantes pagando menos por cliques que em desktops, de acordo com o estudo.

Mas analistas sugerem que o Facebook tem mais trabalho a fazer para enfrentar esse problema. A rede social não poderá poderá apostar por muito tempo em Histórias Patrocinadas como principal meio de publicidade online, disseram especialistas entrevistados antes que a companhia divulgasse seu balanço anual.

Com o mercado de publicidade móvel entrando em um provável momento de grande inovação, analistas sugeriram que a companhia terá que investir em melhorias para sua plataforma móvel, a fim de manter usuários interessados e permitir as mais sofisticadas formas de marketing. "Acho que o Facebook terá que encontrar um caminho diferente para ganhar dinheiro, outro que não pequenas exibições de anúncios", disse a analista da 

Forrester Research, Melissa Parrish, se referindo às Histórias Patrocinadas.
Chris Silva, da Altimeter Group, chamou-as de "instrumentos ineficientes". "A rede social está precisando de pessoas que inovem", ele disse.

O Facebook provavelmente precisará aplicar melhorias substanciais em sua plataforma móvel, segundo analistas. O site ainda precisa introduzir localização geográfica específica para publicidade e terá que oferecer suporte em sua plataforma móvel para interatividade proporcionada por "Rich Media Advertising" - ou seja, a publicidade com vídeo, fotos e som - o que, segundo especialistas, parece ser um método mais eficaz de publicidade para os comerciantes. O Facebook também terá de fazer melhor uso de dados de usuários para direcionar anúncios a pessoas que têm mais probabilidade de estar interessadas no que eles promovem.

FONTE: CorpTV

Seis formas para um convívio produtivo entre CIOs e CMOs



Parecia tudo tão simples. Os marqueteiros da Genworth Financial Wealth Management queriam iniciar um projeto e contrataram um consultor externo para ajudar. Aos três meses de contrato, o consultor requisitou alguns dados sobre os planos de projeto da Genworth. Mas quando os marqueteiros da companhia tentaram enviar pela segunda vez, nada aconteceu. Então, eles pediram ajuda ao suporte técnico da empresa – pela primeira vez, alertaram a TI em relação a algo que consideraram um projeto de marketing puro.

Descobriu-se que a consultoria estava tentando usar uma ferramenta baseada em nuvem para a colaboração. E os controles de segurança da Genworth bloquearam automaticamente qualquer envio do tipo para a nuvem pública. As transferências fracassadas significavam apenas que o bloqueio estava funcionando corretamente.

“Era o tipo de coisa que poderia ter levado a uma disputa entre CIO e CMO”, diz John Murray, CIO da Genworth Financial Wealth Management, uma das corporações da Fortune 500, matriz da Genworth Financial.
Exceto por um ponto: esse par CIO-CMO tem um incomum e forte relacionamento de confiança.

“Eu compreendo o que impulsiona o negócio dela”, diz Murray sobre Myra Rothfeld, CMO da unidade. “E ela tem a compreensão no sentido de que se formos invadidos por um hacker, ninguém irá chamar o CMO.”
Essa compreensão surgiu quando Murray descobriu sobre a tentativa de envio. “Como eles poderiam saber que o fornecedor da marca que escolheram iria utilizar um sistema de administração de projetos baseado na nuvem?”, pergunta ele. “Não foi culpa deles.”

Então, quando sua equipe contou sobre a situação e que planejavam negar o pedido de envio, Murray insistiu que respondessem com mais do que um simples “não”. Em vez disso, ele e sua equipe de TI buscaram alternativas para ajudar o Marketing a alcançar a meta nos negócios. “Devemos permitir que eles usem uma VPN em nosso ambiente? Devemos configurar uma conexão SharePoint para eles?”

Talvez tão importante quanto encontrar uma solução fosse o estilo de comunicação, segundo ele. “Não dissemos: ‘você nunca poderá fazer isso, então vá embora’”. Eles têm horários e resultados e se você jogar uma chave inglesa em suas engrenagens e forçá-los a parar e negociar com a TI por uma semana, não irão gostar disso. Ajuda se você entrar na conversa sabendo disso e dizer algo como: “Sinto muito, mas você não pode fazer isso. Aqui está como nós podemos trabalhar em conjunto para tentar solucionar o problema. E, a propósito, quando você estiver escolhendo fornecedores, poderemos nos envolver mais cedo no processo para garantir que não tenha esse problema novamente”.

Graças a essa abordagem, o incidente serviu apenas para reforçar a parceria entre o Marketing e a TI na Genworth Financial Wealth Management. Realmente, a TI é agora convidada a avaliar os fornecedores antes de o Marketing se comprometer. “Às vezes, é uma profunda avaliação, outras é bem rápida, pois o projeto não tocará em nossa tecnologia”, diz Myra. “Mas eu realmente acho que é importante, ainda que seja mais uma etapa. Pois não acho possível para ninguém do lado comercial compreender quais tecnologias um novo projeto irá afetar.”

Conflito natural
Dados seus respectivos papéis, é fácil ver a razão pelas quais os CIOs e os CMOs entram em conflito. “Se você pensar no cargo de CIO holisticamente, eles têm algumas coisas à disposição que não estão aos CMOs. E o CMO tem outras que o CIO não tem”, diz Murray. “Preciso me preocupar sobre a gestão do risco. Para alguns CIOs, qualquer ano em que nada ocorre é uma vitória, então, qualquer mudança traz risco. Nesse meio tempo, CMOs estão em um estado constante de encontrar e tentar constantemente manter o cliente interessado.”

O resultado é que cada um tem uma atitude completamente diferente em relação ao risco. A partir de uma perspectiva puramente de TI, o risco é melhor evitado sempre que possível, mas esse tipo de pensamento pode atrasar uma empresa. “Você precisa compreender que ter um negócio crescendo significa que ele passará por mudanças dinâmicas”, diz Murray.

Parte do problema é que os esquemas tradicionais de compensação de TI recompensam comportamentos opostos aos riscos, como atender a medidas mínimas de funcionamento, de acordo com Frank Cutitta, CEO da Center for Global Branding e associado de pesquisa para o CSC Leading Edge Forum, grupo de debate sobre TI. Não existem incentivos para tentar algo novo.

O resultado: “O Marketing vê a TI como a terra da lentidão e do não. E a TI vê o Marketing como mísseis sem destino”, diz Cutitta. Ele passou seis meses entrevistando CIOs e CMOs sobre seus relacionamentos em um projeto comissionado pelo fórum.

Um segundo problema é que o Marketing e a TI têm conceitos de tempo completamente diferentes. A maior parte dos departamentos de TI garante que utiliza metodologias ágeis de desenvolvimento, e as duas funções concordam sobre a necessidade de velocidade no mundo dos negócios. Eles simplesmente não compreendem o quão rápida é essa movimentação.

“A TI faria as atividades de uma forma que aparentaria ser muito ágil para eles”, diz Cutitta. “Mas o Marketing não sentiu que a TI era de forma alguma ágil, como eles definiram. Era letárgico, do ponto de vista deles.”

A maior parte dos CIOs e CMOs que Cutitta entrevistou pensa que as relações entre os CIOs e os CMOs não estão melhorando. “Nossas descobertas iniciais são as de que cerca de 40% dos CIOs e CMOs que entrevistamos sentem que existe uma melhora marcada no relacionamento”, aponta Cutitta. “Perto de 40% dizem que é o mesmo, e cerca de 20% afirmam que o relacionamento se deteriorou à medida que o Marketing definiu organizações de TI como sombra.”

E, diz ele, em empresas onde se notou que os relacionamentos melhoraram, muitas vezes, era devido a uma grande mudança no topo da organização. “A melhora ocorreu com a designação de uma gestão de nível C, que desejava instalar uma cultura de tecnologia na empresa.”

Mesmo sem uma mudança no topo, entretanto, existem várias ações que CIOs e CMOs inteligentes podem fazer para trazer harmonia a seus departamentos. Aqui estão algumas delas:

1 - Reúna-se com o cliente
Uma forma pela qual a TI e o Marketing podem rapidamente se entender é ambos focarem a atenção nos clientes. “Compreenda que o CIO e sua equipe são uma extensão do time de Marketing, e que eles estão possibilitando ao Marketing obter melhor desempenho, a fim de atender aos clientes”, destaca Glen Hartman, diretora-gerente global de Consultoria Digital da Accenture.

Para muitos departamentos de TI, é preciso repensar quem são os clientes deles. “Quando pessoas do campo da tecnologia dizem cliente, eles, muitas vezes, se referem aos clientes internos, e é aí que repousa o problema”, acredita Cutitta.

Mas em algumas companhias, a TI já está aprendendo a focar no cliente, enquanto o Marketing está mergulhando cada vez mais na tecnologia. Com a atenção crescente no Marketing Digital, e mais recentemente na análise de dados, o Marketing hoje exige sólidas habilidades analíticas e técnicas. Como resultado, um número crescente de funcionários de TI está descobrindo que suas carreiras os levam para dentro dos departamentos de Marketing.

“Existe uma convergência de domínio ocorrendo entre Marketing e tecnologia”, nota Murray. “Não é tão incomum hoje ver alguém que é líder de produto e tem diploma em ciência da computação. Vinte anos atrás, isso seria incomum.”

2 - Assuma responsabilidades conjuntas
Ter um CIO e um CMO capazes de trabalhar bem em conjunto é essencial para a Digi-Key, que vende uma vasta matriz de componentes eletrônicos. A empresa oferece mais de 2 milhões de itens diferentes e costumava vendê-los por meio de um catálogo com mais 2 mil páginas. Contudo, há alguns anos, ela, sabiamente, escolheu partir para o comércio eletrônico no lugar do seu modelo anterior. Hoje, a organização possui 81 páginas de internet em dez idiomas, “e continua a crescer”, de acordo com o CMO Tony Harris.

Harris, que ingressou na companhia há cerca de cinco anos e meio, sabia que precisava de um sólido parceiro na área da tecnologia – o que ele chama de “alma gêmea corporativa” – para fazer essa transição. Ele ajudou a recrutar John Collins para ser o CIO da empresa.

Collins e Harris não apenas se falam várias vezes ao dia, mas estão tão sincronizados, que literalmente concluem as frases um do outro. “Você não pode ter apenas uma perspectiva sobre como desenvolver e adotar páginas de internet de comércio eletrônico”, diz Harris. “Uma coisa que pode ocorrer em algumas corporações é que você as projeta com base no conceito da TI. Eles a constroem, e não fica nada parecido com a aparência que queríamos. Mas a TI diz que, caso tivessem feito de nossa forma, ele não estaria em conformidade e a funcionalidade não desempenharia seu papel e a guerra é travada a partir daí”, garante Collins. “Em vez disso, nos perguntamos: qual o resultado final que desejamos para nossos clientes?”

“Trabalhamos duro para atender às expectativas do cliente e ter uma experiência de usuário consistente”, continua Harris. “Eu tenho pesquisas sobre a interface de cliente, e sabe quem é parte desses estudos? A TI. Mesmo se olharmos para isso do ponto de vista do cliente, a TI também está presente.”

E nas trincheiras... “Nós possuímos equipes multifuncionais”, diz Collins. “Mas Tony e eu também nos sentamos junto de todos os membros da equipe de Marketing e TI e dizemos: ‘Aqui está o caminho que queremos seguir e vamos responsabilizar e encarregar a todos pelos produtos entregues’. A pele de todos está em risco no jogo”.
Harris afirma que é mais do que apenas colaboração. “Tomamos um aspecto diferente: É propriedade, em todos os níveis. Não há como fugir. Todos têm envolvimento, e todos são responsáveis.”

3 - Compartilhe os membros de equipe
Formar equipes de trabalho multifuncionais, alternar membros de equipe entre departamentos e incorporá-los no Marketing são formas eficientes de reforçar o relacionamento entre Marketing e TI. Mas tão eficiente quanto isso é frequentar as reuniões uns dos outros.

“O que ocorre é que as pessoas tendem a dizer coisas sobre outro departamento – mas só até aquele setor estar presente”, diz David Cooperstein, analista da Forrester Research. “Então, o mero ato de ter alguém na reunião já inibe muitos comportamentos ruins e equívocos sobre o que cada departamento faz.”

Dedicar um ou mais membros da TI para atender às necessidades do Marketing também pode ajudar. “Uma coisa que vimos como uma melhor prática é passar funcionários para a equipe de Marketing, a qual tem a responsabilidade de entregar projetos”, diz Cooperstein. Essa deve ser a única responsabilidade deles. Quando o Marketing precisar deles, não estarão concentrados em colocar o SAP para funcionar ou certificar que os telefones estão funcionando. “Precisa ser alguém rápido e ágil e que queira fazer as mudanças em tempo real.”

Empresas que realmente pensam à frente estão criando grupos independentes, em que os funcionários dos times de TI e Marketing podem trabalhar juntos em projetos específicos. Essas equipes são chamadas de formas diferentes, como centros de colaboração de inovação. Tais centros de inovação podem melhorar de forma dramática a parceria da TI com o Marketing ao remover as pressões e as distrações do dia de trabalho normal dos funcionários. “Eles são projetados para tirar a colaboração da TI e do Marketing do caminho das políticas do escritório”, diz ele.

4 - Ajudem-se na contratação
Na Genworth Financial Wealth Management, parte da construção de uma parceria firme entre as pessoas da TI e as do Marketing é dar a cada grupo a chance de voto sobre quem eles são. “Precisa existir respeito mútuo, começando pelo topo”, alerta o CIO Murray. “É explícito e intencional e não acidental. Quando eu entrevisto pessoas seniores, todos eles passam por entrevista com o Marketing antes da contratação. E quando eles contratam uma pessoa de produtos, passa pelo crivo da minha equipe. Podemos dizer: ‘Essa pessoa não tem conhecimento suficiente. Ou que nossa estipulação para novatos é que você os faça compreender como trabalhamos.’”

Isso garante que TI e Marketing compartilhem da responsabilidade em relação às decisões de pessoal. “Assim, você não pode ir ao departamento de Marketing e dizer: ‘Não gosto daquele gerente de produto’, pois estava envolvido na contratação daquela pessoa’”, diz Murray.

5 - Busque formas de abrir mão do controle
Essa recomendação pode não parecer intuitiva. Afinal, uma das maiores motivações da TI para trabalhar mais de perto com o Marketing é o desejo de reduzir ou eliminar uma TI inadequada, na qual os departamentos de Marketing apenas compram serviços de terceiros – muitas vezes baseados na nuvem – em vez de esperar que a equipe de TI atenda as suas necessidades .

Mas uma das formas mais eficientes de manter o controle geral da tecnologia da sua empresa é abrir mão daquele controle sempre que você não precisar. Na Digi-Key, Harris precisava adicionar rapidamente novos conteúdos e novos produtos às várias páginas da empresa. Então, Collins partiu para uma abordagem não ortodoxa. Ele dividiu as páginas de internet da Digi-Key em duas entidades completamente separadas. Uma constitui as páginas de Marketing de produto e a outra de transação, em que a busca de produto é feita, o pagamento é realizado, tem preço determinado, e as informações de envio são inseridas e as compras efetuadas.

A equipe de TI criou um robusto sistema de gestão de conteúdo e deu o controle completo sobre as páginas de marketing de produto para Harris e sua equipe de Marketing.

“Talvez muitos CIOs não fossem querer abrir mão desse controle”, diz Collins. “Isso é o que compõe grande parte do nosso sucesso. Nunca tivemos questões territoriais.”

Não existem governança, cumprimento ou problemas regulamentares, prossegue, tudo isso devido à separação completa entre as páginas de produto e de transação. “Não há informação privada nessas páginas e as de transação estão sob o controle da TI. Elas são altamente seguras e cumprem as normas da indústria de pagamento por cartão. E ninguém do Marketing tem a necessidade de estar nesse ambiente.”

6 - Celebrem em conjunto
“Quando você oferece possibilidades para os marqueteiros por meio dos dados e tecnologia, é uma boa ideia deixar o CIO e o CMO ficarem com os créditos por certos tipos de vitória”, diz Hartman da Accenture. “Não precisa ser apenas uma campanha eficiente de Marketing. Pode ser uma [redução] de custo. Talvez, a companhia possua 15 marcas diferentes, administrando 15 produtos distintos, com variados problemas de segurança. Consolidando tudo que seria uma grande conquista.”

Tais celebrações são um destaque importante do trabalho de Marketing ou da TI na Digi-Key. “Nosso mantra é: ‘Faça um ótimo trabalho, faça um trabalho corajoso e divirta-se!’”, revela Harris. A Digi-key é a líder de mercado em muitas áreas de produto, prossegue, e a única forma de manter essa posição é aceitar riscos.

“Para fazer um ótimo trabalho, você precisa ser corajoso”, diz ele. “Celebramos nossas vitórias – temos orgulho delas. Qualquer projeto importante que apareça, é preciso acreditar que as equipes de TI e Marketing estão presentes em algum lugar não muito longe do escritório, jantando bolo e sorvete. Celebramos todas as vitórias juntos.”

Esse tipo de ligação é muito importante, diz Murray. “Então você tem o bastante no banco de carma para sobreviver a épocas difíceis.”

FONTE: CorpTV

Somos aquilo em que clicamos


“O que os usuários da internet estão fazendo on-line a cada dia, e como mudaremos amanhã, no mês que vem ou no próximo ano?”(Bill Tancer)

Afinal, o que fazemos conectados?
Estamos em busca de informação, diversão, relacionamento ou trabalho? Ou simplesmente descobrimos que não há mais nada para fazer no mundo off-line?

Você ainda se relaciona com as mídias off-line? É assinante de revistas? Assiste TV? Qual é o seu programa preferido? Há quanto tempo você não lê um jornal nas mãos? Qual é a sua interação com estes meios?

A cada dia esta relação vai ficando mais distante.

Uma pesquisa realizada pela Deloitte (agosto 2010) aponta que o internauta brasileiro gasta, por semana, em média 17 horas assistindo televisão e cerca de 30 horas navegando na internet.

Sem a explosão da web, certamente não conheceríamos as pessoas que estão em nossas redes, não estaríamos conectados no mesmo mundo, falando a mesma língua, compartilhando o mesmo conteúdo e trocando idéias.

Talvez nem soubéssemos o que fazer depois do trabalho, da aula, da balada, nas madrugadas, nos finais de semana ou nas férias.

De acordo com a Amelie Hurst, do site TripAdvisor, as pessoas exigem se manter conectadas e as motivações para estarmos conectados são sociais e não de trabalho.

Imagine a vida sem curtir, retuitar, postar, add, comentar…

Estamos passando por mudanças culturais, o estilo de vida mudou. A internet se tornou o entretenimento preferido entre os brasileiros e acabou com o reinado da caixa preta.

Antes as famílias se reuniam em frente à televisão. Hoje cada um está conectado em sua “rede”, e muitas vezes assistindo TV via web ou celular = convergência digital.

O que você estaria fazendo agora se não estivesse conectado lendo este post?

No livro Click, Tancer faz uma reflexão sobre os milhões de pessoas on-line e a importância de analisar os rastros deixados na web.

Afirma que as buscas que fazemos na internet revelam muito de nós. As palavras que pesquisamos refletem sobre nosso comportamento e personalidade.

Define, “… no mundo atual, somos aquilo em que clicamos.”

FONTE: CorpTV

Cinco conselhos para o uso de redes sociais no mundo corporativo
O uso de redes sociais está, claramente, se instalando como um centro de gestão de negócios e marketing para as empresas. Isso está ocorrendo mundialmente e fortemente na América Latina. Só o Facebook, por exemplo, cresceu 47% no número de usuários em nossa região no último ano e a maior concentração está em países como Brasil, Argentina e Colômbia. São justamente informações e indíces como esses que faz com que as empresas voltem, com atenção, seu olhar para as redes e as tragam para o cerne de uma comunicação assertiva e estratégica.

Para os indivíduos que usam redes sociais com fins pessoais, um "curtir" de seus amigos pode ser suficiente. Mas, no mundo corporativo, o objetivo das redes sociais não é apenas aumentar a base de fãs ou gerar interação. As redes sociais devem, em alguma medida, ser capazes de impulsionar as vendas. Mas a pergunta feita por muitos é: isso é possível?

Eu, pessoalmente, estou convencido de que as redes sociais podem - sim - contribuir para as vendas, desde que haja uma estratégia adequada e que essas mídias sejam vistas como um investimento a longo prazo e não como uma tática de ocasião. Tendo isso em vista, aqui estão cinco passos que você pode considerar ao desenvolver uma estratégia de rede social – com foco em aumento de vendas.

1. Integre as mídias sociais em seus processos de marketing e negócios
Muitas empresas pensam sobre redes sociais como uma estratégia isolada. No entanto, para ser eficaz, a estratégia dessas plataformas deve ser plenamente integrada à estratégia de marketing. Mas não só com foco em vendas, mas em atendimento ao cliente. Nessa etapa, certifique-se de envolver executivos de diferentes áreas da empresa e torne-os conselheiros de sua equipe de redes sociais.

2. Esteja onde seus clientes estão, ouça primeiro e fale a língua do seu público
O imperativo é: conheça seus clientes. Suas principais audiências são mais ativas no Facebook ou LinkedIn? Eles participam de fóruns on-line? E, como em qualquer diálogo, o primeiro passo para se iniciar uma conversa em redes sociais é ouvir o que está sendo discutido e adaptar a mensagem. Construa o discurso, para que as mensagens disseminadas nas redes não sejam iguais a um formulário de vendas ou um press release para imprensa.

3. Defina sua estratégia de conteúdo
Se você estava pensando em postar exatamente o mesmo conteúdo no Facebook, Twitter, LinkedIn e no seu blog, pense novamente. O conteúdo deve ser adaptado às características de cada canal: Facebook é uma rede na qual você constroe vínculos emocionais com a sua marca; o Twitter é ótimo para atualizações; o LinkedIn é o fórum de tendências da indústria de publicação e iniciar conversas profissionais, e o Blog é o lugar no qual você pode se posicionar como um líder da indústria por meio de conteúdo original e gerar thougth leadership – moeda valiosíssima atualmente.

4. Não diga. Mostre!
O vídeo é uma excelente ferramenta para envolver seus fãs e passar sua mensagem de forma eficiente e divertida. Isto é particularmente verdade na indústria de tecnologia, no qual mais de 75% dos profissionais na América Latina veem vídeos relacionados ao seu trabalho como uma maneira de se manter atualizado em sua profissão. Vídeos para redes sociais deve ser curto (não mais de 2 minutos) e relevantes – leve em consideração a localidade, não vale postar videos dos EUA no Brasil. E não é preciso uma grande produção, afinal a ideia não é parecer uma propaganda.

5. Envolva seus parceiros e aumente o âmbito da sua estratégia
Se os parceiros são fundamentais para o seu negócio, eles também devem desempenhar um papel importante na sua estratégia de redes sociais. Envolva-os, mantenha-os informados de suas atividades, desenvolva iniciativas especiais para eles e faça de suas redes um canal para disseminar suas mensagens. As ferramentas de disseminação de conteúdo para websites e redes sociais são uma forma simples e automatizada de espalhar, com critério!, material que sua empresa desenvolve. As redes sociais estão evoluindo rapidamente. Não existem fórmulas mágicas, há apenas ingredientes recomendados que você pode combinar, à sua maneira, para criar uma estratégia que funcione para sua empresa.

FONTE: CorpTV

Adoção de tecnologia em nuvem deve dobrar em três anos no Brasil, aponta estudo

A Microsoft anuncia os resultados da pesquisa "Microsoft SMB Business in the Cloud 2012" (Microsoft Pequenas e Médias Empresas na Nuvem) conduzida em parceria com a Edge Strategies, que prevê o crescimento da adoção de serviços pagos baseados na nuvem. No Brasil, das 250 empresas entrevistadas, 33% são usuárias de nuvem e 45% afirmaram que devem utilizar nos próximos dois ou três anos. Em todo o mundo, o número de pequenas empresas que utilizam pelo menos um serviço pago na nuvem deverá triplicar no mesmo período. Para a análise, foram entrevistados decisores do mercado de TI de mais de 3 mil empresas de pequeno e médio portes, em 13 países.

"Já passou o tempo em que as grandes corporações eram as únicas a possuir serviços de TI de última geração", diz Victor Baez, gerente de pequenas e médias empresas e canais da Microsoft Brasil. "A Computação em Nuvem coloca as pequenas e médias empresas em igualdade de condições de estrutura tecnológica, ajudando-as a competir em um ambiente de negócios com rápidas mudanças. O investimento em TI e o tempo para operacionalizar são reduzidos, levando às PMEs a permanecerem focadas no que é a sua prioridade: crescer", acrescenta o executivo.

A computação em nuvem é capaz de entregar mais do que as pequenas e médias empresas precisam - operações mais baratas e rápidas, além de melhor fusão de informações, vitais para praticamente qualquer dispositivo. A pesquisa indica que 62% das empresas entrevistadas que utilizam os serviços em nuvem relatam benefícios significativos de produtividade em TI.

No que diz respeito aos fatores econômicos, o Brasil está 18% mais otimista que os demais países participantes da pesquisa, uma vez que 30% das empresas nacionais consideram que a instabilidade econômica será um desafio para seu crescimento, enquanto que no mundo são 48%. Já o aumento nos custos com funcionários são mais preocupantes aqui do que para os demais países, uma vez que estamos 7 pontos acima do percentual mundial com 32% ao invés dos 25% globais.

Mais opções, menos preocupações:
- Apesar das incertezas econômicas globais, 53% das pequenas e médias empresas do mundo e 68% das PMEs nacionais usando serviços em nuvem esperam crescer em vendas nos próximos 12 a 18 meses, sendo que a maioria delas acredita que a tecnologia vai acelerar seu crescimento.

- O apetite das PMEs para a nuvem está crescendo à medida que elas adotam cada vez mais dispositivos e serviços, enquanto que suas preocupações sobre a nuvem diminuem.

- Aqueles que adotam a tecnologia esperam fazer mais com seus dispositivos, já que a mobilidade é essencial aos usuários. Eles querem dispositivos móveis não somente para o uso de serviços como e-mail, mais também para acessar aplicativos de produtividade e negócios.

- Segurança é uma prioridade, mas não é a principal preocupação. Somente 23% das empresas brasileiras, enquanto 20% no mundo, acreditam que os seus dados estão menos seguros na nuvem do que se estivessem em seus computadores. Trinta e sete por cento das empresas PMEs consideram que os dados estão tão seguros na nuvem quanto nos seus sistemas instalados.

FONTE: CorpTV

terça-feira, 24 de julho de 2012

Adotar infraestrutura como serviço pode ser um bom negócio

Analisando as empresas brasileiras a partir de 2005, podemos notar uma grande quebra de paradigma em relação à cultura de propriedade de equipamentos de tecnologia. Isto quer dizer que houve quebra da resistência à opção de alugar ao invés de comprar. Com a dificuldade do crédito, principalmente com a crise de 2007, as corporações foram obrigadas a enxergar novas possibilidades. Então, notou-se que o modelo denominado Infrastructure as a Service (IaaS) ou infraestrutura como serviço encaixava-se muito bem nesse novo cenário, porque, além de eficiente é bastante funcional também do ponto de vista financeiro.

Atualmente, muitas empresas importantes já trabalham sob o modelo IaaS. Na verdade, estamos vivendo o início do momento de glória do IaaS e acreditamos que o pico de demanda ocorrerá nos próximos anos, dado o crescimento econômico do País e os eventos esportivos que serão aqui sediados.

Independentemente do modo como estão sendo organizados, esses eventos já estão obrigando o Brasil a se adequar em infraestrutura física. Vamos precisar de novos aeroportos, estádios, pontes etc. Essas obras demandam um backoffice muito forte, pois as empresas prestadoras de serviços precisarão montar rapidamente ambientes de TI com serviços flexíveis. Nosso cenário econômico de reestruturação está possibilitando às companhias enxergarem os planejamentos no longo prazo. Isso traz certo conforto e otimismo para nossa área.

Outro fator favorável em relação ao modelo IaaS é que, com a pressão para diminuição dos orçamentos de TI, as companhias vêm buscando novas alternativas para manterem seus ativos funcionais e atualizados de acordo com a necessidade de seus core business. Além disso, o modelo elaborado para a diluição e diminuição desses custos deve abrigar em seu conceito, principalmente, a estimativa de despesas feitas em hardware, software e peopleware, em um ambiente totalmente gerenciado. Também vale destacar que a unificação de diversos serviços em apenas um fornecedor diminui não só os custos com o gerenciamento de diversos contratos, como também reduz o tempo de solução para os usuários. Todas essas são vantagens do modelo IaaS.

A integração desse serviço é completa e transparente e vai da compra no fabricante até a configuração do equipamento em cada usuário. Ou seja, o controle, a manutenção e a gestão durante toda a sua vigência ocorrem de uma forma clara. O cliente tem toda essa operação correndo em seu backoffice e a enxerga de forma estratégica. Então, por essa razão, ele não se preocupa, por exemplo, com estoque de peças, reposição, máquina em sua sede e outras espalhadas por suas filiais – tudo isso é responsabilidade do prestador de serviços de IaaS contratado.

Com essa estrutura oferecida, fica mais fácil entender por que é vantajoso contratar esse tipo de serviço especializado. A partir do momento em que se tem essa composição de logística, de armazenamento, de modelo, de volume de compra com os fabricantes, é possível usá-la de forma compartilhada. Isso quer dizer que não é colocado todo o custo em apenas uma operação, mas rateada em diversas operações. Por isso, é indispensável ressaltar que quando o cliente faz um contrato de IaaS não está comprando somente a possibilidade de usar o hardware e o gerenciamento dele, mas também o suporte a esse hardware. O que isso significa? Significa que quando precisar de algum serviço de suporte técnico, independentemente do problema, o usuário terá apenas de acionar o fornecedor de IaaS que, na maioria das vezes, poderá resolver o problema remotamente. Caso isso não aconteça, a máquina será substituída por outra no SLA, que é um compromisso com prazos rigidamente estabelecidos em contrato, para atendimento aos usuários e que, se não cumprido, o prestador estará sujeito à pesadas multas.

Help desk interno e no IaaS
Qual é a diferença entre o atendimento realizado internamente pelas companhias e quando contratam IaaS? A diferença é o SLA. No IaaS, dificilmente a empresa não será atendida naquele período estipulado por contrato. Isso para o usuário é muito importante porque, normalmente, nas equipes internas, a hierarquia era o que determinava a prioridade de atendimento.

O modelo de IaaS pode abrigar projeto taylormade – feito sob medida — ou seja, hierarquizado no sentido de prioridade. Por exemplo, o cliente determina que a área de TI tenha um SLA de seis horas, que o presidente da empresa seja atendido, no máximo, em duas horas e as demais áreas em 12 horas. Após essa definição, é montado um planejamento de acordo com a necessidade do cliente, e será precificado baseado nessas especificações.

Outra hierarquização diz respeito à importância dos equipamentos na rede. Por exemplo, um microcomputador de um gerente é bem importante, mas não tanto quanto um servidor de alta disponibilidade ou um ativo de rede que derruba a internet, ou até mesmo um servidor de email que, se parar, nem o presidente da empresa consegue ter conexão. Isso tudo fica claramente determinado e delineado e o fornecedor de IaaS tem de cumprir à risca.

Vamos a um exemplo: digamos que um hospital alugue 200 máquinas, uma delas deve ficar dentro da sala de cirurgia cardíaca. Ela comanda um determinado equipamento importante para uma operação. Caso, de repente, essa máquina para por um minuto, pode comprometer a vida de alguém. Então, o papel do fornecedor é desenvolver o modelo para garantir que dentro daquela sala não tenha apenas uma máquina, e sim, duas. Se, porventura, aquela parar, há contingência. Os projetos de IaaS têm essa característica de prever contingência durante todo o processo de negócios, não só na implementação e manutenção.

No modelo tradicional, se uma empresa tem 200 funcionários e apenas 200 máquinas, se alguma delas quebrar, o funcionário ficará sem acesso aos serviços de rede até seu equipamento ser consertado. No modelo IaaS, se, eventualmente, acontecer um problema no equipamento, o SLA será cumprido. Pensando dessa forma, para o usuário interno e para a companhia é muito mais vantajoso, pois todos ganham agilidade, a empresa não perde produtividade; e o atendimento passa a ser altamente profissionalizado por uma equipe externa especializada.

As bases do modelo IaaS preveem soluções rápidas para os problemas técnicos, pois o fio condutor do serviço é a disponibilidade.

Custo x benefício
Em relação aos custos, é necessário avaliar o enfoque do que será considerado como valor. Se houver apenas uma comparação do custo da compra e do custo do modelo, sem dúvida, o IaaS será considerado mais caro, porque não estamos falando apenas de uma máquina, mas também do software, da equipe de suporte, da disponibilidade, do financiamento, da taxa de juros e do gerenciamento. Entretanto, visualizando e somando todas as variáveis envolvidas em um contrato e a gestão desse parque, com certeza o IaaS acaba sendo mais barato e vantajoso.

Existe ainda uma vantagem fiscal, mas que só é permitida para empresas de lucro real. No modelo IaaS, as empresas passam a ter um crédito em relação ao PIS/COFINS sobre o valor pago mensalmente ao fornecedor, o que não é possível, por exemplo, no leasing operacional. O modelo IaaS também permite a depreciação total do contrato dentro da sua vigência, alocando todos os custos da operação como despesa, uma vantagem contábil considerável.

Hoje, o IaaS é comprovadamente funcional e as empresas conseguem ficar mais confortáveis conforme a sua variação operacional; isso fortalece o modelo e faz dele uma tendência em ascensão. Mas como toda novidade que surge em TI, o IaaS precisa primeiro provar seu valor, o que vem acontecendo mais claramente nesse último ano. Acreditamos ser apenas questão de tempo para que os bons resultados que são entregues diariamente aos executivos de TI e de finanças tragam segurança para que outras empresas experimentem esse novo paradigma.

FONTE: CorpTV